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sábado, 22 de maio de 2010

NOVIDADE NO MUNDO DA TV EM PERNAMBUCO !

Agora todos nos podemos contar com uma grande novidade!
Em breve teremos uma WEBTV ,vinda do agreste, com programação variada dotada de conteúdo local da melhor qualidade . Também essa futura TV contara com uma programação ao vivo mostrando o melhor da capital e do interior de nosso estado não esquecendo da interatividade de seus telespectadores .
Informação , lazer e cultura num só local para você e toda sua família .

Pois é, uma TV de pernambucanos para pernambucanos chegando em todo mundo !

Como funciona a televisão de alta definição (HDTV)

Introdução


Quando os primeiros aparelhos de televisão de alta definição (HDTV) chegaram ao mercado, em 1998, os cinéfilos, fanáticos por esportes e aficionados por tecnologia ficaram muito animados, e com razão. Anúncios dos aparelhos sugeriam um paraíso em termos de televisão, com uma resolução superior e som melhor ainda. Com a HDTV, também seria possível ver filmes no formato original widescreen, sem aquelas tarjas pretas que algumas pessoas detestam.
Mas para muitas pessoas, a HDTV não foi uma fonte de experiências transcendentais em frente da telinha. Pelo contrário, as pessoas saíam para comprar uma TV e se viam rodeadas por abreviaturas confusas e muitas escolhas. Algumas, ainda por cima, ligavam sua HDTV nova e descobriam que a imagem nem era tão boa assim.
Felizmente, alguns pontos básicos facilmente colocam um fim nessa confusão. Neste artigo, explicaremos as siglas e os níveis de resolução e mostraremos como a transição para a TV totalmente digital está sendo feita nos Estados Unidos. Também mostraremos tudo o que você precisa saber se quiser mudar para a HDTV.
As HDTVs não são necessariamente grandes. Esta TV de 26" é "pronta pra HDTV".

Analógico, digital e alta definição
Há anos, assistir TV envolve sinais analógicos e aparelhos de CRT (tubo de raios catódicos). O sinal é feito de ondas de rádio continuamente variáveis que a TV traduz em imagem e som. O sinal analógico chega até a TV pelo ar, por cabo, ou via satélite. Sinais digitais, como os dos aparelhos de DVD, são convertidos para sinais analógicos quando são transmitidos em TVs tradicionais. Você pode ler sobre como a TV interpreta o sinal em Como funciona a televisão.

Este sistema funcionou muito bem por bastante tempo, mas tem algumas limitações:

•O CRT convencional exibe cerca de 480 linhas visíveis (ou linhas de pixels). As emissoras trabalham com sinais que funcionam bem nesta resolução há anos, e não conseguem produzir uma resolução suficiente para preencher uma televisão enorme com o sinal analógico.

•Imagens analógicas são entrelaçadas - o canhão de elétrons do CRT pinta somente metade das linhas em cada passagem tela abaixo. Em algumas televisões, o entrelaçamento faz a imagem piscar.

•Converter vídeo para o formato analógico reduz a sua qualidade.


Televisões analógicas como esta não podem usar o sinal digital sem um conversor

As emissoras americanas estão mudando para o formato de TV digital (DTV). O sinal digital transmite a informação para vídeo e som na forma de uns e zeros ao invés do formato de onda. Para a transmissão pelo ar, a TV digital geralmente usa a porção UHF do espectro do rádio com uma banda de 6 MHz, como os sinais de TV analógicos.



A TV digital tem várias vantagens:

•A imagem, mesmo quando exibida em uma TV pequena, é de qualidade superior.

•O sinal digital consegue suportar uma resolução maior, então a imagem continua boa mesmo quando é exibida em uma tela de TV maior.

•O vídeo pode ser progressivo ao invés de entrelaçado - a tela mostra a imagem inteira para cada quadro ao invés de uma linha de pixels sim, outra não.

•Canais de TV podem transmitir vários sinais usando a mesma banda, o que chamamos de multitransmissão.

•Se as emissoras quiserem, podem incluir conteúdo interativo ou informações adicionais ao sinal da TV digital.

•Ela suporta emissoras de alta definição (HDTV).

Mas a TV digital também tem uma grande desvantagem: TVs analógicas não conseguem decodificar e exibir sinais digitais. Quando a transmissão analógica terminar, você só vai poder assistir à TV em seu bom e velho televisor se você tiver TV a cabo ou via satélite que transmita sinais analógicos, ou se você tiver um conversor.
Isto nos leva ao primeiro equívoco da HDTV. Algumas pessoas acreditam que, como os Estados Unidos estão mudando para a HDTV, tudo de que vão precisar é uma TV nova e automaticamente terão a HDTV quando o serviço analógico terminar. Infelizmente não é bem assim.
A HDTV é apenas uma parte da transição da TV digital. Nós veremos mais detalhes sobre a HDTV, inclusive a diferença entre ela e a TV digital, no próximo capítulo.

TV digital x HDTV

O Comitê para Padrões de Televisão Avançados (ATSC) determinou padrões voluntários para a TV digital. Tais padrões incluem a forma como som e vídeo são codificados e transmitidos. Também fornecem diretrizes para diferentes níveis de qualidade. Todos os padrões digitais têm qualidade superior aos sinais analógicos. Os padrões HDTV são os mais altos de todos os sinais digitais.

Formato de tela padrão x formato de alta definição

A ATSC criou 18 formatos de transmissão digital para vídeo. O formato de qualidade mais baixa é quase igual à melhor qualidade que uma TV analógica consegue exibir. Os 18 formatos cobrem diferenças de:

•Formato de tela - a televisão padrão tem um formato 4:3 - quatro unidades de largura por três de altura. A HDTV tem formato 16:9, mais parecida com uma tela de cinema.

•Resolução - o menor padrão de resolução (SDTV) será semelhante à TV analógica e chegará a 704 x 480 pixels. A maior resolução HDTV é de 1920 x 1080 pixels. A HDTV consegue exibir cerca de dez vezes mais pixels que um aparelho de TV analógico.

•Taxa de quadros (frame rate) - a taxa de quadros de um aparelho diz quantas vezes ele cria uma imagem completa na tela por segundo. As taxas de quadros da TV digital geralmente terminam com "i" ou "p" para informar se são entrelaçadas (interlaced) ou progressivas (progressive). As taxas da TV digital variam de 24p (24 quadros por segundo, progressivos) a 60p (60 quadros por segundo, progressivos).

Muitos destes padrões têm exatamente o mesmo formato de tela e resolução - a diferença está nas taxas de quadros. Quando você escutar alguém falar de um aparelho HDTV "1080i", significa que este aparelho tem resolução nativa de 1920 x 1080 pixels e exibe 60 quadros por segundo, entrelaçados.

Os 18 padrões de TV digital

As emissoras podem escolher quais destes formatos vão adotar e se vão transmitir em alta definição - muitas já estão usando sinais digitais e de alta definição. Fabricantes de eletrônicos decidem quais formatos de tela e resoluções suas TVs vão ter. Os consumidores decidem quais resoluções são mais importantes para eles e compram seus equipamentos com base nisso.
Até a data de encerramento da transmissão analógica, as emissoras terão dois canais disponíveis para enviar sinal - um para o sinal analógico e um canal "virtual" para o sinal digital. Por enquanto, as pessoas podem assistir ao sinal digital transmitido pelo ar somente se sintonizarem no canal digital virtual da emissora. Quando as transmissões analógicas forem encerradas, as pessoas vão receber pelo ar somente sinais digitais.
No entanto, apesar de o sinal digital ser de qualidade superior ao sinal analógico, não é necessariamente de alta definição. A HDTV é nada menos que o padrão de TV digital mais alto. Mas ver uma imagem de alta definição e escutar o som Dolby Surround que a acompanha depende de duas coisas. Primeiro, a emissora tem que transmitir um sinal de alta definição. Segundo, você precisa do equipamento certo para recebê-lo e vê-lo. A seguir veremos como adquirir um aparelho HDTV e depois, o sinal digital.

MPEG-2
A TV digital geralmente usa codificação MPEG-2, o padrão da indústria para a maioria dos DVDs, a fim de comprimir o sinal em um tamanho razoável. A compressão MPEG-2 reduz o tamanho dos dados a uma razão de aproximadamente 55:1 e descarta grande parte da informação visual que os olhos humanos não conseguem perceber que está faltando.

O que comprar


EDTV

Quando for às compras, você provavelmente vai ver alguns aparelhos de TV de definição estendida (EDTV). A EDTV não é um dos formatos de transmissão digital - é a descrição do nível de qualidade de imagem que o aparelho pode produzir. Um aparelho EDTV pode produzir qualidade melhor do que o SDTV (definição padrão, televisores convencionais), mas não é um aparelho de HDTV. A maioria dos aparelhos de EDTV tem tela plana de cristal líquido (LCD) ou de plasma.
A transição para a TV digital é um grande avanço, mas não é a primeira mudança no sinal de TV. Em 1946, o Comitê Americano de Sistemas de Televisão (NTSC) começou a criar padrões para a transmissão nos Estados Unidos. Em 1953, os padrões NTSC foram alterados para aceitar a televisão em cores e em 1984 mudaram novamente para aceitar o som estéreo.
Mas foram mudanças diferentes das da TV digital porque eram retro-compatíveis - você podia assistir ao sinal novo na sua boa e velha TV. Com a TV digital, você vai precisar de equipamento novo, e o que você escolher vai afetar a forma como você recebe e assiste ao vídeo de alta definição. Você pode aprender como comprar um aparelho de TV digital em Como funciona a TV digital - mas aqui nós falaremos de HDTV.

Quando você for às compras, tenha em mente que a HDTV requer três coisas:

•uma fonte, como uma emissora local, a cabo ou via satélite

•uma maneira de receber o sinal, como uma antena, um cabo, ou um serviço via satélite

•um aparelho HDTV

Se você comprar um aparelho já pronto para HDTV, você vai precisar de um receptor antes de conseguir assistir às transmissões de alta definição
A maioria das pessoas começa pelo aparelho de TV. Você pode escolher:
•Uma HDTV integrada, que tem um sintonizador digital embutido, também conhecido como sintonizador ATSC. Se uma emissora perto da sua casa está transmitindo em HDTV, você pode plugar uma antena ao aparelho integrado e assistir ao canal em alta definição.
•Um aparelho pronto para HDTV, também chamado de monitor HDTV, que não tem um sintonizador HDTV. Os aparelhos prontos para HDTV geralmente têm sintonizadores NTSC, então você também consegue assistir à TV analógica neles. Esta é a opção caso você queira garantir a compatibilidade com HDTV mais adiante, mas ainda não esteja pronto para o compromisso financeiro. A qualidade de imagem já será superior à da sua TV antiga, mas ainda não será de alta definição até você ter um receptor HDTV.
Projetar e construir uma HDTV que suportasse todos os formatos ATSC seria praticamente impossível. Por este motivo, as HDTVs têm uma ou duas resoluções nativas. Quando a TV recebe o sinal, ela transforma o sinal para coincidir com sua resolução nativa e desentrelaça o sinal se necessário. Uma boa dica é escolher um aparelho que tenha resolução nativa compatível com os sinais que você pretende usar com maior freqüência. Cinéfilos vão escolher as telas com a maior resolução possível. Fãs de esporte vão escolher as telas com a taxa de quadros progressiva mais alta possível.

Uma TV de plasma de 84" pronta para HDTV


Se você receber um sinal de resolução muito mais baixa do que sua tela comporta, os pixels extras não vão ajudar a melhorá-la. É por isso que algumas pessoas que compraram HDTVs ficaram desanimadas com a qualidade da imagem - o sinal analógico não tem tantos detalhes e não fica bom quando exibido numa TV de alta definição. Conforme as emissoras forem passando para o sinal digital, este problema tende a diminuir.
Quando você encontrar uma HDTV com o tamanho de tela, formato de tela e resolução nativa que você quer, assegure-se de que os outros equipamentos que você já possui vão funcionar com ela. Caso você já tenha um DVD player, um gravador de DVD (DVD-R), vídeo-games ou outro equipamento, veja se eles podem ser conectados à TV diretamente ou através de um receptor áudio-visual. Muitas HDTVs têm conexões de interface multimídia de alta definição (HDMI), que podem transmitir sinais áudio-visuais para a TV sem compressão. Em alguns casos, você pode usar adaptadores para fazer seu equipamento ser compatível com sua TV.

Quando você comprar seu aparelho e instalá-lo em sua casa, será necessário obter sinal. Você pode usar:
Com uma antena, você recebe sinal digital de graça. Este modelo da Zenith funciona melhor para sinais analógicos UHF e sinais de TV digital.
•Uma antena - dependendo de onde você estiver em relação às emissoras que você quiser assistir, uma antena interna resolve, mas pode ser que você precise de uma antena externa. É possível comprar uma antena especialmente feita para os sinais digitais, mas qualquer boa antena VHF/UHF também funciona.
•Cabo - tenha em mente que TV a cabo digital não é a mesma coisa que HDTV. Será necessário verificar no seu provedor quais pacotes incluem canais HDTV. Você também vai precisar ou de um decodificador de TV a cabo ou de um CableCARD, para que sua televisão consiga receber e decodificar o sinal a cabo.
•Serviço via satélite - como no caso da TV a cabo, confira no seu provedor quais pacotes e canais usam sinais HDTV. Pode ser que você precise de uma nova antena e sintonizador para receber sinais HDTV via satélite.
Aparelhos de TV "prontos para cabo" ou "plug-and-play" são equipados para usar um CableCARD. O CableCARD é um cartão PCMCIA tipo II ou uma placa de computador, que substitui o decodificador da TV a cabo. Ele codifica e decodifica sinais de TV a cabo e reduz os "gatos" (ligações clandestinas).
O provedor de TV a cabo vai instalar o cartão, pelo qual você pagará uma pequena mensalidade, que pode custar menos do que o aluguel do decodificador. Você também terá um controle remoto a menos. No entanto, os atuais CableCARDs só permitem a comunicação unidirecional. Caso você opte por usar um cartão, não terá acesso a menus interativos e não poderá comprar video-on-demand nem programação Pay-per-View. Se você usa algum destes serviços, deve esperar até a próxima geração de CableCARDs chegar ao mercado. Confira Ars Technica (em inglês) para mais informações sobre a tecnologia CableCARD.

fonte : http://eletronicos.hsw.uol.com.br/hdtv.htm


sexta-feira, 21 de maio de 2010

Steadicam ! O que é ?

A steadicam é um equipamento criado por Garrett Brown em 1975 [1], Consiste de um sistema onde a câmera é acoplada ao corpo do operador através de um colete onde é instalado um braço dotado de molas, e serve para estabilizar as imagens produzidas, dando a impressão de que a câmera flutua. O principais acessórios que garantem a estabilidade suave é o braço isoelástico, que liga o colete ao poste,onde ficam a câmera, bateria e monitor,e o Gimbal, um sistema de rolamentos que gira livremente e suavemente tanto para os lados , como para cima e para baixo,Sistema esse conhecido por eixos X,Y e Z. O Gimbal por si só já garante a estabilização da câmera,mas juntamente com o braço isoelástico, garante a perfeição do sistema de estabilização. O Steadicam tem como função básica isolar os movimentos do operador, de modo que esse movimento não seja transferido para a câmera, causando as inconvenientes tremidas. Em equipamentos de baixo custo, apena o Steadicam com gimbal é usado, sem braço e colete.

O primeiro filme na história a usar o Steadicam foi Rocky, um Lutador, de 1976. O Iluminado de Stanley kubrick (1980) foi o filme a usar o Steadicam da maneira mais impressionante já feita.

Introdução

A maioria das pessoas que possuem uma filmadora portátil também têm uma pilha de fitas com vídeos tremidos.
Para um operador de câmera amador, esta "tremedeira" faz parte: ao se deslocar enquanto está filmando, a câmera parece pegar cada vibração, não importa o quanto tente mantê-la nivelada.
Porém, em filmes profissionais e shows de televisão você vê inúmeras tomadas longas e móveis sem solavancos ou vibrações. Os operadores de câmera conseguem tal efeito usando um dispositivo chamado Steadicam. Desde a sua criação, em 1976, as Steadicams tornaram-se uma das mais importantes ferramentas na indústria cinematográfica.
Neste artigo, descobriremos o que é uma Steadicam e veremos como eliminar a vibração durante o movimento. Também vamos conhecer a história das Steadicams e ver como elas são utilizadas em filmes.

A criação

Quando uma pessoa caminha ou corre, acaba balançando todo o corpo. Em grande parte, esses impactos não são registrados visualmente, pois o cérebro automaticamente reajusta a informação vinda dos olhos, suavizando o desequilíbrio.
Algumas câmeras possuem um mecanismo de ajuste integrado para compensar o movimento estremecido, porém esses sistemas não se comparam ao sistema de estabilização natural do cérebro. Mesmo com esse mecanismo, a câmera ainda irá gravar grande parte dos movimentos do operador de câmera.
Mesmo quando o operador de câmera está em pé, a filmagem pode ficar bastante tremida. É tão fácil girar a câmera, que até mesmo um leve empurrão em qualquer direção pode representar um salto considerável em um filme ou imagem de vídeo.
Os solavancos e tremores de filmadoras portáteis funcionam bem em certas cenas - uma perseguição confusa em um filme de horror, por exemplo, ou documentários essenciais, mas, para a grande maioria das cenas, esses tremores não ficam bem. Provavelmente, os antigos cineastas fugiram da cinematografia portátil. Quando uma cena exigia a movimentação da câmera, a equipe a prendia a um carrinho, uma plataforma com rodas que desliza por um trilho ou chão liso. Os carrinhos servem para diversos tipos de tomadas, porém têm certas limitações. Eles não podem ser usados em escadas, por exemplo, e são difíceis de manobrar ao redor de obstáculos. É bastante difícil montá-los em terreno acidentado.







Foto cortesia The Tiffen Company, LLC
Garrett Brown, inventor da Steadicam e um dos melhores operadores de Steadicam em Hollywood

No começo dos anos 70, um diretor comercial e produtor, Garrett Brown, começou a trabalhar com sistemas de estabilização alternativos para superar tais limitações. Brown queria construir um dispositivo altamente portátil, que pudesse isolar a câmera do operador, bem como melhorar o equilíbrio, minimizando tremulações e impactos.
Em 1973, Brown atingiu suas metas criando uma máquina revolucionária, embora extremamente simples. "O estabilizador de Brown", mais tarde conhecido como Steadicam, estabiliza a câmera usando apenas três elementos principais:

•um braço isoelástico articulado

•um "trilho" especializado que segura o equipamento de câmera
•um colete de apoio

Os elementos básicos de uma Steadicam: o trilho, o braço e o colete


Na figura acima, você pode ver como estes elementos se integram. A câmera, uma bateria e um monitor estão posicionados no trilho. O trilho é preso ao braço articulado, que, por sua vez, é preso ao colete. A configuração de braço e colete atua para isolar a câmera do corpo do operador. O trabalho do trilho é oferecer o melhor equilíbrio para a câmera.
Nas próximas seções, analisaremos estes elementos para ver como eles eliminam os impactos e tremulações de operação da câmera portátil.

Aqui você pode ver um exemplo de uso simples para esse equipamento .



Nesse vídeo exemplos de takes feitos com o sistema steadicam .


quinta-feira, 20 de maio de 2010

Futuro do vídeo digital: RAW

Por: Gabriel Sores
fonte: http://gabrielsoares.com.br/2010/04/07/futuro-do-video-digital-raw-2/

A tecnologia para produção de vídeo digital vem caminhando a passos largos nos últimos anos. Dezenas de formatos de gravação, modelos de câmeras, aumento de resolução, entre muitos outros detalhes. Porém, dois detalhe são mais importantes, na minha humilde opinião: aumento da velocidade de transmissão, e maior capacidade de armazenamento de dados, e ambas com preços em queda. E isso vale para as câmeras, tanto quanto para os sistemas de edição.

Hoje, quem não tem rios de dinheiro para investir em equipamentos que custam dezenas de milhares de dólares, acaba ficando preso a formatos de gravação de vídeo com grande compressão e, consequentemente, boas quantias de dados desperdiçados em detrimento de uma suposta eficiência. Basicamente estamos sendo forçados a captar e editar em formatos que seriam originalmente voltados apenas à finalização e distribuição de material. Por esse motivo, somos forçados a fabricar um visual direto na câmera, que nos dá pouca margem de trabalho artístico na pós-produção, e força a tomar decisões rápidas na hora de gravar, que podem ser equivocadas sob pressão. Fazendo uma analogia com o mundo da fotografia profissional digital, somos obrigados a usar o arquivo JPEG para editar no Photoshop e montar o álbum para o cliente.
Ainda fazendo o paralelo com a fotografia still, quem é fotógrafo profissional sabe o poder que o arquivo RAW tem. Basicamente você tem um negativo digital das fotos, onde é possível aplicar e testar parâmetros sem danificar o material bruto, ficando com muito mais liberdade, e podendo aproveitar muito melhor a qualidade que a câmera pode oferecer.
Os dados contidos num arquivo RAW são tirados direto do sensor de imagem, sem processamento. O sensor, por sua vez, é feito de materiais que captam a luz e a “enxergam” de um modo diferente do que o olho humano. A maioria das câmeras de vídeo processam esses dados de forma que eles fiquem próximos ao que seria normal para nossos olhos verem, e gravam num formato de arquivo pré-definido. Porém, se alguma coisa não está configurada de forma certa nessa câmera, o que foi gravado fica moldado de forma errada, com pouca margem para ser reformado. Com o RAW, a história é diferente, pois até o balanço de branco é feito posteriormente, na edição. Com uma câmera que grava em RAW, você fica livre para pensar somente no enquadramento e exposição da cena no set, deixando o trabalho artístico para a pós-produção, onde as decisões podem ser tomadas com mais calma.
Para trabalhar com RAW em vídeo, a opção atualmente mais em conta do mercado é a câmera RED ONE, que, num pacote completo e funcional, não custa menos de 50 mil dólares. A própria RED já vem anunciando há algum tempo sua opção mais barata e que já foi mencionada neste blog, a Scarlet, que trará toda a força do RAW para um patamar de preço à partir de 5 mil dólares. Não duvido nada que Canon, Sony e Panasonic já estejam desenvolvendo algo parecido (com gravação em RAW) para o mercado de baixo custo. A tecnologia de cartões SDXC está aí, aumentando capacidade e velocidade, além do bom e velho CompactFlash, usado na RED ONE e em boa parte das câmeras fotográficas profissionais.
E estas tecnologias de armazenamento me levam de volta ao primeiro parágrafo deste texto, puxando a conclusão: o RAW só não é difundido como formato de captação de vídeo porque gera arquivos muito grandes, que demandam muito espaço e alta velocidade de processamento de dados para armazenamento. Com o barateamento das tecnologias mais atuais, o RAW começa a ficar mais perto das produções pequenas, e possivelmente já esteja logo ali, virando a esquina.
São tempos interessantes para estar ativo nesta indústria de produção audiovisual.

Celulares à prova d’água que usam energia solar ! Tecnologia Ecológica.

Foi exibido pela Sharp o celular Mirumo, modelo que permite ser recarregado com a luz do sol.

De acordo com a Sharp, para falar por 1 minuto, por exemplo, é preciso uma carga de 10 minutos.
O modelo possui câmera digital de 8 megapixels e corpo à prova d’água.
Por enquanto, não há informações sobre o valor e comercialização do Mirumo.



fonte: http://www.mundodastribos.com/celular-mirumo-a-prova-dagua-e-recarrega-com-a-luz-do-sol.html


A AU (KDDI) e a Sharp irão propor no Japão em breve um novo telefone celular com um painel solar integrado ao corpo do aparelho.

Com ele, basta deixar o aparelho 10 minutos sob o sol e ele terá energia suficiente para 1 minuto de conversação ou 2 horas em standby.




Por: Juan Lourenço

Categoria: Comunicação, Tecno-ecologia
fonte: http://blog.eco4planet.com/2009/04/celular-a-prova-dagua-que-usa-energia-solar/

Celular à prova d'água

A empresa norte-americana Seal Shield anunciou nesta segunda-feira o lançamento do SEAL CELL, um telefone celular 100% à prova d'água e coberto com um revestimento antimicrobiano. O aparelho pode ser lavado em uma pia ou até mesmo numa máquina lava-louças.

A ideia de fazer esse celular surgiu após a fabricante ter conhecimento sobre um estudo da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, que mostrou que os celulares podem abrigar até 4 mil tipos de bactérias por centímetro quadrado, o que significa 500 vezes mais do que o encontrado em um banheiro.
Segundo a empresa, essa tecnologia pode ajudar a evitar a proliferação de microorganismos como o da gripe A (H1N1), por exemplo.
O celular tem tecnologia GSM Dual-SIM quadribanda, com câmera de 2 Megapixels, lanterna LED, conexão de dados via GPRS, Bluetooth 2.0, GPS e tecnologia para eliminação do ruído de fundo em ligações.
O Seal Cell deve chegar ao mercado ainda no início deste ano, no entanto, o preço ainda não foi definido. As informações são da Época Negócios.

fonte : http://www.alemdanoticia.com.br/ultimas_noticias.php?codnoticia=3064

DICAS BÁSICAS DE COMO FAZER UM VÍDEO 3D - SEM ÓCULOS

Assistir ou jogar tendo experiências em 3D com imagens “saltando” a tela é um dos muitos sonhos tecnológicos. Na CES, três fabricantes e um grupo demonstraram suas capacidades com TVs e monitores capazes de exibir imagens de forma tridimensional, sem a necessidade daqueles óculos com lentes azul e vermelha ou de filtros especiais.

Em suas telas 3D, a Philips utilizou uma tecnologia denominada “WOWvx”. Esses painéis profissionais podem ser utilizados em shopping centers, restaurantes, museus e outros lugares onde uma exibição em 3D é um diferencial, para captar a atenção do visitante.
Para suporte à criação de conteúdo 3D, a Philips desenvolveu um kit de aplicativos capazes de permitir ao usuário material para visualização em 3D utilizando um formato chamado “2D-plus-depth” (2D mais profundidade). Isso inclui plug-ins para animações, controle OpenGL para aplicações em tempo real e conversão semi-automática de vídeo de 2D para 3D.

Formato 2D-plus-depth: a cada pixel na imagem 2D (esquerda) um bitmap em tom de cinza (direita) indica se o pixel será visualizado à frente (branco) ou atrás (preto) do plano da tela.
A ferramenta de conversão semi-automática de 2D para 3D pode utilizar os atuais vídeos HD em 2D existentes como entrada. Um operador pode manualmente indicar as informações de profundidade para os key-frames. O aplicativo usa esses parâmetros para calcular automaticamente as profundidades para cada frame das imagens integrantes de uma cena.
Com outra ferramenta do kit, é possível converter em tempo real um trecho de vídeo HD para 3D. Ele calcula as profundidades com o uso da disparidade entre a esquerda e a direita na imagem. Para demonstrar o potencial, a Philips mostrou uma vídeo produção criada com duas câmeras de alta definição (elas precisaram capturar informações estereoscópicas, similar ao seus dois olhos ao perceberem profundidade).

As ferramentas necessárias para criação de conteúdo em 3D WOWvx como o controle OpenGL, plug-in de animação 3D já estão disponíveis pela companhia. O aplicativo de conversão semi-automática e o Stereo-to-3D serão comercialmente oferecidos durante o segundo trimestre de 2007. Além disso, a Philips pode oferecer esses dois últimos aplicativos ainda em fevereiro para usuários selecionados.
Com essa tecnologia, a Philips visa primeiramente o mercado de aplicações profissionais para seus painéis 3D, mas os representantes da companhia dizem que o principal objetivo é trazer a experiência em 3D ao mercado do entretenimento, como jogos e home-theater.
Já as DDD Group, desenvolvedora de conteúdo e aplicativos 3D, e Syntax-Brillian, fabricante das TVs LCD Olevia, também demonstraram sua tecnologia de exibição 3D com videogames e filmes em seu modelo especial da HDTV 32” Olevia 532H. Assim como a Philips, não há necessidade de óculos para ver os efeitos 3D. Mas diferente da Philips, o que a DDD oferece é voltado para jogos e filmes.
O 3D Olevia 532H é equipado com o dispositivo óptico Xpol 3D da Arisawa permitindo que ambas as imagens convencionais em 2D e as estereoscópicas em 3D sejam exibidas na tela. O 3D Olevia 532H também integra o TriDef+ Vision da DDD que converte qualquer programa em 2D ou conteúdo em DVD para 3D em tempo real.
“A aliança com a Syntax-Brillian nos permitiu demonstrar uma verdadeira experiência de TV 3D para distribuidores e revendedores na América do Norte”, disse Chris Yewdall, chefe executivo da DDD. “O 3D Olevia 532H oferece a melhor experiência de TV 3D que nós já vimos”.
“Ficamos muito impressionados quando vimos o sistema de TV 3D pela primeira vez”, afirmou Sam Miller, diretor de produção da Syntax-Brillian. “O 3D representa o próximo passo no avanço da experiência visual aos nossos consumidores. Estamos muito entusiasmados em trazer um cinema digital de qualidade 3D para os lares em nossas HDTVs de alta classe”.
As três empresas se envolveram na demonstração, cada uma enfatizando a sua participação. A Syntax-Brillian trouxe a TV, embora a escolha tenha sido por um modelo “mid-range” de 32” e com resolução de 1.360 × 768. A Arisawa forneceu o filtro óptico 3D que trabalha não apenas com o LCD, mas na projeção também. A DDD criou um kit, juntamente com a Arisawa, que converte em tempo real, os sinais 2D de vídeo para 3D. A DDD tem outras aventuras em 3D como a adaptação de sua tecnologia TriDef ao Google Earth.
A Zalman não se prendeu apenas a mostrar seus famosos sistemas de refrigeração como também apresentou seus monitores 2D/3D. No caso da Zalman, a solução é mais simples e usual: são entregues óculos especiais com o monitor. Esse recurso é compatível com os drivers NVIDIA em vários jogos. O objetivo é ver um filme com a uma qualidade similar aos dos monitores 3D “verdadeiros”.
Neles, há um filtro que elimina os efeitos “fantasma” e reflexos. O monitor à venda é de 19”, com resolução de 1.280 × 1.024 e tempo de resposta de 8 ms. Segundo a fabricante, esses monitores são indicados para os jogadores, mas também usuários que trabalham com modelagem em 3D. O monitor de 19” deverá ser vendido por preços acima de US$ 600, muito alto para essa dimensão. Também nota-se um modelo de 22” em fase de protótipo.
A LG também apresentou, em seu stand, uma tela LCD 3D. A demonstração convenceu os correspondentes da Clubic e para se obter uma melhor experiência, segundo eles, é preciso estar na frente da tela a 3 metros de distância. Com a tela, é fornecido um plug-in que permite converter de modo otimizado os objetos do 3D Studio MAX sobre a tela estereoscópica. Resta saber a sua duração e se a utilização não provoca muito cansaço visual...


fonte: http://www.forumpcs.com.br/noticia.php?b=197000

 

Como funciona o Cinema 3D - 3D DIGITAL .

Animações gráficas criadas em computador criam um efeito 3D impressionante ao simular cenários e situações muito semelhantes com as reais com personagens movendo-se e interagindo com o cenário, mas para isso é preciso conhecimento para saber como o personagem 3D agiria em determinado ambiente.

Com o surgimento nos últimos anos do 3D Digital animadores e cineastas podem enganar seus olhos de uma forma mais real como se você realmente estivesse vendo o filme através de uma janela entre o mundo real o mundo fantástico do cinema.
Mas não é tão simples, tudo depende de ilusões de ótica para criar cenas panorâmicas e com profundidade ou objetos que parecem saltar da tela. Os humanos têm visão binocular, ou seja, cada olho enxerga uma imagem diferente e o cérebro ás combina em uma única imagem. O cérebro utiliza a sutil diferença angular entre as duas imagens para auxiliar na percepção de profundidade.
Nos filmes em 3D antigos usavam-se imagens anáglifas para tirar vantagem da visão binocular, essas imagens incluem duas camadas de cor em uma única tira do filme reproduzida por projetor. Uma das camadas era predominantemente vermelha e a outra azul ou verde, para assistir se usava um óculos 3D apropriado para o filme. As lentes coloridas forçavam um olho a enxergar a seção vermelha da imagem e a outra azul ou verde, devido a diferença entre as duas imagens o cérebro as interpreta como uma imagem em três dimensões. Essa tecnologia já fez com que pessoas tivessem dor de cabeça, lesões oculares e náusea.

A tecnologia 3-D digital também utiliza imagens para enganar sua visão. Porém, em vez de usar cores para filtrar as imagens em cada olho, a maioria dos sistemas utiliza a polarização. Lentes polarizadas filtram apenas ondas de luz que são alinhadas na mesma direção. Num par de óculos 3-D, cada lente é polarizada de forma diferente. Em alguns óculos, existe uma diferença de 90 graus na polarização. Outros utilizam diferentes alinhamentos de polarização circular. A tela é especialmente desenvolvida para manter a polarização correta quando a luz do projetor é refletida. Nos filmes que utilizam essa tecnologia, em vez de um amontoado de imagens vermelhas e verdes, as imagens ficam um pouco embaçadas, quando vistas sem os óculos.
Um filme em 3-D digital usa um ou dois projetores digitais para reproduzir a imagem na tela. Estruturas com dois projetores utilizam um deles para reproduzir a imagem para o olho esquerdo e o outro, para o olho direito. A luz que forma cada imagem é polarizada a fim de igualar as lentes correspondentes. A maioria dos sistemas de um único projetor utiliza um dispositivo de polarização posicionado acima da lente do projetor. Esse dispositivo é uma placa polarizada que permite a passagem de luz para apenas uma das duas imagens de cada vez. Em sistemas de um único projetor, cada olho enxerga sua imagem para cada quadro do filme, de duas a três vezes, numa sucessão extremamente rápida. Seu cérebro interpreta isso como uma imagem tridimensional contínua. Alguns sistemas utilizam óculos ativos que se sincronizam com o projetor usando ondas de rádio, mas costumam serem mais pesados e mais caros do que os óculos polarizados.
Esta tecnologia não compromete as cores da imagem final e não provoca tantos efeitos indesejáveis como as imagens anáglifas. Por esta razão, alguns produtores de filmes começaram a fazer novos filmes com projeção 3-D em mente. Um exemplo é "A Família do Futuro", que estreou no Brasil em março de 2007. Segundo o diretor Steve Anderson, a utilização de 3D digital os ajudou a contar uma história ao invés de promover um show de efeitos especiais. "Fizemos questão de não criar os velhos efeitos em 3D, nos quais tudo parece artificial", diz Anderson. "Queríamos utilizar a tecnologia para contar uma história. Na cena do diálogo entre Lewis e Midred, a profundidade foi ampliada para que o foco ficasse concentrado nos personagens. Na perseguição com o dinossauro, quando ele carrega as crianças em sua boca, é possível notar uma fantástica profundidade".
É difícil prever exatamente o que o futuro aguarda para esta tecnologia. Porém, filmes infantis que utilizam a tecnologia 3-D tendem a serem sucessos de bilheteria. Um exemplo é o sucesso de “A Era do Gelo 3” que já desbancou Titanic como filme que mais arrecadou no Brasil com mais de R$ 80 milhões.

fonte : http://filmes3d.com/blog/45-agosto/112-como-funciona-o-cinema-3d

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Assalto nosso de cada dia - OLHA ELE AI DE NOVO - MUITO BOM !

Essa vocês vão adorar .
O nosso "assaltante" esta de volta !

fonte : mais uma cena do filme " o assalto nosso de Cada Dia" pois nem todo ladrão é malandro. www.erdfilmes.com.br

terça-feira, 18 de maio de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

100 anos de Perdão - Pinoia Art's / CURTA PERNAMBUCANO .

Curta Metragem inspirado no ditado popular "Ladrão que rouba ladrão, cem anos de perdão"

Ficha Técnica
Título Original: Cem Anos de Perdão
Gênero: Ação/Comédia
Duração: 07 min 22 seg
Data de lançamento: 28-Março-2010
Locação: Campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Distribuidora: Pinoia Art's (http://pinoiafilmes.blogspot.com/)
Direção: Ramos Hung
Direção de Coreografia: Ramos Hung e Eli Yeoh
Roteiro: Ramos Hung, baseado no ditado popular "Ladrão que rouba ladrão,..."
Produção: Pinoia Art's
Trilha sonora: Are you ready, Bound And Tied, Did You, Bound And Tied, Somebody to Love
Fotografia: Edson Carneiro
Figurino: Nós mesmos
Edição: Ramos Hung

Mini-Sinopse
Dois amigos, ao se separarem, são abordados simultâneamente por 2 banditos, e ambos resolvem reagir aos assaltos. Essa é mais uma produção da equipe de dublês e atores independentes: Pinoia Art's.

Elenco
Eli Yeoh
Raniel Setoue
Marcone Barbosa
Ramos Hung
Camera-Man Edson Carneiro

Categoria:
Humor

Comentário
Bem na verdade eu até desconhecia essa turma de dublês aqui em Pernambuco.
Nesse pequeno curta gravado na UFPE mostra a qualidade desse pessoal .
Gostei das lutas quase no estilo Jackie Chan com muitas ações bem performáticas .
Agora se me permitem falar,
Nunca vi vítimas e ladrões lutarem tão bem , mas afinal é uma comédia e nesse caso tudo vale e entendo também que a prioridade é mostrar o  excelente trabalho dos dublês.

Muito bom vocês devem dar uma conferida

Contato com essa turma : http://pinoiafilmes.blogspot.com/



UM NOVO LOCAL PARA VENDER, TROCAR OU COMPRAR EQUIPAMENTOS DE VÍDEO.

Devido a algumas solicitações, o BLOG da N’ativa resolveu abrir um espaço para o pessoal que tem algum equipamento de vídeo usado vender,ou mesmo trocar e o melhor sem custo algum.

Aquela TV que você não quer mais e esta em bom estado, uma câmera de vídeo que você quer trocar um DVD Play que você não usa e uma série de outras coisas ligadas ao mundo do AUDIO VISUAL, que poderão ser negociadas por aqui.
Tudo isso com fotos, condições de pagamento e estado real do equipamento. Dessa forma se você procura algo ou quer vender rápido aquele equipamento profissional ou domestico, mande fotos do mesmo com preço e nos aqui vamos dar aquela força para agilizar esse negócio o mais rápido possível
Escreva para nativajoao@gmail.com e se informe de como participar desse novo espaço.

O SURFACE DA MICROSOFT AINDA CONTINUA A IMPRESSIONAR !

Mesmo depois de dois anos de seu lançamento a Microsoft ainda faz a boca de muita gente ficar aberta quando se mostra a tecnologia do Surface .

Para quem não conhece aqui vai alguns vídeos sobre esse equipamento que para mim é uma  forma de se ver o uso do computador de maneira muito mais interativa e agradável.

Impressiona mesmo !




ENCONTRO EXPLOSIVO - EM BREVE NA TELONA !

June (Diaz) sempre foi uma mulher solitária. Mas ao conhecer Wilner (Cruise), um agente secreto, dentro de um avião em um encontro às escuras, sua vida muda totalmente. Ele a leva numa violenta viagem pelo mundo, para proteger a chave de uma infinita fonte de energia.

Data prevista de estreia: 16 de Julho de 2010

FICHA TÉCNICA


Diretor: James Mangold
Elenco: Tom Cruise, Cameron Diaz, Maggie Grace, Peter Sarsgaard, Paul Dano, Marc Blucas
Produção: Arnon Milchan, E. Bennett Walsh
Roteiro: Dana Fox, Scott Frank
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Fox Film
Estúdio: Fox Film



fonte : http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/encontro-explosivo/id/16538

Pânico na Neve - mais uma novidade nos cinemas !

Um dia típico nas montanhas se torna um pesadelo gelado para três esquiadores que ficam presos em um teleférico antes de sua última descida. A equipe da estação de esqui desliga as luzes da pista e o trio percebe, em pânico, que foram esquecidos. Com hipotermia e queimaduras de frio, os amigos são forçados a tomar medidas extremas para sair da montanha, antes que morram congelados.

Título original:

Frozen

Duração:
94 minutos (1 hora e 34 minutos)

Gênero:
Suspense

Direção:
Adam Green

Ano:
2009

País de origem:
EUA

 
Veja aqui o trailer - Estreia programada para 21/05/2010



fonte : http://www.filmesdecinema.com.br/trailer-panico-na-neve-996/

Como funcionam os discos versáteis holográficos (HVD) - Parte 01

Introdução


Disco versátil holográfico
Os sistemas de memória holográfica existem há décadas. Eles oferecem uma capacidade de armazenamento muito maior do que os CDs e DVDs, mesmo os DVDs de "próxima geração" como o Blu-ray, e suas taxas de transferência deixam os discos convencionais comendo poeira. Então porque não usamos a memória holográfica?
Há vários obstáculos que afastaram o armazenamento holográfico do reino do consumo de massa, incluindo o preço e a complexidade. Até agora, os sistemas exigiram uma precisão de nível proibitivo na manufatura. Mas mudanças recentes feitas no disco versátil holográfico (HVD) desenvolvido pela Optware o tornaram uma opção viável para os consumidores.
Neste artigo, vamos descobrir como funciona o HVD, como ele evoluiu em relação aos métodos de armazenamento holográfico e como ele se compara ao Blu-ray e ao HD-DVD.

fonte: http://eletronicos.hsw.uol.com.br/hvd.htm

Como funcionam os discos Blu-ray - Parte 02

Construindo um disco Blu-ray

Os discos Blu-ray não só têm maior capacidade de armazenamento do que os DVDs tradicionais como também oferecem um novo nível de interatividade. Os usuários podem conectar-se à Internet e fazer instantaneamente o download de legendas e outros recursos interativos do filme - desde que esses recursos sejam disponibilizados pelas produtoras de cinema. Com um disco Blu-ray você pode:

•gravar televisão em alta definição (HDTV) sem qualquer perda de qualidade
•saltar instantaneamente para qualquer ponto do disco
•gravar um programa enquanto assiste a outro no disco
•criar playlists (listas de reprodução)
•editar ou reordenar programas gravados no disco
•buscar automaticamente um espaço vazio no disco para evitar gravar sobre outro programa
•acessar a Web para o download de legendas e outros recursos extras

Como isso é possível? Os discos armazenam informações de vídeo e áudio codificadas digitalmente em cavidades, ranhuras espirais que correm do centro do disco para sua borda. Um raio laser lê o outro lado dessas cavidades, os ressaltos, para reproduzir o filme ou programa armazenado no DVD. Quanto mais dados estiverem contidos em um disco, menores e mais compactadas devem ser as cavidades. Quanto menores as cavidades (e, portanto, os ressaltos), mais precisa será a leitura do laser.
Ao contrário dos DVDs atuais, que usam um laser vermelho para ler e gravar os dados, o Blu-ray usa um laser azul (de onde vem o nome do formato). Um laser azul possui menor comprimento de onda (405 nanômetros) do que um laser vermelho (650 nanômetros). O feixe menor focaliza com mais precisão, o que habilita a leitura de informações gravadas em cavidades com apenas 0,15 mícron (µm) (1 mícron = 10-6 metros) de comprimento: mais de duas vezes menores do que as cavidades em um DVD. Além disso, o Blu-ray reduziu o passo da trilha de 0,74 mícron para 0,32 mícron. O conjunto de cavidades, feixe e passo da trilha menores capacitam um disco Blu-ray de camada única a guardar mais de 25 GB de informação, cerca de cinco vezes a quantidade de informações que pode ser armazenada em um DVD.

Cada disco Blu-ray tem aproximadamente a mesma espessura (1,2 milímetro) que um DVD. Mas os dois tipos de discos armazenam dados de modo diferente. Em um DVD, os dados são colocados entre duas camadas de policarbonato, cada uma com 0,6 mm de espessura. Ter uma camada de policarbonato sobre os dados pode causar um problema chamado birrefringência, no qual a camada do substrato refrata a luz do laser em dois feixes separados. Se a divisão do feixe for muito ampla, o disco não poderá ser lido. Além disso, se a superfície do DVD não for exatamente plana e, assim, não for perpendicular ao feixe, isso poderá levar a um problema conhecido como inclinação do disco, no qual o feixe de laser é distorcido. Todas essas questões levam a um processo de manufatura muito estrito.

fonte : http://eletronicos.hsw.uol.com.br/blu-ray1.htm

domingo, 16 de maio de 2010

ESTREIA NO CINEMA - FÚRIA DE TITÃS - 3D

Data prevista de estreia: 21 de Maio de 2010


Perseus (Sam Worthington) é o único que pode salvar sua família de Hades (Ralph Fiennes), um vingativo deus das trevas. Sem nada a perder, ele lidera uma missão para derrotar o vilão, antes que ele alcance os poderes de Zeus (Liam Neeson), rei de todos os deuses. Inicia-se, então, uma jornada por mundos desconhecidos.


FICHA TÉCNICA


Diretor: Louis Leterrier
Elenco: Sam Worthington, Ralph Fiennes, Liam Neeson, Gemma Artenton, Danny Huston, Alexa Davalos, Izabella Miko, Jason Flemyng, Luke Evans.
Produção: Kevin De La Noy, Basil Iwanyk
Roteiro: Phil Hay, Matt Manfredi, Travis Beacham
Fotografia: Peter Menzies Jr.
Trilha Sonora: Ramin Djawadi
Duração: 118 min.
Ano: 2010
País: EUA/ Reino Unido
Gênero: Aventura
Cor: Colorido
Distribuidora: Warner Bros.
Estúdio: Warner Bros. / The Zanuck Company / Thunder Road Film / Legendary Pictures
Classificação: 14 anos


Curiosidades:


» Refilmagem de Fúria de Titãs (1981).
» A Warner Bros. pegou mania de fazer seus filmes em 2D convencional, e depois convertê-los para o 3D. 'Fúria de Titãs' passará pelo processo e será lançado em 3D. Vale lembrar que a conversão NÃO traz a mesma qualidade de um filme que é planejado e filmado em 3D, como 'Avatar'.

Veja aqui os Trailers oficias