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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Uma maneira diferente,fácil e barata de fazer o seu próprio Robô!

Por João Maia 
Fonte : Slash Gear 


O Barobo , é realmente surpreendente . Composto por vários módulos robóticos , este sistema permite fazer conexão entre as suas  partes e a partir dai criar uma série de robôs de acordo com a sua imaginação. Isso com certeza é uma poderosa ferramenta para alunos do ensino médio por exemplo , começarem a criar gosto pela tecnologia aplicada e desenvolver a sua imaginação .


O Barobo foi feito para ser barato e durável. Com uma série de acessórios , você facilmente pode conectar um módulo ao outro para  fazê-lo andar , pegar coisas e até mesmo transforma-lo em um pequeno veículo . Olha, por mim eu teria um conjunto desses para brincar em casa . O seu Kit básico está por volta dos US$ 270,00 e com ele você já começa a soltar a sua imaginação . No vídeo a seguir que está em inglês , você pode ver um pouco mais de como funciona este sistema .

domingo, 18 de março de 2012

Criaticidades

Por Roberto Mariz

Para o Departamento de Cultura, Mídia e Esporte do Governo Britânico (2006), indústria criativa é aquela indústria que tem origem na criatividade, habilidade e talento individual e que tem um potencial de crescimento econômico e de criação de empregos através da exploração da propriedade intelectual.
A expressão indústria criativa é relativamente nova (JAGUARIBE, 2004). Este termo surgiu na Inglaterra como objeto de política pública no final dos anos 90, no contexto das novas ações implantadas em decorrência da ascensão do “New Labour” de Tony Blair (COSTA, 2005).


O termo, inserido no contexto do processo industrial, tem como elementos fundamentais a criatividade e a possibilidade de exploração via direitos intelectuais.  De acordo com Ana Jaguaribe (2004), “as indústrias criativas representam um  conjunto de atividades econômicas emergente, que ultrapassa os limites tradicionais entre a produção e o consumo. As atividades econômicas que compõem o núcleo das indústrias criativas não são, por si mesmas, novas. O desenho arquitetônico, a moda, a publicidade, a produção áudio-visual e a música são todas atividades associadas à primeira revolução industrial que adquiriram, no entanto, uma dimensão econômica e social totalmente nova com a globalização e o surgimento da sociedade da informação”.


Assim, as indústrias criativas envolvem o intercâmbio de serviços e produtos, sendo que elas adquirem valor econômico por meio de sua distribuição.  O conjunto de atividades que compreendem as indústrias criativas abrange um número bastante amplo, incluindo: a publicidade, o desenho arquitetônico, o vídeo, a cinematografia, a fotografia, a música, os jogos de computador, a publicação eletrônica, a rádio, a televisão e a moda. Apesar de não estarem interrelacionadas no sentido tradicional de um setor industrial unificado, “estas atividades econômicas têm em comum o fato de todas  estarem centradas na produção de textos, imagens e símbolos” (JAGUARIBE, 2004).

A partir desta semana, Cultura e Mercado vai publicar algumas pílulas do Criaticidades, projeto que mostra como a Economia Criativa pode contribuir para o desenvolvimento sócio-econômico das cidades brasileiras.

Para começar, Anamaria Wills, proprietária da Agência de Desenvolvimento das Indústrias Criativas, do Reino Unido, fala um pouco do surgimento dessa indústria e sua importância não apenas econômica, mas também social.


http://www.culturaemercado.com.br/tvcem/industrias-criativas/ acessado em  quarta-feira, 14 março 2012