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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Conceito super diferente para economizar energia na hora de carregar seus Gadgets !

Por João Maia 
Fonte : Genesis-Rewired

Quase ninguém liga , mas ao carregar nosso smartphone,laptop,tablet e demais Gadgets que possuam sistema de carga de bateria , ao deixarmos as fontes de carregamento plugadas na tomada , mesmo depois dos aparelhos carregados , as mesmas  continuam consumindo nossa energia . Pode parecer que tal gasto seja pequeno , mas na verdade não é . Pesquisas falam que numa casa com mais de três pessoas que tenham laptop,smartphone e câmera fotográficas digitais, com uso periódico e recarga de bateria diária, como é de costume, pode se desperdiçar cerca de R$ 10,00 por mês de energia . Multiplique isso por milhares e até milhões de casas e você terá uma enorme quantia de energia sem propósito algum .


Os Designers: Seong Soyeon, Kim Seonmi, Lee Jeongjae, Park & ​​Lee Jihye Yeontaek desenvolveram  um sistema que quando o nosso Gadget for carregado, o plug será ejetado 10 minutos depois, tal qual uma torradeira elétrica  ejeta o pão depois de pronto . Não consegui entender bem como isso funciona , pois existe muito pouco sobre este assunto na WEB , mas vale todo o tipo de tentativa para economizar energia e fazer um uso sustentável da mesma . 


Sei que o anel externo  fica vermelho quando o seu carregador é plugado e depois de certo tempo o mesmo fica verde e é nesse momento o plug de energia é ejetado da tomada. Acho que isso deve ser feito por uma média de tempo de carregamento dos Gadgtes . Ou seja depois de tantas horas o sistema deve ejetar sozinho . Eu concordo com a opinião de algumas pessoas na rede . Não seria mais simples apenas desligar a tomada sem ter e ejetar o plug da mesma ?  Fica ai a sugestão .

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Régua de Filtro de Linha ajuda a economizar até 20% de Energia .

Por João Maia 
Fonte :Theenvironmental

Devo admitir que gostei dessa ideia . Se este tipo de equipamento existisse por aqui eu acharia ótimo . Na verdade se trata de um tipo de régua de extensão , aquelas que no ramo da informática são chamadas de Filtros de Linha ou régua  tripolar com filtro , bem seja como for , no fim dá no mesmo . Assim sendo , existe no mercado norte americano , um tipo de régua que permite medir a quantidade exata de consumo de cada aparelho plugado nela ou mesmo medir o consumo do conjunto que estiver conectado e em funcionamento é claro . Com o aparelho desligado você não vai poder medir nada .
Com certeza é uma ferramenta importante para você poder controlar o seu consumo de energia e também ter um postura  correta com o futuro de nosso planeta . Tem gente que afirma ter conseguido fazer uma economia até de 20% em sua conta usando este Gadgets para medir o consumo de seus aparelhos de maior uso e assim controlar de maneira mais eficiente o seu consumo . Claro que este Gadget ajuda como ferramenta  importante para controlar o seu consumo  , mais isso aliado a atitudes inteligentes , você pode atingir com certeza até índices bem maiores do que 20% . Bom, este tipo de Régua chamada de Kill A Watt Monitor, pode ser encontrada nas lojas on-line da Amazon pelo preço de US$ 15,00 a US$ 20,00 . Lembrando que o sistema de pinagem é do antigo tipo tripolar que era  usado por nós . Então no caso de parelhos mais novos o adaptador do modelo novo para o antigo deve ser comprado para possibilitar o uso deste equipamento .

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Economia Criativa com muita Cultura .


Economia Criativa
Por Roberto MarizFonte:
 http://www.economiacriativa.com/ec/pt/ec/index.asp



Hoje muito se fala em economia criativa e é muito comum, e lógico, associar o tema a economia da cultura ou fatores de organização e sustentabilidade a partir de bens culturais...criativos. Ou seja, que o objeto da economia criativa se limita a bens culturais.
Ao considerarmos atualmente a realidade de mercado, percebemos vários fatores de competitividade que envolvem desde mão-de-obra barata a avanços tecnológicos que só podem ser superados com muita criatividade, com novos processos, novas tecnologias e novas percepções de mundo. Isto é percebido e é ponto comum a todos que querem sobreviver nesta selva.



Logo, aplicar o conceito de criatividade a gestão e processos empresarias em geral, distingue os que conseguem driblar o emaranhado mundo da competição predatória daqueles que não buscam novas alternativas e aceitam o que está posto pelo mercado. 
Assim sendo, economia criativa tem um papel mais amplo e inclui todos os produtos e serviços relacionados ao conhecimento, a capacidade intelectual e criativa. Ao focar a criatividade, a imaginação e a inovação, não se restringe a produtos, serviços e tecnologias, englobando também processos, modelos de negócios e modelos de gestão, entre outros.O primeiro Fórum Internacional das “Indústrias Criativas”, organizado na cidade de St. Petersburg, na Rússia, em setembro de 2002, definiu como “Indústrias Criativas” “aquelas que têm sua origem na criatividade individual, habilidades e talentos que têm potencial de riqueza e criação de empregos através da geração e da exploração da propriedade intelectual. Assim, “Indústrias Criativas” é o termo utilizado para descrever a atividade empresarial na qual o valor econômico está ligado ao conteúdo cultural. “Indústrias Criativas” une a força tradicional da chamada cultura clássica com o valor agregado do talento empresarial e os novos talentos da mídia eletrônica e da comunicação."Não obstante, a primeira definição foi desenvolvida pelo autor inglês John Howkins no livro “The Creative Economy”, publicado em 2001, segundo a qual as diversas atividades que compõem essa economia têm uma coisa em comum: são os resultados de indivíduos exercitando a sua imaginação e explorando (ou precavendo-se de que outros venham a explorar) seu valor econômico.

“Assim como a moeda de troca das empresas do Século XX eram os seus produtos físicos, a moeda das corporações do Século XXI serão as idéias. A Economia Industrial está rapidamente dando lugar à Economia da Criatividade. Vantagens competitivas desfrutadas por grandes empresas no passado são agora totalmente disponíveis para novas empresas em formação, graças à enorme disponibilidade de capital e ao poder da Internet.Com a globalização ainda num estágio recente, a Internet promete afetar as corporações muito mais nos próximos 20 anos do que foi possível fazê-lo nos últimos 5 anos. Nós não esperamos nada menos do que uma transformação radical dessas organizações num cenário em que a economia global privilegiará a criatividade, a inovação e a velocidade.”Stephen B. Shepard, Editor Chefe de Business Week, 28 de agosto de 2000