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sexta-feira, 4 de junho de 2010

DICAS DE ILUMINAÇÃO PARA VIDEO - PARTE 01 - MUITO BOM!

aberto, refletor

(open face) tipo de refletor que, como o próprio nome diz, produz um facho aberto, de alta intensidade, diferente do facho concentrado de luz produzido pelo refletor Fresnel . Assim como este, também pode receber barndoors para moldar o direcionamento da luz. Abaixo, um refletor do tipo aberto da Arri, podendo-se ver os barndoors instalados à sua frente:














arco voltaico

é o nome dado genericamente ao fluxo intenso de corrente elétrica que se forma entre dois eletrodos energizados com alta voltagem, colocados próximos um do outro. No arco voltaico tradicional de carvão, dois eletrodos deste material são colocados em contato e a seguir, lentamente, ligeiramente afastados. Dependendo da intensidade da voltagem aplicada, na situação de afastamento forma-se um arco extremamente brilhante entre os eletrodos. Esta luz, durante algumas décadas (desde 1801) foi considerada a mais poderosa luz disponível, sendo empregada em projetores de cinema e iluminação de shows e teatros (como canhão de luz). Em estúdios de cinema, tornou-se opção aos estúdios recobertos de vidro ou sem teto da época e ao mesmo tempo solução para tomadas internas com a baixa sensibilidade das películas existentes.
Como os eletrodos ficam desprotegidos (e não contidos em ampolas de vidro p.ex.), a produção de luz também consome, pela queima, pouco a pouco os eletrodos de carvão, que tem que ser continuamente ajustados através de pequenos motores elétricos. A partir de determinado ponto, necessitam ser trocados. Por este motivo, necessitam de um operador para acompanhar seu funcionamento. Arcos de carvão funcionam em corrente contínua (DC, Direct Current) consumindo grande quantidade de energia, normalmente fornecida por geradores. Tem como característica o fato (inexistente em outros tipos de lâmpadas) de poderem ser balanceados sem o uso de gelatinas: as varetas de carvão podem ser de dois tipos, gerando luz do tipo luz do dia (carvão white-flame) ou do tipo tungstênio (carvão yellow-flame).
Atualmente em desuso, seu conceito foi no entanto aproveitado e aperfeiçoado para uso em lâmpadas do tipo descarga (HMI e xenônio por exemplo), onde o arco é gerado dentro de uma pequena ampola ou tubo de vidro.
backlight
o mesmo que contra-luz.
balanço do branco
(white balance) a câmera de vídeo, ao contrário ser humano, não é capaz de efetuar compensações e correções nos desvios da temperatura de cor com que os objetos são iluminados. Para se corrigir esta distorção, uma das possibilidades é o uso de filtros coloridos sobre a objetiva da câmera (CC - color correction filters). Assim, um filtro azulado corrigirá excessos de tons avermelhados por exemplo. Existem dezenas de graduações de intensidade de filtros para corrigir cada tonalidade de cor; para determinação mais precisa do melhor filtro a ser aplicado sobre a objetiva, utiliza-se um medidor de temperatura de cor.
Um processo mais preciso e mais prático no entanto é operado através de um circuito eletrônico denominado balanço do branco (white balance), presente em praticamente todos os modelos de câmeras. Este circuito (que pode funcionar automaticamente ou no modo manual) corrige a receptividade da câmera às diferentes cores balanceando (daí seu nome) as quantidades das cores componentes do espectro que forma a luz branca, deslocando sua composição em direção à tonalidades avermelhadas (para corrigir excesso de tons azulados) ou azuladas (para corrigir excesso de tons avermelhados). Na realidade a câmera não analisa todas as cores do espectro para obter este ajuste: como as cores são obtidas através de micro-janelas coloridas sobre o CCD (câmeras de 1 CCD) ou prismas desviando luz para os CCDs (câmeras com 3 CCDs), sempre nas 3 cores básicas do sistema RGB, basta analisar a intensidade de cada um desses 3 componentes, vermelho, verde e azul. Em outras palavras, o circuito eletrônico compensa as variações de tonalidade ajustando o "controle de volume" de cada uma das 3 cores, que é no que consiste o processo de balanceamento do branco.
O exemplo abaixo mostra a separação das cores RGB (3 imagens da direita) feita pela câmera, que compõem a imagem da esquerda:


A lateral do ônibus é um sua maior parte branca: as imagens da direita mostram contribuição praticamente idêntica de cada cor básica com essas partes brancas. A faixa ondulada, em seu interior é azul: as imagens da direita mostram que quase não existe vermelho em sua composição (por isso a faixa aparece escura no sinal vermelho), existe um pouco de verde (a faixa é bem escura no sinal verde) e existe muito azul (a faixa é azul no sinal azul).

No modo automático de ajuste (presente na maioria das câmeras e denominado "auto white balance"), o circuito automático de ajuste analisa a iluminação da cena para a qual a câmera foi direcionada e tenta encaixar a situação em uma das seguintes situações padrão: "interiores" ('indoor' / 'tungsten' ou 'incandescent', onde a mesma assume iluminação feita através de lâmpadas incandescentes), "exteriores" ('outdoor' ou 'sun', onde assume luz normal do dia) e "luz fluorescente" ('fluorescent'). O circuito constantemente lê a tonalidade recebida pela câmera e tenta fazer o balanceamento da seguinte forma: procura pela parte mais clara da imagem e assume que o trecho encontrado deveria ser branco. Ajusta a seguir a intensidade de cada cor RGB até que o trecho referido fique branco (RGB com mesma intensidade de Red, Green e Blue).
Porém, se não houver nenhuma parte de cor branca na imagem, o circuito do white balance automático será enganado: o resultado será uma tonalidade falsa na imagem. Um exemplo disto é quando a câmera enquadra totalmente um papel branco iluminado por uma lâmpada incandescente e o balanço do branco está no modo "auto white balance": o papel ficará com tonalidade alaranjada. Ou então repetindo-se a situação sob uma lâmpada fluorescente do tipo "branca fria": o papel ficará com tonalidade beje claro.
Além destes problemas, raramente o circuito é rápido o suficiente para efetuar as correções no tempo adequado quando as condições de iluminação mudam repentinamente. Por isso, em muitas câmeras não existe esta opção totalmente automática: o auto white balance na realidade tem que ser sempre ajustado para uma das 3 posições fixas: "exteriores" / "interiores" / "luz fluorescente". Este é o modo semi-automático.
Ainda assim, mesmo que a câmera possua a opção de ajuste totalmente automático, além de ter também as opções pré-fixadas mencionadas acima, quanto se conhece previamente o ambiente no qual será efetuada a gravação, é possível, ao invés de se utilizar o modo totalmente automático, utilizar o modo semi-automático, selecionando-se por exemplo "exteriores". No entanto, também este modo apresenta problemas: um mesmo tipo de ajuste ("exteriores", no caso) apresenta variações de tonalidade no decorrer do dia (amanhecer, meio-dia, entardecer).
Assim, a melhor e mais precisa alternativa (não disponível em todos os modelos de câmeras) é efetuar o ajuste totalmente manual do balanço do branco, processo é conhecido como 'bater o branco'.

As imagens abaixo mostram xícaras de café gravadas sob condições diferentes de iluminação e ajustes da câmera:




Nas três primeiras imagens a iluminação foi feita com luz fluorescente comum. Na imagem 1, a regulagem "exteriores" da câmera diminuiu o azul, fato que somado ao excesso de verde/azul da luz fluorescente resultou no tom levemente rosado. Na imagem 2, a regulagem "interiores" da câmera diminuiu o vermelho, que associado ao verde azulado da iluminação resultou em um azul ressaltado. A imagem 3 mostra a cor real das xícaras: foi efetuado o batimento manual do branco. Nas imagens da fileira de baixo a iluminação foi mudada para luz incandescente. Na imagem 4, a diminuição do azul acarretada pela regulagem "exteriores" somada ao excesso de vermelho da luz incandescente resultou no tom alaranjado. Na imagem 5 a combinação estava correta: ajuste "interiores" com luz incandescente. A cor melhorou, mas o ajuste pré-fixado da câmera não consegue superar a precisão do ajuste manual da imagem 6, onde novamente foi batido o branco.


bandeira
o mesmo que flag.
barndoor
nome dado à cada uma das 4 placas metálicas frontais que fazem parte de alguns modelos de refletores. Estas placas são móveis e permitem, com isso, que se possa moldar o facho de luz emitido pelo refletor. É possível por exemplo fechar quase que totalmente as placas superior e inferior, fazendo com que as mesmas quase se encontrem: apenas um facho horizontal luminoso será emitido. Ou então abrir essas placas e mudar a posição das placas laterais. Refletores com barndoors são úteis como contra-luz em esquemas de iluminação de 3 pontos, para evitar que a sua luz atinja a objetiva da câmera. A figura abaixo ilustra os barndoors de um refletor:

Os barndoors laterais geralmente são montados com 3 placas, onde as duas das bordas superior e inferior são móveis, podendo ser ajustados para encontrar as placas dos barndoors superior e inferior do refletor, como mostra a figura abaixo:


bater o branco


o mesmo que efetuar o ajuste manual do balanço do branco. Para tanto, aponta-se a câmera para uma superfície branca (a rigor para uma superfície perfeitamente branca ou em situações de emergência para algum objeto desta cor, como uma camiseta branca por exemplo) ou então cobre-se a objetiva da câmera com uma tampa protetora das lentes feita de material translúcido (quando disponível no modelo). A seguir pressiona-se o botão correspondente ao balanço manual do branco, mantendo-o assim até ocorrer a indicação de que o processo está finalizado. Durante este tempo, que leva alguns segundos, o circuito eletrônico da câmera analisa as porcentagens das cores que compoem a luz branca: se houver desvio na proporção correta, o mesmo efetua a correção, deslocando a tonalidade para o vermelho ou azul, conforme a temperatura de cor da luz branca existente no ambiente. A seguir este ajuste é 'travado' (fixado e mantido inalterado até que o processo seja repetido).
Enquanto as condições de iluminação do ambiente, em relação à temperatura de cor não se alterarem, não será necessário rebater o branco. Várias câmeras que possuem esta função possibilitam manter o ajuste inalterado mesmo após a câmera ser desligada e religada: neste caso os dados são armazenados no equipamento e preservados através de uma pequena bateria instalada em um compartimento próprio da câmera e destinada a armazenar ajustes de vários tipos efetuados pelo usuário.
Existem 3 formas de bater o branco: na primeira delas, a superfície branca é iluminada somente pela luz a ser utilizada no local da gravação (ou a lente com a capa protetora translúcida é apontada para essa luz). Porém, se houverem por exemplo paredes vermelhas no local, a luz refletida pelas mesmas tenderá a ficar com tonalidade 'quente' , causando distorção no equilíbrio das cores. Neste caso, poderá ser utilizada a segunda forma, onde a superfície branca é iluminada pela luz refletida por essas paredes (ou a lente apontada com a capa protetora para a parede). A terceira forma utiliza uma superfície não-branca para bater o branco: uma superfície por exemplo ligeiramente azul 'engana' o circuito da câmera, que efetuará o ajuste tornando as imagens mais quentes (avermelhadas), atmosfera propícia para trasmitir a sensação de romantismo ou nostalgia por exemplo.
No segmento profissional outras providências adicionais são tomadas, como a calibração individual do output de cada câmera conectando-a ao vetorscópio. Embora seja um processo relativamente simples com câmeras de 3 CCDs deste segmento (que permitem o ajuste individual dos sinais e geram sinais do tipo vídeo componentes), é praticamente impossível de ser efetuado com câmeras de 1 só CCD.
Quando o ambiente em que a gravação é efetuada é iluminado por fontes de luz de temperatura de cor diferentes, é necessário efetuar um equilíbrio nestas temperaturas, recorrendo-se à gelatinas que são sobrepostas a refletores e/ou janelas, de modo que a temperatura de todas as luzes torne-se uniforme.
Em cinema e fotografia, que utilizam películas fotográficas para registrar as imagens, não existe o conceito de bater o branco: aqui o ajuste é conseguido através da utilização de filtros coloridos sobre a objetiva e/ou através de diferentes tipos de películas, fabricadas com sensibilidade própria a cada tipo de iluminação (ex. filme balanceado para exteriores - tipo 'daylight' - ou interiores - tipo 'indoors').

black balance
processo utilizado para ajustar o nível da cor preta de referência para o circuito da câmera, encontrado em câmeras topo de linha do segmento semi-profissional e em câmeras do segmento profissional. É efetuado antes da câmera ser utilizada pela primeira vez, acionando-se uma chave no corpo da câmera, e deve ser repetido de tempos em tempos. O ajuste dura alguns segundos.

CF, lâmpadas do tipo (Compact Fluorescent)
são lâmpadas fluorescentes comuns, miniaturizadas, cujo bulbo, em forma de um fino tubo, é dobrado algumas vezes para que o corpo da lâmpada fique semelhante ao de uma lâmpada de tungstênio comum. Possuem encaixe em soquetes também de forma semelhante. Suas propriedades em termos de rendimento de cor (IRC) e uso em videoprodução são as mesmas das lâmpadas fluorescentes comuns.


fonte: http://www.fazendovideo.com.br/vtluz.asp

MESA DIGITALIZADORA? - PARA QUE SERVE EM MEU COMPUTADOR ?

As mesas digitalizadoras permitem trabalhar de forma mais parecida com a que se trabalha com ferramentas tradicionais

Sinais como dores no pulso e no ombro podem ser uma indicação da ineficiência do mouse como ferramenta artística. Além dos danos físicos o mouse não é tão sensível nas tentativas de obter resultados mais precisos, ele não reage a pressão nem à mudanças sutis na direção e inclinação da mão. Desenhistas, arquitetos, designers, webdesigners, fotógrafos digitais, entre outros, são exemplos de profissionais que têm suas habilidades limitadas pelo uso do mouse. Por estes motivos, as mesas digitalizadoras desempenham um papel importante, permitindo trabalhar de forma mais parecida com a que se trabalha com ferramentas tradicionais. Neste guia, vamos mostrar como estas mesas funcionam, a sua composição e os modelos disponíveis no mercado.

Composição das mesas digitalizadoras
Uma mesa digitalizadora, também chamada de tablet, é formada por uma espécie de “mouse-pad sensível” e uma caneta. Algumas também possuem um mouse, entretanto, é possível continuar usando o mouse convencional e manter os dois equipamentos instalados e funcionando ao mesmo tempo. As mesas atuais são USB, e algumas canetas funcionam a pilha. Elas também possuem alguns botões de funções como copiar, colar, salvar, entre outras.

Como elas funcionam
Na superfície da mesa digitalizadora há uma área retangular onde você desloca a caneta para mover o cursor na tela. As funções são semelhantes a um mouse, e um toque com a caneta equivale a um clique, assim como arrastar a ponta da caneta é como clicar e arrastar. Quem usa o equipamento pela primeira vez estranha a movimentação lenta do cursor, pois em uma mesa digitalizadora, cada ponto da área de funcionamento da mesa equivale a um ponto na tela do monitor. Por exemplo: ao posicionar a caneta no canto inferior direito da mesa, o cursor se posiciona nesse mesmo local. Na caneta também existem botões que funcionam como duplo clique, botão direito e funções programáveis. Algumas canetas vêm com uma espécie de “borracha virtual” na extremidade, para apagar possíveis erros.

Função das mesas digitalizadoras
Além de substituir o mouse com mais precisão e com menos riscos de dores incômodas para os que usam o mouse durante muito tempo, a mesa digitalizadora permite trabalhar de forma mais parecida com a que se trabalha com ferramentas tradicionais. Nos softwares como Photoshop e Painter, por exemplo, é possível mudar a espessura do traço ou a intensidade de uma ferramenta pressionando a caneta com mais ou menos força. Com isso a edição de imagens terá mais flexibilidade e os desenhos e pinturas ficam mais naturais.
Modelos
Existem diversos modelos de mesas digitalizadoras disponíveis no mercado. Uma das principais características a ser levada em conta antes da compra é o tamanho, mais especificamente a área de trabalho do equipamento.
O menor modelo com 4 x 3 polegadas, pelo seu tamanho reduzido não são recomendados para desenho. Modelos médios com 4 x 5 ou 6 x 8 polegadas, apesar de não serem muito grandes facilitam na hora de alcançar as extremidades de tela.
Os modelos maiores com 9 x 12 polegadas, equivalente a uma folha A4 e os 12 x 18 polegadas,equivalentes ao tamanho A3, são indicados para pessoas com habilidade para pintura e desenho em grandes superfícies. Outro fator que merece atenção é a resolução, que indica a quantidade de pontos que a mesa registra na área de trabalho. Os valores variam geralmente entre 1.000 e 5.000 linhas por polegada. Portanto, quanto maior a resolução melhor a qualidade de imagem. A quantidade de níveis de pressão também deve ser observada, pois dão a dimensão da sensibilidade entre o equipamento e a caneta.
As mesas digitalizadoras possuem um programa para ser instalado no computador e alguns podem gerar incompatibilidade com alguns softwares, portanto, certifique-se se o modelo desejado é compatível com os programas usados por você.
Depois destas dicas, tendo em mente a real utilidade que você quer para as mesas e o dinheiro disponível, Boas compras!

fonte : http://guias.zura.com.br/2008/08/19/mesas-digitalizadoras/

TV À PROVA D'AGUA !

Hydra é o nome da nova TV LCD da empresa Séura. O que me chamou atenção é o fato de ela ser à prova d’água, o que faz com que seja um ótimo aparelho para ser colocado em cozinhas e banheiros, inclusive em chuveiros e banheiras. O tamanho de sua tela é de 19″ e o design é leve e elegante e você ainda pode escolher entre as diversas cores disponíveis. As cores padrões (pérola e preta) estão saindo por algo em torno de US$600. Algumas de suas características são:


◦Resolução de 1080p
◦Entrada HDMI
◦Entrada para PC
◦ATSC/NTSC
◦Controle remoto à prova d’água


fonte: http://www.tekgirl.com.br/index.php/2010/02/01/hydra-tv-a-prova-dagua/

CARREGADOR DE CELULAR NA BIKE - FORÇA NO PEDAL !

Nokia lança carregador de celular para bicicletas


O kit é composto por um carregador e um dínamo, bem como um suporte para fixar o telefone na bicicleta. O dínamo, um pequeno gerador elétrico, usa o movimento das rodas para carregar o aparelho através de um conector padrão de dois milímetros, que é encontrado na maioria dos telefones móveis da Nokia, disse a empresa.
O kit inicia e para de carregar quando a velocidade da bicicleta é de 6 km / h e 50 km / h, respectivamente. Para atingir a mesma eficiência de carregadores eléctricos o ciclista tem que pedalar a 12 km / h, de acordo com uma ficha de Nokia.
O kit carregador bicicleta estará disponível antes do final do ano, e deverá custar cerca de € 15 ( $ 18), segundo um porta-voz.

 
 
fonte: http://www.obloog.com/tecnologia/2010/06/nokia-lanca-carregador-de-celular-para-bicicletas/

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Manifesto sobre os ANALFATECS !

Bem com as mudanças tecnológicas desde os anos 80, surgiram certos tipos de analfabetismo. O primeiro deles foi com o aparecimento da internet e com o uso bem mais freqüente do computador.

Nessa fase, os mais jovens conseguiram se adaptar muito bem, mas houve no inicio certa resistência sobre essa novidade tecnológica e muita gente se tornou ANALFABIT.
Como bem sabemos na década seguinte um ANALFABIT não poderia mais existir no mundo, pois o uso do computador para trabalhar, estudar e até mesmo se relacionar estava cada vez mais obrigatório.
Então como tudo na vida houve uma corrida desenfreada para se fazer cursos e reciclagens para aperfeiçoar o uso do computador e facilitar a entrada no mundo digital.
A inclusão digital se tornou até preocupação de nosso governo como também em todo mundo civilizado.
É, mas junto com tudo isso, a tecnologia não parou. No inicio dessa década começaram a surgir equipamentos domésticos cada vez mais sofisticados.
Forno de micro ondas digital, máquina de lavar com programação à distância, ar condicionado com controle remoto e por ai vai.
E agora a coisa ficou tão intensa que para comprar uma TV nova, um celular, uma maquina de fotografar, um Bluray player, um micro computador ou mesmo um modelo novo de DVD você tem que conhecer certas expressões que estão a sua vista e muitas vezes não se dá conta da importância de conhecê-las.

BD, HDMI, DV, USB2, FIREWIRE2, 1080P, 1080I, DVI ,SATA2, FULLHD, HDTV, DIGITAL VIDEO, DVCAM, HDV, DUAL MIDIA, FULL COMPACT, SETUPBOX, CCD, CMOS, LED, PLASMA, LCD, 3D, WEBCAM, 4:3, 16:9
e muitas outras siglas e expressões são muito importantes para a compra certa de seu equipamento digital desde uma TV nova para ver sua novela como o seu novo note book para fazer os seus trabalhos .
Sei que a maioria se preocupa mesmo só com o preço e as condições de pagamento e nem se dá conta que uma compra errada agora pode lhe custar muito no futuro fazendo o seu novo equipamento ficar obsoleto mais rápido do que você pode imaginar ou até mesmo antes de terminar de paga-lo.
O que mais me preocupou com isso é que grande parte das pessoas , embora já tenham ouvido em comercias de TV ou revistas algumas dessas expressões e nem se preocuparam em saber o que são ou para que servem .
Ai veio às conseqüências : TV comprada a menos de dois meses que não atende a necessidade , computador que não serve para o trabalho que você queria e muitas outras aquisições erradas que vejo por ai o dia todo .
Dessa forma tive a preocupação de criar um BLOG com a finalidade de esclarecer tudo isso numa linguagem simples e direta .
Lá você encontra tudo sobre o mundo digital , novidades , explicações sobre equipamentos , significado de cada expressão relevante na hora da compra de sua TV , celular , computador ou player de sua escolha .
O melhor que tudo isso é de graça , sem inscrições , parcelas ou qualquer outra forma de pagamento . Afinal a WEB 2.0 esta ai para isso , informar e compartilhar !
Então você agora só vai ser um ANALFATEC se quiser e assim poderá desfrutar melhor o mundo DIGITAL que cada dia esta muito mais presente na sua vida .

O endereço: http://naativaproducoes.blogspot.com/

INTERNET VIA SATÉLITE , MUITO BOA MAS MUITO CARA ...

Como funciona a Internet via satélite?

A internet evoluiu com grande velocidade, o que acarretou numa demanda excessiva de usuários e poucas linhas para atender a tantas pessoas.
A princípio, nas grandes cidades tudo foi instalado como num piscar de olhos, mas em cidades mais distantes ou em áreas rurais a falta de cabos sempre foi um problema que impedia as pessoas de se conectarem ao mundo.

O satélite chegou para ajudar
Foi justamente com a falta de cabos em áreas pouco habitadas, que algumas empresas aproveitaram para criar o serviço de internet via satélite. Como este serviço requisita alta tecnologia, tanto na residência das pessoas quanto no espaço, o custo da tecnologia ficou muito elevada e somente quem tem um alto poder aquisitivo aderiu a ideia.

O que é necessário para utilizar internet via satélite?
Assim como qualquer serviço banda larga, a internet via satélite também precisa de algum aparelho na residência do usuário para poder converter o sinal da internet em dados que o computador possa interpretar. A diferença é que ao utilizar banda larga através de satélite, você necessita de dois modems (ao invés de apenas um) e claro, de uma mini antena parabólica.

Como funciona
A banda larga via satélite funciona de maneira muito semelhante à ADSL comum. No entanto, ao invés dos dados passarem por um caminho muito longo, cheio de cabos, eles são acessados com uma velocidade muito maior visto que o satélite tem uma conexão direta com a antena que o usuário tem em casa.
Apesar de ter um alto custo, esta tecnologia pode ser a única solução para algumas regiões
Veja no infográfico abaixo um modelo básico de como funciona a internet via satélite.



1. Você acessa um website.
2. O Modem 2 (o que envia dados) processa sua requisição e manda a informação para a antena de que você deseja acessar aquele site.
3. A antena se encarrega de transmitir os dados para o satélite.
4. O satélite recebe sua requisição.
5. O satélite se comunica com uma antena na Terra que irá retornar os dados que você pediu.
6. A antena Base envia os dados do site de volta para o satélite.
7. O satélite transmite o site para sua antena.
8. O Modem 1 (responsável por receber dados) aceita os dados da antena e transmite para seu computador.

Problemas diversos
A internet via satélite não se popularizou por diversos motivos. Dentre eles está o problema do preço, o qual é exorbitante perto dos serviços de internet comum. Outro grande defeito dessa tecnologia é que qualquer objeto que passe na frente de sua antena, ou até mesmo quando vai chover, você não consegue mais acessar a internet.
Devido a estes fatos, a Internet Via Satélite fica geralmente a cargo de instituições e é utilizada em locais de difícil acesso ou muito pobres, como no Haiti.

fonte: http://teteraconsultoria.com.br/blog/como-funciona-a-internet-via-satelite/

O QUE É FIREWIRE ?

Retirado do site Comotudofunciona.com.br:


IntroduçãoSe você gosta de vídeo digital, provavelmente já ouviu o termo FireWire. Talvez o conheça como o i.Link da Sony ou então como IEEE 1394, seu nome oficial. O FireWire é uma maneira de conectar diferentes partes de um equipamento, de forma que possam transmitir informações de forma fácil e rápida.
Criado originalmente pela Apple e padronizado em 1995 como Barramento Serial de Alto Desempenho IEEE 1394, o FireWire é muito similar ao Barramento Serial Universal (USB). Os designers do FireWire tinham em mente vários objetivos quando o criaram:
alta taxa de transferência
capacidade de colocar vários dispositivos no barramento
facilidade de uso
função hot-pluggable (conectar os equipamentos sem os desenergizar)
fornecimento de energia pelo cabo
desempenho plug-and-play
baixo custo de cabeamento
baixo custo de implementação

O que é FireWire
FireWire é um método de transferência de informações entre dispositivos digitais, em especial, equipamentos de áudio e vídeo. Também conhecido como IEEE 1394, o FireWire é rápido: sua última versão atinge velocidades de até 800 Mbps. No futuro, quando os fabricantes renovarem os atuais cabos, a expectativa é de que esse número pule para inacreditáveis 3,2 Gbps.
É possível conectar até 63 dispositivos a um barramento FireWire. Os sistemas operacionais Windows (98 e posteriores) e Mac OS (8.6 e posteriores) são compatíveis com essa tecnologia.
Digamos que a sua filmadora digital esteja conectada ao seu computador. Quando ele é iniciado, cria uma fila de dispositivos conectados ao barramento e distribui um endereço a cada um deles, em um processo chamado de enumeração. O FireWire é plug-and-play, ou seja, se você conectar um dispositivo FireWire, ele será detectado automaticamente pelo sistema operacional, que pedirá o disco com o driver do dispositivo. Se ele já tiver sido instalado anteriormente, o computador simplesmente o ativa e comunica-se com ele. Os dispositivos FireWire são hot pluggable, o que significa que podem ser conectados e desconectados a qualquer momento, mesmo que o fornecimento de energia esteja ligado.
Especificações FireWireA especificação FireWire original, FireWire 400 (1394a), era mais rápida que o USB quando foi lançada. O FireWire 400 ainda é usada e apresenta:
distância máxima entre dispositivos de 4,5 m (comprimento do cabo)
O lançamento do USB 2.0, que apresenta velocidades de transferência de até 480 Mbps e até 5 m de distância entre dispositivos, acabou com a diferença entre esses dois padrões concorrentes. Porém, em 2002, o FireWire 800 (1394b) começou a aparecer nos dispositivos à venda. Assim, o USB 2.0 foi esquecido. O FireWire é capaz de:
taxas de transferência de até 800 Mbps
distância máxima entre dispositivos de 100 m (comprimento do cabo)
O padrão mais veloz 1394b é compatível com o 1394a.
FireWire contra USBA principal diferença entre o FireWire e o USB é que o primeiro é destinado a dispositivos que trabalham com muito mais dados, como filmadoras, DVD players e equipamentos de áudio digital. Ambos compartilham várias características, mas se diferem em alguns pontos importantes.
Tipo de barramento Serial Serial Serial Serial
Tipo de cabo Par trançado (4 fios: 2 de energia, 1 conjunto de par trançado) Par trançado (4 fios: 2 de energia, 1 conjunto de par trançado) Par trançado (6 fios: 2 de energia, 2 conjuntos de pares trançados) Par trançado (8 fios: 2 de energia, 2 conjunto de pares trançados, 2 terra)
Compartilhável Sim - baseado no host Sim - baseado no host Sim - ponto a ponto Sim - ponto a ponto
Topologia de rede Cadeia Cadeia Hub Hub
Como você pode observar, os dois são muito parecidos. A implementação do FireWire custa um pouco mais do que a do USB. Isso levou o USB a ser padrão para a maioria dos periféricos que não necessitam de um barramento de alta velocidade.
Velocidade à parte, a grande diferença entre o FireWire e o USB 2.0 é que este último é baseado no host, o que significa que o dispositivo tem que estar conectado a um computador para realizar a comunicação. O FireWire é peer-to-peer (ponto a ponto), o que significa que duas câmeras FireWire podem se comunicar entre si sem passar por um computador.
Cabos e conectores FireWireOs dispositivos FireWire podem ser alimentados ou não por energia elétrica. O FireWire permite que os dispositivos obtenham energia pela conexão. Dois condutores de energia no cabo podem fornecer energia (máximo de 8 a 30 volts e 1,5 ampères) do computador a um dispositivo sem energia. Dois jogos de pares trançados transportam os dados em um cabo FireWire 400 utilizando uma configuração de 6 pinos.
Alguns dispositivos menores com suporte FireWire utilizam conectores de 4 pinos para economizar espaço, omitindo os dois pinos utilizados para o fornecimento de energia.
Cabo adaptador FireWire (configuração de 9 pinos à esquerda)
Os cabos FireWire 800 utilizam uma configuração de 9 pinos. Seis desses pinos são os mesmos no conector 1394a (mostrado acima). Dois dos pinos adicionais fornecem uma conexão terra para proteger os outros fios de interferência e o terceiro pino adicional não faz nada até o momento [ref. - em inglês].
Como o FireWire 800 é compatível com a versão anterior FireWire 400, existe uma variedade de adaptadores disponíveis para facilitar a combinação dos dois padrões no mesmo barramento. Existem também dois tipos de FireWire 800 disponíveis: uma porta "bilíngüe" comporta os dois padrões FireWire, enquanto que uma porta "apenas-b" aceita apenas um conector FireWire 800.
Enviando dados via FireWireO FireWire utiliza endereçamento fixo de 64 bits, baseado no padrão IEEE 1212 (em inglês). Existem três partes para cada pacote de informações enviado por um dispositivo via FireWire:
um ID de barramento de 10 bits, que é usada para determinar de qual barramento FireWire os dados vieram; um ID físico de 6 bits, que identifica qual dispositivo no barramento enviou os dados;
uma área de armazenamento de 48 bits, que é capaz de endereçar 256 terabytes de informação em cada nó.
O ID de barramento e o ID físico juntos compõem o ID de nó de 16 bits, o que permite 64 mil nós em um sistema. Os dados podem ser enviados por até 16 pulos (dispositivo a dispositivo). Os pulos acontecem quando dispositivos estão ligados por uma cadeia. Observe o exemplo abaixo. A câmera de vídeo está conectada ao disco rígido externo, que, por sua vez, está conectado ao Computador A. Este se conecta ao Computador B, que está conectado ao Computador C. Logo, são necessários quatro pulos para que o computador C acesse a câmera.
Vamos admitir que todos os dispositivos nessa configuração estejam equipados com o FireWire 800, a filmadora pode estar a até 400 m do Computador C.
Agora que vimos como funciona o protocolo de conexão FireWire, vamos dar uma olhada mais de perto em uma das aplicações mais populares: a transmissão de vídeo digital.
FireWire e o vídeo digitalO FireWire realmente se destaca quando se trata de aplicações de vídeo digital. A maioria das câmeras digitais ou filmadoras possuem hoje um conector FireWire. Quando você liga uma filmadora ao computador usando o FireWire, a conexão é fantástica.
Um importante elemento do FireWire é o suporte de dispositivos isócronos. No modo isócrono, os dados fluem entre o dispositivo e o computador em tempo real, com largura de banda garantida e sem correção de erro. Basicamente, isso significa que um dispositivo, como uma filmadora digital, pode solicitar que o computador compartilhe largura de banda suficiente para que ela envie o vídeo não comprimido em tempo real. Quando a conexão FireWire computador-câmera entra em modo isócrono, a câmera pode enviar o vídeo ao computador em um fluxo estável, sem que nada interfira no processo.
Você pode facilmente criar e editar projetos de vídeos personalizados usando discos rígidos rápidos, uma filmadora digital e um computador. Com o software adequado, o computador e a câmera se comunicam. O computador pode baixar todos os vídeos automaticamente e com clareza digital perfeita. Como o conteúdo é digital do início ao fim, não há perda de qualidade quando se trabalha com sucessivas produções.

fonte: http://www.placadevideo.info/forum/view-postlist/forum-18-hardware-em-geral/topic-467-como-funciona-o-firewire

MELHOR CÂMERA USB DO MUNDO ?

Análise da webcam VTrex 120fps

por: Gerson Henrique Diesel


Deixar um comentário Faz alguns meses que adquiri uma webcam para testar um software de multitoque, o CCV (Community Core Vision), que para seu pleno funcionamento, exigia uma camera de alto FPS.
Procurando pela web, me deparei com o anúncio de uma webcam de 120fps! Adquiri a mesma pensando que seria a ideal para o meu projeto. Contudo, após testes, percebi que esta câmera é de ATÉ 120fps! Ou seja, ela PODE atingir 120fps dependendo das condições do ambiente e sua luminosidade. Após preparar a câmera para capturar somente infra-vermelho, consegui somente 18fps em média. Um custo muito alto de fps. Além disto, os 120fps só são alcançados com a resolução mais baixa. Quanto maior a resolução, menos FPS.
Isto se deve ao fato de esta câmera possuir o recurso AUTO EXPOSURE (exposição automática), que ajusta automaticamente a qualidade da imagem de acordo com a quantidade de luz do ambiente. Este ajuste automático custa vários FPS, ou seja, para manter a imagem com uma qualidade boa em baixas condições de luminosidade, ela necessita baixar os FPS. Pena que só fui descobrir isto após me deparar com o problema, mas pesquisa é para isto mesmo.
Infelizmente, nesta câmera, não é possível desabilitar este recurso. Nas configurações da câmera no windows a caixa referente à exposição automática fica desabilitada (cinza escuro) e no Linux (sim, esta câmera funciona no Linux), o comando para desabilitar o auto exposure retorna um erro.
Existem outras câmeras que possuem o FPS fixo, e a possibilidade de desabilitar o recurso de exposição automática. Uma delas é a Philips SPC900NC, que possui 90fps, e é utilizada inclusive para observação astronômica.
Mas para quem ainda planeja adquirir esta webcam para uso trivial (videochat, conferência, youtube, etc…) pode ser uma boa opção. Por isto deixo aqui um review e algumas imagens da câmera.

Características:
•A Webcam possui uma base/clip grande podendo ser apoiada na mesa ou então "clipada" na tela do notebook ou em uma tela de LCD.
•Possui 4 leds brancos que auxiliam na iluminação do ambiente, ligados através de um interruptor localizado atrás da câmera.
•Gira 360 graus horizontais em sua base.
•Funciona em Windows e Linux.
•O chip da webcam é um SUNPLUS SPCA2000A.
•Acompanha software de efeitos especiais. Este programa se diz composto de +4000 efeitos especiais. Mas não se engane, este número é alcançado com combinações de efeitos. Por exemplo: olhos + cabelo + fundo + outros efeitos.
• Possui microfone embutido.
•Conexão USB e P2 para o microfone.

fonte: http://www.gersondiesel.com.br/2010/02/16/analise-da-webcam-vtrex-120fps/comment-page-1/

AI, GAME MANÍACOS - A PLACA DOS SONHOS CHEGOU !!!!!

[CES 2010] ASUS Rampage III Extreme posa para as câmeras
autor: subzero


A Asus levou para a Consumer Electronics Show uma das placas mães mais desejadas do mercado, a Republic of Gamers (ROG) Rampage III Extreme.
Voltada para o mercado TOP, a mobo é baseada na dupla da Intel X58 Express + ICH10R, sendo compatível com os processadores Core i7 (incluindo o aguardado six-core Core i7 980X de 32nm), possuindo espaço para 4 slots PCI-Express 2.0 x16, um novo conjunto de melhorias para overlcock – como é o caso da conexão remota ROG, que permite que o usuário faça o controle de qualquer dispositivo com Java e Bluetooth – slot para SATA 6Gbps, USB 3.0 via PCI-Express 2.0 bridge e VRM para CPU mais poderoso para manter a placa estável mesmo em condições extremas.
O VRM é agora alimentado por dois conectores ATX de 8 pinos, além dos dois conectores Molex de 4 pinos. Esse sistema de redundância é necessário para manter a estabilidade elétrica. Os circuitos de energia da CPU e memória utilizam super capacitores ML para uma transmissão de energia mais limpa.
Os leitores de voltagens estão localizados próximos dos slots DIMM para uma melhor acessibilidade so sistema. A Republic of Gamers (ROG) Rampage III Extreme faz uso de heatsinks mais finos, que parece ser feitos de compostos cerâmicos, semelhantes aos utilizados pela linha TUF Sabertooth P55.
Os slots de expansão são compostos de 4 PCI-Express 2.0 x16 (electrical x16, NC, x16, NC; ou x8, x8, x8, x8), 1 PCI-Express 2.0 x4 e 1 PCI. O chip PLX ExpressLane PEX 8613 dá um total de até 12 camadas ao PCI-Express 2.0 (utilizando 3 portas) conectando-se ao southbridge via link PCI-Express 1.1 x4. Desta forma, qualquer dispositivo PCI-E 2.0 pode fazer uso do total da largura de banda, como é o caso dos controladores duplos para SATA de 6Gbps da Marvell e para o USB 3.0.
Fechando a gama de opções, a placa mãe possui áudio de 8 canais com saída SPDIF óptica, gigabit Ethernet, Bluetooth, eSATA, USB 2.0 e 3.0.

fonte: http://www.adrenaline.com.br/tecnologia/noticias/3933/ces-2010-asus-rampage-iii-extreme-posa-para-as-cameras.html

NOVIDADES 3D DA SONY .

[CES 2010] Sony apresenta seus planos para 3D, incluindo o PS3

autor: mauro

Confirmando os planos de expansão da tecnologia 3D para os lares dos usuários "vazados" recentemente, a Sony divulgou na CES 2010 os produtos que pretende lançar com este objetivo durante este ano.
De acordo com o site da companhia, a meta é "oferecer uma série de opções em entretenimento 3D para os lares em 2010, alavancando diversos negócios para criar um mundo 3D abrangendo desde eletrônicos e games até conteúdo de filmes".



O vídeo acima foi apresentado durante a conferência da Sony na CES, ilustrando alguns dos produtos apresentados, que incluem TVs de LCD da linha Bravia, players de Blu-ray compatíveis com 3D com sistemas de home theater embutidos e ainda computadores VAIO e câmeras digitais compatíveis com a tecnologia.



Para o Playstation 3, a Sony reserva uma surpresa especial: Todas as unidades a partir do segundo semestre serão compatíveis com 3D estereoscópico (a mesma tecnologia dos óculos 3D Vision, da NVidia). A atualização do firmware dos aparelhos será feita on-line, tornando ainda os consoles capazes de reproduzir filmes 3D em Blu-ray.
E já que estamos falando de Playstation, outro ponto interessante da conferência da Sony foram os novos vídeos da campanha publicitária "make.believe", mostrando a relação da tecnologia com as experiências cotidianas dos usuários. Um exemplo é um jogador de Gran Turismo que acabou se tornando piloto de verdade

fonte: http://www.adrenaline.com.br/tecnologia/noticias/3897/ces-2010-sony-apresenta-seus-planos-para-3d-incluindo-o-ps3.html

quarta-feira, 2 de junho de 2010

MENOR CÂMERA DIGITAL DO MUNDO !

A menor câmera digital do mundo... É isso que o site Geek Alerts afirma sobre o seu produto. O produtor diz que já havia lançado um modelo parecido no passado mas este novo protótipo se superou. Com a incrível medida de de 4 cm x 2 cm. Nada mal... Conformo você vê na imagem acima a câmera pode ser comparada com uma moeda que em pé, chega a quase a mesma altura da câmera.

Gravação de alta resolução de vídeo com som

Campo de visão de 72 graus
Forte invólucro de alumínio
Inclui 2 GB de cartão Micro SD de 1 hora de gravação
Compatível até um cartão Micro SD de 8GB
Início de voz opcional ativado / Parar a gravação
Records, em formato de vídeo AVI
Pode ser usado como uma webcam para PC
Software de vídeo fornecido
Resolução de vídeo: 640 x 480, 30fps
Imagens estáticas: 2 megapixel
Vida da bateria: 1 hora
Medidas: 4cm x 2cm
Pesa: 40g

Para se ter uma ideia o peso de 40 gramas equivale a um isqueiro... Além de pequeno, muito leve... A qualidade não é das melhores embora dê pra tirar algumas boas fotografias. A camêra está disponível à venda na loja da Firebox pelo preço  de aproximadamente R$ 190.



ANIMAÇÃO NOVA NA TELA DO CINEMA! (Batalha por T.E.R.A.)

Batalha por T.E.R.A. (Battle For Terra)


Elenco: Vozes de: Evan Rachel Wood, Brian Cox, Luke Wilson, Justin Long, Dennis Quaid, David Cross, Chris Evans, Amanda Peet, James Garner.

Direção: Aristomenis Tsirbas
Gênero: Animação
Duração: 85 min.
Distribuidora: Playarte Pictures
Estreia: 11 de Junho de 2010

Sinopse: Maia é uma adolescente que vive num bonito e pacífico planeta. O que ela e seus amigos não sabem, é que os últimos habitantes da Terra esgotaram seus recursos e agora buscam um novo lugar para habitar. Os humanos descobrem que o planeta de Maia pode ser uma solução, mas os nativos não suportarão as mudanças que serão necessárias e a raça acabará. Quando os terráqueos invadem o planeta, o pai de Maia é sequestrado e ela rapta um piloto acidentado. Enquanto cuida dele, os dois se tornam amigos e criam um plano que poderia salvar as duas raças.


TRAILER:



FOTOS:







PROJETOR DE FOCO CURTO 3D - PARA QUALQUER ESPAÇO !

Primeiro projetor 3D de Foco Curto do mundo. Da Sanyo


Ele está longe de ser bonito (eu particularmente teria até vergonha de deixar exposto em casa) mas a tecnologia envolvida trás toda a magia de Avatar para a sua casa e você nem precisa de uma sala tão grande para projetar a imagem.
O Modelo PDG-DWL2500J da Sanyo é capaz de projetar imagens a 2,5cm de distância em uma parede ou uma tela e tem algumas Specs interessantes:

•3D Capable (Requer óculos 3D active shutter)
•Resolução WXGA 16:10
•Porta Ethernet
•HDMI
•Autofalante de 10W
•Projeta até 110 polegadas

Se você pensa em comprar um desses para deixar na sua mochila e assistir 3DPorn futebol com os amigos no fim de semana, esqueça. Além de pesar 6,7Kg ele custará a bagatela de US$4,868 (ou R$ 20.000 se contarmos nossos impostos!´).
Sério, a Sanyo precisa realmente de uns designers para projetores… se continuar assim, tá difícil!

Autor: Guz
fonte: http://oxenti.com/www/2010/05/19/primeiro-projetor-3d-de-foco-curto-do-mundo-da-sanyo/

IMAGENS PROJETADAS NA ÁGUA ! INCRÍVEL !

Desde o final de tarde desta segunda-feira (21/12/2009) em Tóquio uma nova atração foi criada. Imagens sobre o nascimento da Terra estão sendo projetadas em uma tela de água.

A tela de água em forma de leque, tem 40m de altura e é feita através de um chafariz localizado na ilha artificial de Odaiba, na baía de Tóquio. Com a ajuda de um projetor localizado pouco distante da tela, imagens coloridas podem ser vistas “no ar”.
O show tem duração de 15 minutos e será reproduzido 4 vezes por noite até o dia 11 de janeiro de 2010. Simplesmente incrível!

fonte: http://telacheia.com/blog/?p=1466

IMAGENS 3D EM CASA !

A emoção 3D que varreu cinemas no ano passado, agora está indo para sua sala. Na sequência de um padrão Blu-ray para a alta definição em 3D, Panasonic, Sony e Samsung são as primeiras a liberar home theater que podem exibir filmes em 3D na glória de alta definição completa. Usando uma combinação de players em 3D com capacidade de Blu-ray, TVs e, sim, os óculos, os sistemas são capazes de entregar em separado uma tela cheia em 1080p para cada olho. A técnica que eles usam cria uma imagem tão vívida quanto em uma sala de cinema sem a necessidade de uma reformulação profunda da tecnologia de TV. E dentro de alguns anos, um novo padrão de televisão a cabo pode até trazer eventos ao vivo como o Super Bowl para o seu televisor de alta definição e em 3D.


O BLU-RAY PLAYER
Os discos Blu-ray têm bastante espaço para armazenar um sinal 3d separado para cada olho (que é o dobro de informações como em um filme de 2-D), bem como a necessidade de codificação para especificar qual a imagem é para o lado esquerdo e que para a direita. Players 3D Ready usam um chip especial para interpretar essas informações e enviá-las a uma TV 3D Ready.

A TV
Vemos as imagens em profundidade, quando nossos olhos esquerdo e direito se fundem num só, para re-criar essa em alta definição, TVs devem atualizar a imagem pelo menos 120 vezes por segundo, alternando com quadros para o olho esquerdo e direito, que engana o cérebro vendo apenas uma imagem. A maioria dos novos televisores são rápidos o suficiente para fazer isso, mas deve ser 3D, as TVs devem incluir um chip conversor e software para quebrar o sinal e separar as imagens esquerda e direita. Um feixe de infravermelho ou rádio sincroniza os vidros do óculos com a tela para produzir o efeito 3D final.

O ÓCULOS
óculos de obturador ativo, como aqueles incluídos no sistema da Panasonic, rapidamente bloqueiam um olho de cada vez, para que cada olho veja somente o quadro significavo à ele. Os óculos possuem duas pequenas lentes em preto e LCD claro que escurecer ou clarear quando um pulso de rádio ou infravermelho da TV (ou um add-on do emissor) sinaliza que a imagem está mudando.

 
 
 
fonte: http://www.guiadohardware.net.br/hardware/como-funciona-a-tecnologia-de-tv-3d-blu-ray-3d-oculos-3d-players-3d-copa-em-3d/

BLURAY; AGORA EM QUALQUER LUGAR !

Panasonic apresenta DMP-B100, um leitor de Blu-ray portátil


A Panasonic apresentou o DMP-B100, o seu mais recente leitor de Blu-ray portátil, ideal para utilizadores que querem ter acesso a filmes de alta definição em movimento…
Este leitor traz consigo um ecrã TFT de 8.9 polegadas, com uma resolução de 1024 por 600. Suporta vídeos MPEG-2 e AVCHD juntamente com cartões de memória SD, SDHC e SDXC.
O leitor Blu-ray oferece até 6horas de duração de bateria enquanto visualiza um filme e traz ainda consigo uma porta de saída HDMI.


fonte : http://www.kerodicas.com/noticias/artigo=32535