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sexta-feira, 30 de abril de 2010

MAIS UMA DA SESSÃO NAFTALINA - ABERTURA DE SERIES ANTIGAS DA TV

NEM VOU COMENTAR BASTA APENAS VER !











SÓ PARA MAIORES DE 40 ANOS - MUITO BOM !

Desculpe o saudosismo, mas quem tem mais de 40anos vai lembrar de muita coisa aqui que marcou a nossa infância.
Os "TIOS e "TIAS" de plantão também tem vez .
Vale mesmo dar uma olhada nesse clipe de imagens e relembrar os “bons tempos”



E agora relembrando os bons seriados da tv ..... hiiii faz um tempão.... mas é bom lembrar com certeza .



Espero que tenham gostado .

ENTENDENDO UM POUCO MAIS SOBRE DIFERENÇAS DO DVD E O BLURAY - INICIANTES

Iniciantes: Entendendo o DVD e o Blu-ray
por Carlos Morimoto
Fonte : http://www.gdhpress.com.br/blog/iniciantes-blu-ray/

O DVD foi uma a evolução natural do CD, que surgiu como uma mídia para a distribuição de filmes, substituindo as antigas fitas VHS. Assim como no caso dos CDs de áudio, o padrão foi rapidamente adaptado para a gravação de dados, dando origem ao DVD-ROM.
Uma das grandes diferenças entre o CD e o DVD é o comprimento de onda do laser, que é de 780 nm no CD e 650 nm no DVD. Combinada com outras melhorias técnicas, a mudança permitiu reduzir o comprimento dos sulcos de 1.6 para 0.74 micron, resultando em uma capacidade total de 4.7 GB.
Diferente do CD, onde a camada reflexiva vai na parte superior do disco, o DVD é composto por dois discos de 0.6 mm colados, com o camada reflexiva posicionada entre ambos. Além de tornar a mídia mais resistente, isso abriu as portas para a criação dos DVDs double-sided (DS) onde são usados os dois lados da mídia, dobrando a capacidade. Temos também as mídias dual-layer (DL) que são compostas por duas camadas de gravação sobrepostas, que são lidas variando o foco do laser de leitura:



A combinação das duas técnicas deu origem aos 4 padrões de DVDs, que incluem o DVD 5 (um lado e uma camada, com 4.7 GB), DVD 9 (um lado, duas camadas, com 8.5 GB), DVD 10 (dois lados, uma camada cada, com 9.4 GB) e DVD 18 (dois lados, duas camadas cada, com 17 GB). Embora os DVDs de duas camadas sejam bastante comuns em filmes longos, os padrões com duas faces são bastante raros, já que o alto custo das mídias faz com que seja mais viável usar usar dois DVDs separados.
Por pressão dos grandes estúdios, o primeiro formato de DVD gravável (desenvolvido pela Pioneer) tinha uma capacidade ligeiramente menor que as mídias prensadas, com apenas 3.95 GB. Essa limitação foi introduzida com o objetivo de impedir a cópia direta de DVDs de filmes, mais os fabricantes logo passaram a ignorá-la, resultando as mídias de 4.7 GB (single-layer) e 8.5 GB (dual-layer) que usamos atualmente.
Uma peculiaridade dos DVDs graváveis é a guerra dos formatos, entre o DVD-R, DVD+R e o DVD-RAM, três formatos similares, porém incompatíveis.
O padrão DVD-R foi finalizado em 1997 e foi o primeiro formato a se popularizar, enquanto o DVD+R é um formato mais novo, desenvolvido em 2002. Embora as mídias sejam similares, o DVD+R implementa um sistema de correção de erros mais robusto, que torna as mídias um pouco mais confiáveis e resistentes a danos. Em ambos os padrões temos também mídias regraváveis, chamadas de DVD-RW e DVD+RW.
Felizmente, a existência dos dois padrões não levou a uma guerra de formatos, pois os fabricantes passaram a produzir leitores e gravadores compatíveis com ambos os padrões, criando os drives "DVD±R", que são de longe os mais comuns atualmente. Apesar disso, o DVD-R continua sendo o padrão mais compatível, já que muitos leitores antigos oferecem suporte apenas a ele.
Embora as capacidades nominais sejam de "4.7" e "8.5" GB, existem pequenas diferenças de capacidade entre os dois padrões. As mídias DVD-R armazenam 4.707 MB (single-layer) e 8.543 (dual-layer), enquanto as DVD+R armazenam respectivamente 4.700 MB e 8.547 MB.
Em ambos os casos, as capacidades são calculadas em bits decimais (como nos HDs), o que faz com que a capacidade real indicada pelo sistema operacional seja ligeiramente inferior, com 4.38 ou 7.96 GB.
O DVD-RAM por sua vez oferece uma opção de mídia regravável de acesso aleatório, onde você pode gravar e apagar os arquivos livremente, como em uma mídia magnética. Isso também é possível em outras mídias usando um software com suporte ao packet writing, mas no DVD-RAM esta é uma função nativa, que não depende do uso de um software externo.
Além de diferenças nas funções lógicas (uso de um sistema de correção de erros mais desenvolvido e gerenciamento de blocos defeituosos) as mídias DVD-RAM utilizam trilhas concêntricas (como em um HD) e não uma espiral contínua, como em outras mídias ópticas.
Embora sejam práticas e mais confiáveis que as mídias DVD-RW e DVD+RW, as mídias DVD-RAM nunca se tornaram muito populares. Existem muitos motivos para isso, incluindo o alto custo (as mídias DVD-RAM são consideravelmente mais caras que as concorrentes) e o fato de uma grande percentagem de leitores não serem compatíveis com elas. Outro motivo é a popularização dos pendrives e HDs externos, que fizeram os DVDs e CDs regraváveis de uma forma geral caírem muito em popularidade.
Concluindo, temos o Blu-ray, que representa a terceira geração das mídias ópticas, desenvolvido com o objetivo de atender à demanda por uma uma mídia capaz de armazenar filmes em 1080p comprimidos em H.264 ou VC1, que ocupam em média 5 vezes mais espaço que os 480p usados no DVD. O padrão foi desenvolvido pela Sony e apresentado em 2002, mas começou a se tornar popular apenas a partir de 2009, em parte devido à batalha contra o HD DVD da Toshiba.
O Blu-ray utiliza um laser com comprimento de onda de 405 nm, o que resulta na cor azulada que deu origem ao nome. Assim como no DVD, o menor comprimento de onda permitiu o uso de sulcos menores, com apenas 0.32 micron de comprimento (contra 0.74 micron do DVD), o que elevou a capacidade para 25 GB nas mídias single-layer e 50 GB nas dual-layer.
Existem também mídias prensadas com 27 GB, que utilizaram uma espiral ligeiramente mais extensa (assim como nos CD-ROMs de 80 minutos). Elas são muito usadas em discos com filmes, para dificultar a cópia direta em mídias graváveis.
Temos aqui um comparativo entre o tamanho dos sulcos e do ponto focal do laser no Blu-ray e no DVD, que mostra a diferença na escala:

Devido à questão do foco do laser de leitura, a camada de gravação nas mídias Blu-ray não fica mais no centro da mídia (como no DVD) mas sim diretamente na parte inferior, protegida apenas por uma camada protetora com 100 micra (0.1 mm) de espessura.
No caso das mídias dual-layer, o conjunto é ainda mais frágil, com o uso de uma camada de separação de 25 micra entre as duas camadas de gravação e uma camada protetora de apenas 75 micra sobre as duas, o que faz com que a espessura total do conjunto seja a mesma da de uma mídia single layer. Este diagrama da Panasonic ilustra o conceito:

Combinada com a maior densidade de gravação, isso torna as mídias Blu-ray especialmente vulneráveis a arranhões, o que demanda mais cuidado no manuseio. Durante a fase de desenvolvimento, chegou a ser cogitado o uso de um cartucho plástico e proteção (como nos antigos discos Zip), mas a ideia acabou sendo abandonada, já que tornaria as mídias caras e desajeitadas.
Os discos Blu-ray prensados são chamados de BD-ROM, enfatizando o fato de serem mídias apenas para leitura. Os discos graváveis são chamados de BD-R e os regraváveis de BD-RE. Diferente das mídias CD-R e DVD-R, que utilizam compostos orgânicos na camada de gravação, tanto as mídias BD-R e BD-RE são baseadas em compostos inorgânicos, mudando apenas a composição.

Assim como nas gerações anteriores, os drives Blu-ray mantêm a compatibilidade com os padrões anteriores, permitindo ler também CDs e DVDs. Entretanto, isso não se deve à compatibilidade entre os padrões, mas sim ao uso de múltiplos laseres de leitura, que são usados de acordo com a mídia. Isso leva aos casos de drives combo, que são capazes de gravar CDs e DVDs, mas apenas leem discos Blu-ray:

Uma curiosidade é que a maioria dos drives usam lentes separadas para o Blu-ray e para o combo CD/DVD. Por estranho que possa parecer, essa é uma solução adotada para reduzir os custos, já que permite aproveitar componentes da geração anterior (cujo custo já está mais do que amortizado), simplesmente adicionando um conjunto separado de laser, lente e sensor para o Blu-ray. Como os dois conjuntos são semi-independentes, não é incomum que apenas um deixe de funcionar em caso de defeito, fazendo com que o drive passe a ler apenas DVDs ou apenas mídias Blu-ray:

Diferente dos CDs e DVDs graváveis, que rapidamente se tornaram populares, os discos Blu-ray graváveis terão uma batalha mais difícil pela frente, já que o custo inicial das mídias é muito mais alto e a capacidade continua sendo baixa em relação à dos HDs. Em 2012 teremos cartões de memória de 32 GB a preços relativamente baixos, fazendo com que os 25 GB das mídias BD-R single-layer soem como algo ultrapassado. É bem provável que a maioria continue usando os CDs e DVDs para o transporte de pequenos arquivos, migrando para os pendrives de grande capacidade e HDs externos na hora de transportar grandes volumes.
A principal esperança para os discos ópticos são as mídias Blu-ray de grande capacidade, que estão em desenvolvimento e podem chegar ao mercado nos próximos anos.
O padrão Blu-ray permite o uso de um número indefinido de camadas de gravação, que podem ser lidas de forma alternada variando o foco do laser, em uma versão mais precisa da tecnologia já usada nas mídias dual-layer. Isso deixou as portas abertas para a produção de mídias multi-layer, com de 100 GB (4 camadas) a 500 GB (20 camadas). O grande problema é que estas novas mídias serão mais caras (já que são baseadas no empilhamento de múltiplas camadas de gravação independentes) e dificilmente serão compatíveis com os leitores atuais, o que dificultará a adoção.
Concluindo, uma observação óbvia, porém importante é que as taxas de leitura e gravação das mídias mudam de acordo com o padrão. No CD-ROM, uma taxa de 1x corresponde a apenas 150 KB/s, de forma que um leitor de 56x atinge um máximo de 8.4 MB/s e um gravador atinge 4.8 MB/s ao gravar a 32x. Em ambos os casos, a velocidade máxima é atingida apenas nas trilhas mais externas, já que os drives atuais usam o sistema CAV (Constant Angular Velocity), onde o disco gira sempre na mesma velocidade.
No caso dos CD-ROMs, a velocidade acabou estacionando nos 56x, já que o uso de velocidades mais altas esbarra nos limites físicos para a velocidade de rotação da mídia. A Kenwood chegou a apresentar um drive capaz de ler a 72x em 2001, utilizando sete feixes de laser separados, mas a tecnologia era cara e os drives acabaram não fazendo sucesso.
Entretanto, a migração para o DVD e o Blu-ray abriu as portas para o uso de taxas mais altas, já que o uso de sulcos menores permite per mais dados por rotação dos discos. A nomenclatura também mudou, acompanhando o aumento no bitrate dos conteúdos.
No DVD, 1x corresponde a 1.35 MB/s (equivalente a 9x do CD-ROM), o que faz com que um leitor de 24x leia a até 32.4 MB/s e um gravador capaz de gravar a 16x atinja 20.6 MB/s, gravando uma mídia single-layer em cerca de 4 minutos.
No caso do Blu-ray, a taxa nominal subiu para 4.5 MB/s (equivalente a um CD-ROM 30x), de forma que um leitor que trabalhe a 12x atinge nada menos que 54 MB/s. O mesmo se aplica aos gravadores, que atingem 18 MB/s a 4x e 36 MB/s a 8x, velocidade na qual uma mídia single-layer é gravada em 12 minutos.
Como sempre, a velocidade de gravação é limitada pela qualidade da mídia e pela configuração do PC (que precisa ser capaz de fornecer os dados ao gravador na velocidade necessária), por isso é sempre menos problemático gravar usando velocidades mais baixas.

CAMPANHA MAIS DEVASSA NA TV BRASILEIRA .- PROIBIDA !

Tudo bem , aceito que nem tudo pode ir ao ar , mas proibir ou atá  mesmo vetar esse VT já foi demias .
Gostaria de saber se a censura tambémm se liga na violência ou em senas de sexo que são mostradas  a toda hora em toda nossa TV aberta .

Veja o VT





Bem como não podia ser diferente o pessoal do produção respondeu a suspensão desse VT na hora .



Agora só falta você comentar .

ÓCULOS QUE SIMULA TELÃO - NÃO É NOVIDADE MAS POUCOS CONHECEM

Agora todos já podem ver TV em uma tela gigante de 50" e som surround!

Bem esse equipamento não é uma novidade mas pouca gente conhece .
Tem lá a s suas vantagens quando você quer ver algo sozinho ou mesmo jogar .
No caso dos games , esse sistema torna a sua partida muito mais emocionante .
Vai ai algumas dicas sobre o produto .

O iTheater é um sistema revolucionário que tem uma tela TFT LCD de 2 polegadas e projeta virtualmente uma tela de 50 polegadas. Seu fone de ouvido é embutido na lateral e sua bateria de lithium ion é recarregada através de uma conexão USB.
Ele pesa 78 gramas e seu tamanho é de 170 x 195 x 35mm.
Tem entrada de vídeo composto (RCA) que é o mais comum do mercado, ou seja, você pode ver TV, jogar videos games (Compativel com todos os video games que tenham saída RCA), ver DVDs, etc.
Este é o genuíno iTheater VG920B nova versão 2009 com tela LCD TFT e bateria com via útil de 6-8 horas. Onde e quando você estiver, aproveito ao máximo seu iTheater portátil para assistir vídeo e TV em movimento! iTheater VisionTech cria um conceito completamente novo e revolucionário em experiência pessoal de microdisplay. Com a tecnologia microdisplay iTheater, você será capaz de desfrutar da experiência de visualização de tela grande com excelente qualidade de imagem quando e onde quer que você esteja. É um verdadeiro sistema de vídeo móvel pessoal que proporciona imagem com cores vivas e design elegante e ergonomicamente confortável.

Especificações:

- Display: dois chips display LCD TFT
- Tamanho de visualização: tela virtual de 50?(simula como se você estivesse a uma distância de 2,5m)
- Resolução: 320 x 240 (QVGA)
- Intensidade de cor: 24-bit de entrada
- Ângulo de visão: 25 graus diagonal
- Entrada de imagem: Composto AV
- Sinal de vídeo: NTSC/PAL/seleção automática SECA
- Áudio: canal duplo estéreo
- Fonte de alimentação: bateria de íon-lítio recarregável embutida
- Duração da bateria: acima de 12 horas
- Consumo: < 300mwa
- Adaptador AC: entrada ? 100V-240v 50/60MHz; saída ? 5V DC/500mA
- Compatível com todos os aparelhos que tenho saída de vídeo e saída S-Vídeo
- Peso líquido (sem cabos): 68g

Acessórios:

 - 1 óculos VG230A
- 1 conversor (bateria recarregável embutida)
- 1 carregador USB
- 1 cabo RCA
- 1 cabo iPod
- 2 fitas de velcro
- 1 manual do usuário

quinta-feira, 29 de abril de 2010

GRAVADOR DE BLU RAY PARA PC COM BOM PREÇO

Fabricante: LG Para que serve: Gravador de Blu-ray e leitor de HD-DVD Pontos fortes: Harmonia entre todos os formatos de mídia de alta definição GRAVADOR BLU RAY E HD DVD LG PRETO INTERNO: - LÊ E GRAVA MÍDIAS BLU-RAY, HD-DVD E CD. - LÊ E GRAVA MÍDIAS GRAVÁVEIS E REGRAVÁVEIS, SINGLE LAYER E DOUBLE LAYER. - TECNOLOGIA LIGHT SCRIBE. IMPRIME NA PRÓPRIA MÍDIA. ESPECIFICA ÇÕES: LEITURA : BD-R, BD-ROM, BD-R(DL), BD-ROM(DL), BD-RE, BD-RE(DL), HD-DVD, HD-DVD(DL), DVD R, DVD R(DL), DVD-R, DVD-R(DL), DVD RW, DVD-RW, DVD-ROM, CD-R, CD-ROM, CD- RW. GRAVAÇÃO: BD-R, BD-R(DL), BD-RE, BD-RE(DL), DVD R, DVD R(DL), DVD-R, DVD-R(DL),DVD RW, DVD-RW, CD-R, CD- RW INTERFACE: SATA BUFFER: 4MB ACOMPANHA : - GRAVADOR LG GGW-H20L - CABO SATA P/ CONEXÃO.

Preço médio de mercado é de R$ 400,00




TECNOLOGIA TV 3D - VANTAGENS E DESVATANGENS DE UM FORMATO TÃO NOVO.


3D já chegou! Mas com pouco conteúdo e muito custo. Entenda se é ou não a hora de usar esta nova tecnologia.
Se você lê notícias, acessa internet ou acompanha os jornais televisivos deve ter ouvido falar muito em Avatar 3D (com um destaque bem grande na palavra “3D”).
O assunto do momento é tudo que tem relação com 3D, porque parece que o público realmente quer algo novo, mesmo que o novo já seja algo velho. Os jogos e filmes em 3D não são recentes, pois se você lembrar bem já houve muita coisa em três dimensões nos cinemas e até em casa.
A grande diferença do 3D atual, basicamente, está na tecnologia empregada para a obtenção e apresentação das imagens. Quem vivenciou o momento 3D dos cinemas dos anos 2000 deve lembrar-se dos óculos de papel com “lentes” de cores diferentes. Sendo assim, o que mudou basicamente foi o método como tudo acontece e é visualizado. Mas afinal, será que agora realmente o 3D vai deslanchar?
A equipe do site baixaki, foi a fundo e descobriu muitos detalhes quanto ao 3D. Entramos em contato com algumas das maiores fabricantes de televisores do mundo e obtivemos respostas definitivas. Hoje você vai saber como tudo deve acontecer daqui para frente e também como você, consumidor, fica nessa história.

Existe a necessidade de novos televisores?

São tantos boatos rolando na internet, que ninguém sabe no que acreditar. Alguns dizem que os televisores de LCD, plasma e LED são perfeitamente capazes de trabalhar com conteúdo 3D, independente de qualquer atualização de hardware. Outros dizem que existe sim a necessidade de uma atualização na tecnologia interna das televisões.
Ao que tudo indica, seria possível sim reproduzir imagens e vídeos em 3D com televisores LCD comuns, mesmo aqueles que utilizam a taxa de atualização de 60 Hz (quadros por segundo). Se pararmos para analisar, o cinema funciona com 24 Hz e consegue reproduzir filmes em 3D sem qualquer desconforto.
Além disso, os filmes gravados em discos de Blu-ray também são reproduzidos com uma taxa de 24 Hz. Isso faz todos pensarem: de que adianta uma televisão com 120 Hz (no caso das TVs 3D) se os filmes não são executados nem com metade dos quadros?
Ao que tudo indica, realmente não haveria necessidade de novos televisores, pois com uma modificação nos aparelhos que reproduzem Blu-ray já seria possível assistir a filmes em 3D. Contudo, estamos aguardando um pronunciamento da LG quanto ao assunto e assim que tivermos uma resposta definitiva, iremos atualizar o artigo!

Funcionamento do 3D nos cinemas

Em síntese, qualquer tecnologia 3D funciona graças à percepção do nosso cérebro em capturar e processar diferentes imagens em cada olho. Como assim? Quando você foi ao cinema assistir a Avatar 3D, o que fez toda a magia não foi apenas a tela e os óculos. Seu cérebro é o principal responsável por fazê-lo pensar que as imagens “saem” para fora da tela.
Existem alguns tipos de tecnologia 3D, sendo que de maneira geral todas produzem o mesmo efeito. No cinema são utilizados filmes com 24 quadros por segundo, mais do que suficiente para nos enganar e pensarmos que as imagens estão em movimento. Com a tecnologia 3D utilizada atualmente, as imagens do cinema ficam dobradas, mas não ganham mais quadros ou velocidade.
Se você foi um dos curiosos que tentou ver as imagens de Avatar 3D sem os óculos, deve ter percebido que o 3D do cinema é um composto de imagens dobradas (as quais se sobrepõem e formam um filme duplicado, como se a mesma imagem fosse deslocada alguns pixels na diagonal).
Isso ocorre porque a tecnologia utilizada nos cinemas funciona graças à captura do filme, que é realizada de dois ângulos diferentes. Em algumas câmeras o conteúdo obtido pelas lentes é mesclado automaticamente, mas os editores preferem realizar o trabalho manualmente para que o efeito seja mais real.






Funcionamento do 3D nas novas televisões

Como já citamos acima, os televisores 3D não são baseados na tecnologia cinematográfica, portanto as fabricantes criaram um novo método para exibir imagens tridimensionais. Para tanto, a TV possui um chip que processa os quadros de um filme separadamente. Por exemplo, se seu aparelho Blu-ray está rodando um filme 3D, a TV interpreta os quadros da direita e da esquerda separadamente.
Obviamente, somente a TV exibir estes quadros não é suficiente, por isso as fabricantes apelaram para novos óculos 3D. Os novos óculos possuem pequenas telas LCD, as quais projetam imagens alternadas para cada olho. Por exemplo: primeiramente os óculos exibem imagens para o olho direito e depois para o esquerdo — e assim sucessivamente.
Desse modo, nosso cérebro é enganado com o vídeo que está sendo transmitido e temos a sensação de que estamos vendo algo em três dimensões. Evidentemente, a magia não ocorre simplesmente como você leu, porque como os óculos utilizam lentes de cristal líquido é necessária uma sincronia perfeita com a imagem do televisor.
Para tanto, as fabricantes de televisores criaram as novas TVs, que trazem um chip interno para a sincronia das imagens. Este chip transmite (via infravermelho) qual imagem deve ser exibida para olho direito e para o esquerdo. O resultado é um 3D fantástico, mas que não chega superar o 3D dos cinemas.

Os óculos custam caro...

Se você leu bem o que está escrito acima, deve imaginar que os óculos com lentes de LCD não sejam nada barato. Acertou na mosca, por se tratar de uma tecnologia cara e miniaturizada ela tende a encarecer os produtos. A Samsung já anunciou no Brasil alguns kits de óculos, dentre os quais existem modelos com pilha e outros com bateria recarregável.
Cada fabricante com seus óculos
Claro que todo lucro é pouco e por isso as fabricantes criaram óculos diferentes para suas TVs. Desse modo, se você possui uma TV da marca X e consequentemente óculos da marca X, não poderá utilizar seus óculos na TV do seu amigo, que é da marca Y. Em teoria a culpa não é das fabricantes.

Dispositivos externos com tecnologia 3D

Recentemente a Sony anunciou que ainda neste ano o Playstation 3 poderá rodar jogos em 3D e sem qualquer atualização na parte física (hardware) do produto. Segundo a fabricante japonesa, o PS3 já está pronto faz tempo para os jogos tridimensionais e basta uma atualização no firmware para que os jogadores aproveitem esta novidade fantástica. Especula-se que em meados do quarto ou quinto bimestre deste ano a Sony conceda essa alegria aos seus consumidores.
Assim como o Playstation 3 possui tal tecnologia, qualquer outro dispositivo devidamente equipado com um CPU específico para o processamento de jogos e vídeos 3D pode enviar imagens tridimensionais para qualquer televisor. Obviamente até o momento não há muitos dispositivos capazes de criar e trabalhar com jogos e filmes 3D, mas em breve muitas fabricantes vão lançar seus players para reprodução de conteúdo tridimensional.
Jogos
Enquanto os televisores 3D estão chegando às prateleiras de todo o mundo, os monitores 3D já existem há algum tempo. A Samsung lançou seu monitor 3D muito antes de existir algum jogo próprio para tal recurso.

A NVIDIA não demorou muito e correu para criar seus óculos tridimensionais, os quais funcionam apenas com monitores 3D (a mesma jogada dos fabricantes de TV). Mas agora ficam algumas dúvidas: será que compensa jogar em 3D? A diversão aumenta? Haverá jogos em 3D nos televisores também?
A resposta depende de cada jogador, não sendo possível generalizar o quanto compensa ter jogos tridimensionais. Sem dúvida alguma a experiência é inovadora, mas ainda não é possível dizer que o 3D será o futuro dos games. Até porque somente o Playstation 3 tem previsões de suporte para jogos com a utilização de imagens 3D, portanto não é certeza de que as desenvolvedoras de games vão investir na tecnologia do console da Sony.


Falando em PS3...
Aproveitando esse especial sobre a tecnologia 3D nos televisores, gostaríamos de comentar a respeito da atualização no console da Sony. A fabricante está fazendo diversos anúncios e em um deles afirmou que no meio do ano o Playstation 3 terá suporte aos jogos 3D, inclusive quatro títulos foram anunciados com compatibilidade total ao novo recurso, são eles: Wipeout HD, Motorstorm: Pacific Rift, PAIN e Super Stardust HD.
Quanto ao suporte para filmes tridimensionais no console não há novidades. Alguns sites reportam que há uma possibilidade de atualização para o fim do ano, mas por ora os jogadores terão de se contentar com os games em 3D. Talvez não haja reprodução de filmes 3D no console devido a uma jogada de marketing, afinal a Sony vai querer vender seus Blu-ray players com a nova tecnologia.

Filmes

Alguns jogos já existem para computador, mas os filmes ainda estão limitados, porque a febre do 3D ainda não dominou nas residências. Enquanto nos cinemas as produtoras estão lançando versões 2D e 3D de longas-metragens, nas residências há escassez de conteúdo. A animação Monstros vs. Alienígenas é, possivelmente, o primeiro Blu-ray que será vendido no Brasil e terá compatibilidade com os novos televisores (a Samsung exibiu um kit com o filme e óculos 3D).
Anteriormente foram lançados alguns filmes com recursos 3D, mas não preparados para a nova tecnologia. Os mais antigos vinham com os óculos de papel, que forneciam uma experiência razoável, mas que em geral causavam muita dor de cabeça. Com as novas TVs 3D é provável que o número de títulos 3D aumente rapidamente, mas até lá os espectadores terão de se contentar com o conteúdo da Dreamworks.

Conteúdo para todos

Quem acompanha o Big Brother anualmente, deve ter visto que um dos participantes do programa ganhou uma TV 3D. Por sinal, o participante do programa é o primeiro proprietário de uma TV dessas aqui no nosso país — não que isso signifique muito. Afinal, ter uma televisão 3D sem ter conteúdo tridimensional para utilizar o recurso não é algo vantajoso.
O conteúdo ainda não é funcional, mas algumas emissoras — como a Band e a Globo — já testam programas para exibição em três dimensões. No caso da Band, a fórmula Indy deve ser exibida em 3D, enquanto que a Globo, possivelmente, vai transmitir a Copa do Mundo deste ano com a tecnologia 3D. Ainda não se sabe exatamente como vai ser a transmissão, pois não é possível utilizar o mesmo canal (faixa de frequência) para transmitir o conteúdo 2D e 3D, já que um sobrepõe o outro — o que atrapalharia muito os telespectadores que não possuem TVs 3D.

A sua TV por assinatura agradece!

Caso você seja o feliz assinante de uma das tantas TVs por assinaturas que existem no Brasil, talvez já deva saber dos maravilhosos e caríssimos planos que elas oferecem para disponibilizar canais com filmes e conteúdo em alta definição (HD ou High Definition). Agora pare e pense no que as TVs por assinatura não vão querer fazer para transmitir conteúdo em três dimensões.
Se você pensou na criação de novos pacotes, com preços ainda mais absurdos, acertou em cheio! Como a transmissão de conteúdo 3D vai demorar muito para entrar nos canais “abertos”, as empresas que oferecem o serviço de TV por assinatura não vão perder tempo. Claro que isso não é um problema tão grande, afinal, quem já pagou R$ 7 mil por uma TV 3D, não vai se importar em doar R$ 300 para a companhia de TV.

Atenção! Assistir a imagens em 3D pode gerar diversas reações

A comercialização dos televisores 3D ainda nem começou por aqui e ainda é recente em outros países, porém já existem diversos avisos em sites quanto a problemas diversos que as imagens tridimensionais podem ocasionar. Dentre as tantas reações possíveis estão: ataques epilépticos, alteração da vista, tontura, movimentos involuntários dos olhos, náuseas, convulsões, câimbras e desorientação.
Achou pouco? Então é bom saber que as TVs 3D não são recomendadas para idosos, gestantes ou sonâmbulos. Além disso, os pais devem tomar cuidado com o tempo que os filhos ficam expostos aos conteúdos tridimensionais, que pode ser altamente prejudicial à saúde. E claro que a Samsung, que divulgou tais instruções, não faria tal anúncio sem as devidas pesquisas. Portanto, é bom não arriscar em deixar seu avô assistir ao 3D durante muito tempo.
Confira a página (em inglês) que possui todas as especificações quanto aos cuidados necessários para assistir a TV 3D
Aproveite e adquira (ou não) a sua TV 3D por “apenas” R$ 7 mil!
Quem estava economizando para comprar uma TV 3D pode aproveitar o lançamento nacional da Fnac, que vai colocar modelos em exibição a partir de hoje (15 de abril). Contudo, a venda dos novos televisores só começará dentro de duas semanas, ou seja, você terá de esperar mais um pouco. Vale salientar que no Brasil a LG será a primeira a vender as TVs 3D, mas já há previsões de que a Samsung comece a vender suas televisões novas ainda em abril.


Fonte : http://www.informaticando-ajuda.com/2010/04/3d-ja-chegou-mas-com-pouco-conteudo-e.html
Fonte: Baixaki

Opinião Informaticando
Apesar de ser uma tecnologia muito boa, temos que saber que faz mal a saúde e é caro. Por exemplo, se uma pessoa compra a TV 3D em si por os "baratos" 7.000 reais não poderá se arrepender no futuro. Mas isso é uma coisa que tem que se pensar. Mesmo sendo uma experiência que outros, que já passaram, dizem ser ótima para outros pode ser constrangedora. Com polêmicas a parte acaba o nosso artigo. Só nos resta a sua opinião sobre o assunto. Diga se vai comprar ou se acha perigoso à saúde. Opine. Até a próxima!

VIDEO PRESENTE NA SUA SEGURANÇA - DICAS INICIAIS

CÂMERAS DE VÍDEO EM INFORMÁTICA... VISÃO GERAL


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Antonio Vilhena
FONTE : http://www.boadica.com.br/dica/627/cameras-de-video-em-informatica-visao-geral

Vale um esclarecimento... irei tratar aqui de CÂMERAS LIGADAS A UM MICRO ou SISTEMA! NÃO SERÁ sobre CÂMERA DE FILMAGEM, que é um OUTRO assunto, para OUTROS artigos a respeito!
Para quê usar câmeras no micro? Bom, vai desde a diversão (puro prazer de poder falar "vendo" para a outra pessoa... mesmo que seja pelo monitor), até ao nível de ser um equipamento valiosíssimo de segurança (hoje em dia cada vez mais está se utilizando câmeras para prevenir e vigiar recintos, pessoas, ambientes, etc.).
Eu pessoalmente separo a utilização de câmeras em 3 grupos básicos conforme a ATIVIDADE a ser realizada:
câmeras de segurança (tanto ligada ao micro como autônomas como as que vigiam escritórios, propriedades e ruas),
câmeras de vídeo-conferência (por diversão, por trabalho, até por segurança como no caso que desejam implantar nas audiências no tribunal para presidiários),
câmeras de informação visual / vigilância (são os casos de câmeras em estradas para verificação de tráfego pelo usuário, câmeras para verificação de tempo, câmeras para verificação de ondas para surfistas, etc.).

Junto a isto, você encontrará também, 4 tipos de câmeras diferentes:

Webcam
Câmeras ligadas a micro por placa de captura
Câmeras IP (por rede ou wifi)
Câmeras autônomas

Porque separar em 2 categorias de classificação diferentes? Porque NADA IMPEDE que você utilize uma webcam para vigilância, nem que utilize uma câmera IP para videoconferência... e por aí vai!
Bom, primeiro vamos dar uma "conhecida" nos tipos de câmeras que você irá encontrar, e algumas características delas...

WEBCAM:

Esta é a câmeras mais comum, e você encontra ela no mercado por preços bem reduzido (começando em cerca de R$ 15 os modelos mais baratos até R$ 600 os mais caros).
Porque existe esta diferença de preços? Bom, alguns fatores são importantes na hora de decidir qual câmera comprar.
Resolução de imagem (encontra-se desde câmeras com 100K pixels até câmeras com 1300K ou 1,3M pixels)
Imagem interpolada ou não: algumas câmeras realizam "interpolação" para poder oferecer uma melhor qualidade, enquanto outras oferecem a resolução REAL, sem interpolação
Lentes. Algumas câmeras oferecem lentes melhores, lentes com ajuste, lentes de plástico, lentes de vidro, etc.
Funções extra. Algumas câmeras oferecem sensor de presença, infravermelho, etc.
Conjunto e acabamento. Pode não parecer mas isto conta muito... um bom acabamento do dispositivo, facilidade de rotacionar a câmera, de prender, etc.
Estas câmeras são ligadas ao micro através de conexão USB (1.1 ou 2.0 dependendo da câmera), algumas junto com o conector USB também fornecem um plug para ligar na entrada de microfone (as que possuem microfone integrado e com conexão separada), e normalmente são controladas pelo sistema operacional como um dispositivo USB, através de driver USB, e algum aplicativo que irá rodar no seu micro.

CÂMERAS LIGADAS A MICRO POR PLACA DE CAPTURA:

Este tipo de câmera ganhou um impulso bem grande através da miniaturização e barateamento da solução (placa de captura/conexão no micro). Você pode encontrar versões com algumas diferenças e claro, influenciando no preço (muitas vezes são vendidas como KIT: câmera + placa de captura):

Câmeras com ou sem fio;

Câmeras coloridas ou preto-e-branco

Câmeras com ou sem som

Câmeras com visão noturna

Placas para ligar 4. 6 ou 8 câmeras

Placas para conexão interna ou externa no micro

Como falamos acima, estas câmeras são conectadas ao micro através de uma placa/dispositivo de captura (pode ser interno ou externo), onde estarão conectadas as câmeras. No micro estará rodando um programa para gerenciamento/captura das imagens.

CÂMERAS IP:

Este tipo de câmera possui como grande característica o fato de não necessitarem estar ligadas a um micro, mas sim conectadas à uma rede Ethernet.
Elas possuem internamente um código que ao serem ligadas numa rede, procuram automaticamente um servidor que irá prover um endereço IP (serviço DHCP), e assim que valida o IP com o servidor (normalmente um roteador na rede), ela automaticamente está pronta e ativa, e já apta a receber "acesso" ao seu conteúdo (de câmera/vídeo) por um micro que a enxergue na rede.
Esta solução é interessante principalmente em ambientes empresariais, pois normalmente em uma empresa, já existe uma infra-estrutura de rede local para que os micros dos funcionários se conectem entrem si, e com isto, pode-se aproveitar esta estrutura e colocar também a parte de segurança, ou seja, uma economia bem interessante na implantação da solução.
Mais interessante ainda, é o fato destas câmeras por estarem numa rede local IP, se esta rede tiver uma conexão com a internet, e aceitar conexões externas, poderem ter suas imagens acessadas de qualquer lugar da internet, ou seja, o escritório estando fechado, poderá estar sendo vigiado e acompanhado qualquer tipo de movimentação em seu interior, de qualquer ponto da internet. É muito interessante para por exemplo centralização de segurança entre diversas filiais, ou mesmo permitir que uma empresa pequena tenha o acompanhamento do andamento do ambiente do escritório a partir de um ponto externo (vigiar loja, vigiar funcionários em escritórios, etc.).
Este segmento está cada vez mais apresentando novidades. Hoje em dia já se encontram câmeras IP em modalidade Wireless, ou seja, é necessário apenas estarem conectadas numa rede local WI-FI (sem fio), do local, bem como também melhoramentos na câmera em si (infravermelho para filmagem noturna, sensor de movimento, algumas inclusive algum tipo de movimentação física).
É bem evidente também o barateamento desta solução. As câmeras de vídeo IP, estão com preços muito atrativos, e pelas facilidades que oferecem, acabam sendo acessíveis a qualquer escritório ou empresário.

CÂMERAS DE SEGURANÇA PROFISSIONAIS (autônomas):

Este tipo de câmera, são as que você encontra atualmente espalhadas pelas cidades, atuando como suporte à segurança pública, conectadas a sistemas de vigilância complexos, de grande capacidade.
Normalmente possuem uma qualidade de vídeo muito melhor, lentes com objetivas capazes de mostrar maiores detalhes da imagem, muitas vezes com capacidade de zoom ótico remoto e algumas com movimentação longitudinal e vertical remoto.
Possuem construção bem robusta, para utilização ao relento, com proteção contra chuva, etc.
Algumas vezes temos câmeras deste tipo sendo utilizadas em conjunto com sistemas de vigilância interna (com câmeras IP), onde estas são focadas em vigilância exterior.
Devido a serem equipamentos de aplicação muito específica, vamos nos concentrar nos próximos artigos nos demais tipos de câmeras e não neste.

VOCÊ NUNCA VIU SEU CARRO POR ESSE ÂNGULO - COMERCIAIS SUPER LEGAIS !

http://www.youtube.com/watch?v=t4jOWXay1Jc







quarta-feira, 28 de abril de 2010

Homem Aranha, Hulk e Homem de Ferro salvam o dia! - SUPER LEGAL

Essa animação eu não sei quem fez , mas esta super legal .
Bom roteiro e produzida em 3D .
Vale conferir .



PIRATAS DO CARIBE 4 - SÓ EM MAIO DE 2011


Piratas do Caribe 4, será lançado provavelmente dia 20 de maio de 2011 e terá como nome oficial “Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides” (Piratas do Caribe: Em Marés Estranhas).

O diretor Gore Verbinski, que esteve a frente dos três primeiros Piratas do Caribe, não estará no quarto filme, a contragosto da Buena Vista Pictures.
Isso, porque ele estará a frente da adaptação para as telonas do game Bioshock, que será gravado no mesmo período que Piratas do Caribe 4.

O fato é que Geoffrey Rush e Johnny Depp estão interessados, o que é muito bom, mas, Orlando Bloom não tem como objetivo participar das continuações da série e um pouco depois de Piratas 3 já tinha cogitado abandonar a franquia, por isso acho que não o veremos mais como bucaneiro nos cinemas. De acordo, com boatos o filme Piratas do Caribe 4 vai contar a história de Jack Sparrow, mas pode ser baseado no livro de Tim Powers, onde o pirata Barba Negra, sai em busca da fonte da juventude. Já sabemos que a bonitona da Penélope Cruz irá participar.
Então é isso. O cara está fora e só resta aos produtores arrumarem um novo diretor para o longa. Ou então, adiar o projeto, o que eu acho bem difícil. Lembrando que a franquia Piratas do Caribe arrecadou cerca de 2,6 bilhões.

FONTE: http://www.infomaroto.com/blog/piratas-do-caribe-4

O FILME DO LANTERNA VERDE SÓ EM 2011 - VEJA O TRAILER

fonte : http://siteatied.blogspot.com/2009/07/filme-lanterna-verde-cinema-2011.html

O filme Lanterna Verde já deveria ter sido lançado no cinema há muito tempo, mas devido a liberação de direitos autorais dos criadores do Lanterna Verde e empresas envolvidas no meio, uma possível produção do filme Lanterna Verde para o cinema vem sendo adiada há anos.

Lanterna Verde é um super-herói da DC Comics criado por Martin Nodell e Bill Finger que estreou no All-American Comics nº16 em 1940, onde o Lanterna Verde é um herói que pertence a Troca dos Lanternas Verdes que tem a missão de monitorar a galáxia a mando dos seus superiores os Guardiões e tendo como arma principal os anéis com super-poderes cujo personagem principal é Hal Jordan, o Lanterna Verde original.
Durante muito tempo vários personagens passaram por Lanterna Verde, como Hal Jordan, Guy Gardner, John Stewart e Kyle Rayner, sendo que quase todos pertenceram a versões antigas da Liga da Justiça em várias versões, onde no ano de 2005, depois de ser o vilão Parallax e se tornar um novo Espectro, Hal Jordan voltou a ser o Lanterna Verde herói, mas Kyle Rayner passou bastante tempo sendo o Lanterna Verde e o único Lanterna Verde da Terra e do espaço. Enquanto ainda estava na ativa e produção, a Liga da Justiça teve como Lanterna Verde John Stewarte como seu Lanterna Verde oficial, cujo cargo foi oferecido por Kyle Rayner que decidiu abandonar a Terra por decepção.
Bom, até aqui já deu para perceber que a história dos Lanternas Verdes é bem complicada e também foi este um dos motivos de tanta complicação para a criação oficial do filme Lanterna Verde para o cinema. Se você quiser saber toda a história do Lanterna Verde, terá de ler os gibis, assistir as séries em desenhos e histórias sobre a Tropa dos Lanternas Verdes, mas voltando ao filme Lanterna Verde para o cinema, ele terá como diretor Marin Campbell, onde os roteiristas já foram escolhidos, que são: Marc Guggenheim, Greg Berlanti e Michael Green.
Com vários filmes de super-heróis sendo lançados no cinema e também com a tecnologia cinematográfica evoluindo cada vez mais, o filme Lanterna Verde para o cinema vem a cada dia se tornando uma realidade mais presente, onde uma data de lançamento já foi até divulgada do filme Lanterna Verde para o cinema, que é 17 de junho de 2011.
O filme Lanterna Verde para o cinema irá contar a história de como Hal Jordan, o primeiro Lanterna Verde original, ganhou o seu anel e se tornou o herói da história.
O filme Lanterna Verde tem estréia prevista no cinema para o dia 17 de junho de 2011, onde as filmagens começarão em novembro de 2009 em Sydney na Austrália, onde o ator principal que interpretará o Lanterna Verde no cinema será Ryan Reynolds, o ator que interpretou DeadPool em X-Men Origins: Wolverine.



A Batalha dos Três Reinos (Chi bi / Red Cliff) ESTREIA MAIO DE 2010

A Batalha dos Três Reinos (Chi bi / Red Cliff)

Sinopse
A história se baseia em eventos dos anos 220 a 280 d.C. e conta uma passagem do Romance dos Três Reinos, livro escrito por volta do ano 1350 por Luo Guanzhong. Nele, os três feudos existentes no território chinês entram em conflito. A batalha climática, que envolveu cerca de um milhão de combatentes, teve de um lado dois senhores, Sun Quan and Liu Bei, derrotando o superior exército invasor de Cao Cao. Pouco tempo depois, a dinastia Han terminou oficialmente e o país foi dividido entre os três reinos.


 








Veja aqui o trailer desse filme

COPA DO MUNDO VEM AI ! QUE TV COMPRAR ? FULL DH? LCD? PLASMA? LED? OU 3D ?

O QUE É FULL HD ?

Você está passeando por uma loja de eletroeletrônicos e vê uma TV de plasma ou LCD com o selo Full HD. Mas que raios significa Full HD? E 1080?


Vou ser simples: Full HD (Full High Definition [ao pé da letra: Alta definição máxima]) é a resolução máxima que uma TV de alta definição do mercado alcança. Uma TV Full HD tem 1920 pixels de resolução horizontal por 1080 linhas de resolução vertical , somando um total de 2.073.600 dpi², o que permite um melhor detalhamento da imagem.

Mas porque eu vejo uma imagem ruim do DVD numa televisão Full HD?

A imagem do DVD fica ruim na televisão por dois motivos: A mídia e o cabo. Para obter uma boa qualidade de imagem, você precisa de um vídeo em alta definição. Geralmente alguns DVDs (principalmente os piratas) sofrem uma compressão de arquivo (diminuição da resolução para um maior tempo de vídeo). A conseqüência, às vezes, é uma qualidade de um ‘vídeo de internet’ numa TV Full HD. A mídia especial para vídeos de alta definição é o BD (Blu-Ray Disc [Disco usado no PS3]) que suporta até 50 GB, enquanto um DVD suporta até 8,54 GB.
O cabo também é outra história. Os DVDs geralmente vêm com um cabo áudio e vídeo, o que não gera toda a qualidade do vídeo para uma TV. Para alcançar a qualidade máxima de um DVD, você deve usar um cabo de vídeo componente (YPbPr) no seu televisor. Para alcançar uma qualidade digital máxima de transmissão em uma TV Full HD, você deve usar um cabo HDMI (High Definition Multimedia Interface).

E porque todos da emissora de TV ficam achatados na tela de uma TV Full HD??

Isso é questão de transmissão. A TV analógica transmite em um formato chamado 4:3, enquanto as transmissões digitais são em widescreen (16:9). Sabe aquelas faixas pretas que ficam na horizontal acima e abaixo do vídeo em alguns filmes? É como se fosse uma simulação do formato 16:9 (Formato usado pelo cinema). Confira a imagem abaixo:

1080I ou 1080P ?    
O problema sao as palavras que as pessoas escolhem para "descrever" o fenômeno. A verdade é única: a tv LCD/plasma exibe as imagens SEMPRE em progressivo. Portanto, ela exibe SEMPRE em 1080p. Ponto.

Só que exibir não é sinônimo de transmitir. Se a transmissao se faz a 1080i, fica complicado exibir uma imagem com muitos movimentos perfeita.
Torna-se então necessario entender que exibir alguma coisa em 1080 linhas progressivas, nao significa necessariamente que voce estará assistindo 1080 linhas perfeitas, e isso porque a fonte do sinal pode ser 1080i.
Tentar explicar em palavras (sem um desenho) é que sao elas, mas eu vou tentar: se a transmissao for entrelaçada ("i"), digamos que em 1080i, primeiro sao enviadas 540 linhas intercaladas (somente as linhas pares, por exemplo), depois as outras 540 linhas. Se o conteudo do video que está sendo exibido forem cenas rapidas demais (digamos, um jogo de futebol), quando as primeiras 540 linhas de uma cena forem transmitidas, a bola está uma posicao na tela, quando as proximas 540 linhas forem transmitidas 1/60 segundos depois, a bola ja estará em outro lugar na tela, um pouquinho à frente, mas ainda assim em outro lugar. Desta forma, na imagem "montada" completa de 1080 linhas, algumas linhas mostrarao a bola em um lugar, e outras linhas mostrarao a bola em outro lugar.
Resultado de uma exibicao em 1080 linhas feita dessa maneira: a imagem da bola aparecerá aos olhos como "desfocada" ou "formigando", porque as "duas imagens separadas" nao batem, é como se fosse um quebra-cabecas mal montado que nao encaixa bem a imagem da bola (que sequer fica redondinha na tela).
Se exibida em um quadro parado, a imagem da bola estará desfocada ou borrada. Se exibida em movimento, alem de desfocada a imagem vai cintilar.
Mas, caramba gente, isso vai acontecer com qualquer tv LCD/plasma, tenha ela 1080 linhas, 720 linhas, 768 linhas o que for!!!! Nao importa se o marketing diz que a tv é "1080i" ou "1080p", esse problema vai ocorrer em qualquer televisor que nao tomar medidas para corrigir (mais acertadamente dizer AMENIZAR) esse problema.
Tem tv (notadamente as de 120 Hz) que a partir de 540 linhas fazem calculos para tentar "adivinhar" as 540 linhas restantes (algo parecido ao upscaling), e assim amenizam as diferenças que o metodo de transmissao entrelaçado gera.
Mas, seja lá o que for que o seu televisor faça, pelamordedeus, nunca digam que existe um televisor LCD/plasma 1080i. Ou ele é 480 linhas, ou é 720 linhas, ou 768 linhas, ou 1080 linhas. Se for televisor para o mercado europeu, aparecerão outros numeros, como 525 linhas.
Mas tv 1080i não existe! (ao menos nao quando falamos de LCD/plasma, tv de tubo CRT é outro papo).
Outra coisa: tv full-HD e tv HD possuem diferenças na imagem mostrada, sim! Mas ninguém nunca disse que são "diferenças brutais", ou mesmo visiveis de longe. Por isso cada um deve decidir por si o custo/beneficio na hora de comprar um televisor. Mas tambem nao é correto dizer que "é tudo a mesma coisa se a tela tiver menos que X polegadas". Não é. Ainda mais que cada vez mais as tvs full-HD estao embutindo tecnologias que as tvs de modelo HD nao tem (como, por exemplo, o refresh rate de 120 Hz). Ouso imaginar que, com o passar do tempo e os lancamentos de novos modelos, cada vez mais as diferenças de uma full-HD para as demais se acentuarao, mesmo que seja para assistir a conteudo gerado em 1080i.
[ ] Rubens  fonte : http://www.htforum.com/vb/showthread.php?t=76712&page=2

ENTRADA HDMI ?

High-Definition Multimedia Interface (HDMI) é uma interface totalmente digital de audio e video capaz de transmitir dados não comprimidos, representando por isso uma alternativa melhorada aos standards analógicos tais como: Radio Frequência , Cabo coaxial, Vídeo composto, S-Video, SCART, Vídeo componente, Terminal D [2], e VGA. O HDMI fornece uma interface de comunicação entre qualquer fonte de áudio/vídeo digital - como Blu-ray, leitor de DVD, computador, consoles de videogame, Amplificadores Áudio/Vídeo [3], set-top box - para qualquer dispositivo de som ou vídeo digital, como monitor de computador e TV digital[1].

O HDMI, supporta através de um único cabo qualquer formato de vídeo TV ou PC, incluindo os modo Standard, Enhanced, e Alta Definição e até 8 canais de áudio digital, sendo o sinal (áudio/vídeo) codificado em TDMS[4] (Transition Minimized Differential Signaling) para transmissão digital não comprimida através do cabo HDMI, de acordo com a norma do Consumer Electronics Control.[2] O HDMI é também compatível com o High-bandwidth Digital Content Protection (HDCP) um sistema anti-pirataria.
Os Leitores de DVD convencionais possuem, normalmente, apenas saídas analógicas de vídeo e áudio SCART e/ou Phono que são ligadas a um monitor/televisor. Estas saídas passam por conversores AD/DA[3] que limitam a resposta em frequência e introduzem erros de quantificação que degradam a imagem. Para que essas limitações sejam eliminadas utiliza-se então a transmissão digital, denominada por HDMI (High Definition Multimidia Interface), do Leitor DVD para monitor/televisor.
Normalmente os Leitores de DVD com conexão HDMI possuem também a função Up-Conversion[5] ou Up-Scaling que permite que a partir de uma fonte Standard, por exemplo um disco comercial de DVD com 480i (ou 480p), seja possível obter um sinal de vídeo com resolução de 720p, 1080i ou 1080p. Isso é possível devido a interpolação (estimativa de pixeis que existiriam se a restituição da imagem fosse completa) realizada entre os pixeis encadeados da imagem de 480i. Obviamente a estimativa não é exacta e portanto o que se obtém como resultado final não é uma imagem de alta definição, mas sim algo pouco melhor que os leitores de DVD convencionais fornecem sem a função Up-Conversion. Obviamente, não adianta ter um leitor de DVD com função Up-conversion para 1080p (ou 720p ou 1080i) se o painel do monitor/televisor tiver somente 852x480 píxels; nestes casos haverá uma operação de Up-conversion, de por exemplo 480i para 1080p seguida de uma de Down-Conversion de 1080p para 480p, para que o sinal de vídeo possa excitar adequadamente os píxeis do monitor/televisor.
A mais recente geração de Leitores de discos óticos - o Leitor BluRay reproduz uma imagem de alta definição, sem recurso a Up-Scaling, a partir de um disco com alta densidade de informação. Este enorme fluxo de informação tem no interface HDMI o meio ideal para a sua propagação e, por conseguinte, todos os aparelhos recentes de áudio/vídeo vêm equipados com este conector estando todos os antigos interfaces (analógicos e digitais) num processo de desaparecimento. Estes Leitores, à semelhança de anteriores versões, mantêm a compatibilidade de suportes ou seja continuam capazes de ler DVD de definição standard sendo capazes inclusive de realizar o processamento Up-Conversion com os mesmos.

fonte : http://pt.wikipedia.org/wiki/Hdmi

A DIFERENÇA DE  TVs de LED, LCD e PLASMA

Agora, com o lançamento das Tvs de LED, fica cada vez mais difícil decidir em qual TV devemos investir nosso dinheiro. Eu não preciso dizer o quanto vale a pena ter uma TV de alta tecnologia em casa: é diversão na certa! Digamos que a grande diferença existe entre as TVs de plasma e de LCD, e a LED aparece aí como a mais “nova geração” da LCD.


Como existem muitas explicações técnicas sobre esses produtos ficamos ainda mais confusos, e é por isso que vou tentar explicar como funcionam e quais benefícios da forma mais compreensível pra quem é apenas um futuro consumidor e não um especialista no assunto.

LED:
A processo de transmissão das TVs de LED funciona praticamente como a de uma TV de LCD só que a tecnologia é um pouco diferente, ou seja, ao invés daquela luz branca no backlight, nas TVs de LED você tem um conjuntos de LEDs com as cores primárias (vermelho, azul e verde) e faz com que o trabalho de filtragem de luz do cristal líquido seja muito melhor realizado, conseguindo cores mais puras e com uma gama muito maior. Essa tecnologia também faz com que a luz seja exatamente igual durante todo seu tempo de uso e não ocorra perda de brilho ou alteração de cor, independentemente de ter uma luz acesa ou não. O painel também possibilita uma melhor regulagem na intensidade da luz.

Vantagens:
As telas das TVs de LED são muito mais brilhantes, com o contraste muito melhor e as cores muito mais vivas quando comparadas ao modelo das de LCD, ou seja, têm uma imagem muito melhor, pois são feitas com diodos em emissores de luz (LED). Essas TVs também podem ser bem mais finas do que as outras (já existem com apenas 3 cm de espessura).
Essas TVs atendem às normas Eco-friendly pois não necessitam de lâmpadas CCFLs e são completamente livres de mercúrio. Não utilizam chumbo pra fixação de componentes e faz com que o descarte e reciclagem das TVs possam ser feitos de forma segura e sem impacto para o meio ambiente.
Os televisores de LED também atendem às normas Energy Star, pois possuem um nível baixíssimo de consumo de energia de até 40% menor do que as TVs de LCD do mesmo tamanho. O que é muito bom pro nosso bolso.

LCD:
A TV de LCD funciona com a base sendo de um material de cristal líquido, que transmite uma imagem mais translúcida ou opaca dependendo da corrente elétrica aplicada sobre ele. Cada ponto na tela é formado por três células lacradas cheias desse material e cada célula corresponde a uma cor primária de luz (verde, vermelha e azul). Uma lâmpada que gera luz branca é instalada atrás da tela e ilumina as células tornando a imagem visível. As cores são formadas dessa forma e assim combinam múltiplas intensidades de cada uma das cores primárias.
Vantagens:
As TVs de LCD já são mais indicadas pra salas iluminadas, isso significa que você pode assistir ao seu programa com uma janela atrás da sua TV que você não verá nenhum reflexo na imagem, diferente da de plasma. Também são indicadas pra quem vai ligar o PC nela ou jogar aqueles games mais parados, como os de antigamente, pois imagens estáticas costumavam manchar as TVs de plasma mais antigas. Você também pode encontrar LCDs disponíveis em tamanhos menores, o que é difícil encontrar nos modelos de plasma. E como assistir a uma TV de mais de 42 polegadas num quarto pequeno. Difícil, né?
PLASMA:
Nas tvs de plasma a tela opera com células cheias de gás nobre, assim como o neônio ou xenônio, que sofre uma descarga elétrica e se transforma em plasma. Parece mágica, né? Mas é mais ou menos assim que essa mágica funciona: Esse processo todo libera fóton (luz) e se colidem com uma camada de fósforo na frente dessas células que as fazem brilhar. Cada ponto de imagem é composto por 3 células e cada uma delas coberta com fósforo de cor diferente (verde, vermelho e azul).
A combinação dessas 3 cores diferentes em intensidades variadas gera os tons necessários para produzir a imagem. E pelo simples fato de cada célula produzir sua própria luz, não existe a necessidade de nenhuma luz pra iluminar nossa tela.

Vantagens:
As tvs de plasma são mais indicadas pra ambientes escuros devido à fidelidade de cores e maior contraste, o que é muito bom pra quem gosta de cinema, pois oferecem cores mais vivas e não depende de luz pra que isso ocorra, ou seja, elas têm uma qualidade de imagem muito boa.
Também são muito boas pra quem gosta de assistir esportes e games mais modernos, pois elas oferecem o que é chamado de “resolução dinâmica”, que nos proporciona melhor qualidade em cenas de movimento. Além disso, as TVs de plasma são super indicadas pra ambientes amplos, pois são muito mais fáceis e mais baratas de serem produzidas em tamanhos maiores. Não é a toa que vemos por aí um monte de TV de plamas gigantes nas vitrines da lojas.
Vale a pena ressaltar que existem componentes que podem ser muito úteis, independentemente de qual TV você compre como aparelhos de Blu Ray na hora de assistir um filme, cabo HDMI, que dá uma grande ajuda na qualidade da imagem, um Home Theater pra assistir aquele show e etc. São várias as opções pra você ficar muito feliz com a sua escolha, o importante é que você realmente saiba o que necessário e importante pra você ficar satisfeito.

fonte : http://www.comprafacil.blog.br/plasma-lcd-ou-led/

TELEVISÃO EM 3D ? COMO FUNCIONA ?
 Como funciona a tecnologia 3D?Por Wikerson Landim



Tecnologia já é realidade em cinemas, televisores, na internet e até mesmo em celulares. Saiba como funciona o 3D.
Realidade em três dimensões. Certamente você já ouviu falar sobre esse conceito. Os efeitos em terceira dimensão estão se tornando cada vez mais comuns em nosso cotidiano e, para um futuro próximo, parecem estar encaminhando para se tornar a nova febre do mundo do entretenimento.
Mas o que poucos sabem é que, embora esta tecnologia só agora tenha começado a se desenvolver, seus princípios e as primeiras experiências já têm mais de meio século. Para se ter uma ideia em 1952, nos Estados Unidos, foi exibido o primeiro filme em 3D nos cinemas. Claro, nada como é apresentado nas modernas salas de hoje em dia, mas a experiência de ter a impressão de ver as imagens saindo da tela – ainda que precária – causou furor no público.
Assim, durante toda a década outras experiências foram feitas, mas à época as prioridades eram outras. Era preciso aprimorar o som, o formato de exibição de imagem, reformar as salas de cinema e aprimorar os óculos de papel - com uma lente azul e outra vermelha – que além de ser desconfortáveis causavam dor de cabeça e enjoo em algumas pessoas.

Afinal, como é feito o 3D e por que vemos em três dimensões?
A terceira dimensão não existe, é apenas uma ilusão da sua mente. Literalmente. E isso é possível graças a um fenômeno natural chamado estereoscopia. Apesar do nome complicado trata-se apenas da projeção de duas imagens, da mesma cena, em pontos de observação ligeiramente diferentes.
Seu cérebro, automaticamente, funde as duas imagens em apenas uma e, nesse processo, obtém informações quanto à profundidade, distância, posição e tamanho dos objetos, gerando uma ilusão de visão em 3D.
Para que isso seja possível, no entanto, a captação dessas imagens não é feita de uma forma qualquer. Lembre-se que o efeito 3D é composto por duas imagens projetadas em pontos distintos. Logo, na captação, devem ser filmadas duas imagens ao mesmo tempo. Essa correção de enquadramento é feita por softwares específicos, em tempo real, que reduzem as oscilações na imagem, deixando a composição mais realista.
A câmera estereoscópica simula a visão do olho humano. Cada lente é colocada a cerca de seis centímetros uma da outra (já que essa é a distância média entre os olhos de uma pessoa). E nesse processo ainda devem ser controlados zoom, foco, abertura, enquadramento (que deve ser exatamente o mesmo) e o ângulo relativo entre elas. Não é uma tarefa fácil ou que você possa fazer na sua casa. Ou melhor, até é possível, mas é um processo bem trabalhoso.
Um truque utilizado pela indústria é filmar através de uma lente e usar um espelho para projetar uma imagem deslocada em uma segunda lente. A imagem refletida é girada e invertida antes da edição do filme. E, por se tratar de um espelho, é preciso fazer ainda as correções de cores e brilhos necessárias para que não dê a impressão de imagens distintas.

Porque o 3D é a menina dos olhos do entretenimento
Grande parte das tecnologias desenvolvidas para as áreas de entretenimento nasceram de experiências realizadas primeiramente no mundo do cinema. E o cinema, por sua vez, “brinca” de ser laboratório apenas quando se sente ameaçado. Foi assim quando a TV se desenvolveu que o cinema procurou aperfeiçoar a qualidade das projeções.
Quando a TV começou a crescer, com o home vídeo, vieram as novidades em termos de som e imagens digitais. E agora, quando ter um cinema em casa já não é mais novidade e o acesso a qualquer produto de entretenimento ficou mais fácil graças à internet, os efeitos em 3D surgem como uma salvação para a indústria.
As explicações para isso são simples. Em primeiro lugar o 3D, por enquanto, é a arma mais eficaz para combater a pirataria. Qualquer espectador mal intencionado, com uma câmera na mão, que tentar entrar numa sala de exibição 3D para tentar filmar a tela e jogar na internet vai se dar mal. Sem os óculos especiais as imagens que compõe a projeção 3D não passam de um borrão na tela.
Com o avanço das tecnologias de home theater, é bem possível que muitas pessoas já tenham em casa salas de cinema melhor estruturadas do que muitos cinemas pequenos, com antigas estruturas. Com isso, muito se perguntam: porque pagar mais caro para ver um filme no cinema se pode ver com uma qualidade quase igual no conforto da minha casa? Nesse quesito o 3D surge com um diferencial. Afinal, por mais que exista qualidade de projeção, ainda não existe nada feito em 3D para ser exibido em home vídeo com a mesma qualidade que você encontra nas telonas.

As salas de cinema IMAX

Em termos de tecnologia 3D não há novidades nas salas de cinema IMAX. O que acontece nelas é a potencialização tanto do áudio quanto do vídeo nas melhores condições possíveis para que sua experiência seja algo realmente tridimensional.
A começar pelo tamanho da tela. Ela mede 12 metros de altura por 22 metros de largura. São 264 metros quadrados apenas de tela. Além disso, o som utilizado nessas salas chega a ter 14 mil watts de potência. Mesmo em condições normais de projeção, sem o 3D, isso já o suficiente para deixá-lo bastante impressionado.
A geometria das salas também é personalizada, visando maximizar o campo de visão do espectador. A tela de uma sala IMAX é levemente côncava, o que colabora para a ampliação do campo. Por enquanto no Brasil são apenas duas salas. Uma em São Paulo e, a maior delas, em Curitiba.

Questão de tempo para outra mudança acontecer

Se a indústria cinematográfica é pioneira, por outro lado, não é a única e também está sujeita a evolução cada vez mais rápida das novas tecnologias. A maior prova disso é que, enquanto o 3D dá os primeiros passos nos cinemas brasileiros (atualmente o país conta com 67 salas de exibição nesse formato) fora da grande tela outras mídias já dão seus primeiros passos em direção a essa nova realidade.
Com as televisões não é diferente. No início do ano, durante a CES (Consumer Electronics Show) 2009, uma das principais feiras do segmento de eletroeletrônicos do mundo, empresas como a Sony, Panasonic, Samsung, LG e Mitsubishi mostraram alguns protótipos de TVs especiais com capacidade 3D.
Ainda não há uma data para o seu lançamento oficial, mas de acordo com a Panasonic a ideia é colocar o produto à venda já em 2010. O grande diferencial deste produto é que eles dispensam a necessidade dos óculos 3D. Embora ainda com falhas, é uma mostra que há um bom potencial de desenvolvimento nesse quesito.
A Philips também tem alguns aparelhos como esse em teste sendo comercializados para grandes corporações. Estimativas dão conta que o preço desses aparelhos, que utilizam uma tecnologia batizada de WoW vx, gira na faixa de onze mil euros.
Pequenos avanços colocados no mercado nos últimos anos estão tornando essa possibilidade mais real. Um deles é o aumento da frequência das telas de LCD, de 60 Hz para freqüências de 120 Hz e 240 Hz. Isso permite imagens em movimento mais nítidas e com menos borrões durante as transições.

Como isso é possível sem os óculos?

A grande sacada do efeito em 3D sem óculos está nas telas de cristal líquido. Quando combinadas lentes especiais (visores autoestereoscópicos) com a maior frequência de transição de imagens, o resultado é a projeção de uma imagem que é captada pelo olho humano como sendo em terceira dimensão.
Como explicamos, a projeção 3D simula a visão do olho humano e, por isso, tanto na captação quanto na projeção, é preciso duas imagens para simular os olhos esquerdo e direito e compor uma única imagem. Na televisão 3D são geradas duas imagens simultâneas, que vistas através de uma lente no próprio cristal líquido, fazem com que o cérebro perceba apenas uma única imagem, criando a ilusão da terceira dimensão.
Os custos ainda são proibitivos e há muito a ser desenvolvido. Segundo especialistas, os efeitos por enquanto só são perceptíveis de maneira convincente em telas maiores do que 50 polegadas. Além disso, não basta ter uma TV em terceira dimensão é preciso que haja conteúdo sendo produzido também para esse formato. E aí entra em cena também a necessidade de popularização do Blu-ray, mídia que dá suporte a essa alta resolução necessária.

Terceira dimensão na palma da sua mão
Depois das TVs os próximos a ganhar telas 3D serão os celulares, players e iPods. Mas se anteriormente dissemos que a percepção do 3D só é eficiente em aparelhos de TV superiores as 30 polegadas, como isso será possível nas pequenas telas dos celulares?
Na tecnologia móvel 3D é você quem fará a diferença. Quanto mais próximo você chegar do aparelho, menor será o campo da sua visão (o espaço entre você e o aparelho), mas seu campo de visão (o espaço que você enxerga) permanece o mesmo.
A ideia não é nova, apenas o seu desenvolvimento é que é. A Sharp lançou em 2003 um modelo 3D no Japão. Equipamentos como esse não fizeram sucesso ainda pelo simples fato que praticamente não há conteúdo disponível nesse formato para os aparelhos. Se você já é usuário do iPhone também pode assistir a vídeos em 3D, mas para isso vai precisar usar óculos especiais.
E você, já teve experiências com imagens em terceira dimensão? O que achou? Essa nova tecnologia é tão revolucionária mesmo a ponto de valer a pena tanto investimento sobre ela? Queremos saber a sua opinião!


EXISTE ALGUMA TV 3D QUE NÃO NECESSITA DE OCULOS ?

TV 3D da Philips não necessita de óculos


As televisões 3D já não são novidade, ainda não é comum ter uma na sala, mas já é de conhecimento
comum que esta tecnologia existe e está a evoluir. As primeiras experiências com televisões 3D exigiam o uso de óculos para se notar o 3D, como não é cómodo andar a distribuir óculos para quem quisesse ver Tv era de esperar um evolução.
E a evolução ocorreu, na semana passada a Philips apresentou uma TV 3D de 56 polegadas, com uma resolução Quad Full HD (3840 x 2160). A Philips afirma que os óculos não são necessários para visualizar os efeitos 3D. A Tv suporta resolução altas e o processamento de dados também acompanha as altas resoluções, permitindo um efeito 3D com um contraste elevado, acabando assim com imagens 3D com alguma transparecia das versões anteriores.
A TV tem um ângulo de visão de 160 graus e terá um preço de 25 000$, informações sobre disponibilidade e datas de lançamento não foram reveladas, mas numa primeira fase esta TV só estará disponível para as empresas.

fonte : http://www.biovolts.com/seccao/gadgets/outros/520-tv-3d-da-philips-nao-necessita-de-oculos

Comentários sobre tv 3d sem óculos

Uma coisa é certa. Televisores 3D são a nova sensação. Ainda não existe conteúdo disponível em 3D para ser consumido em casa e aliás, as especificações para o HDMI 1.4 e Bluray 3DTM estão em fase final e produtos devem começar a aparecer durante este ano. Tudo começou com os estúdios de Hollywood que resolveram sua crise cinematográfica fazendo filmes em 3D.

Existem diversos filmes em 3D nos cinemas, mas os desafios técnicos de produzir conteúdo neste formato ainda são enormes. Existem diversos limitadores e por isto nem tudo é 3D, ainda. Como os filmes nos cinemas já estão em 3D, nada mais natural que em casa você também tenha alguma cagalhufa 3D.
Os fabricantes de TV estão fazendo sua parte, mas ainda falta uma penca de coisas. Aliás, até emissoras de TV também estão empenhadas em trazer o 3D para sua casa. Nos EUA começa a ser este ano a ter canal de TV em 3D, mas no ano que vem chegam mais. Aqui no Brasil, acho improvável que alguma emissora, seja ela paga ou aberta, ofereça conteúdo em 3D de maneira regular. Já é difícil ver programação em HDTV, imagina em 3D.
Independente do conteúdo, tecnologia ainda está em desenvolvimento para melhorar ainda mais a exibição de conteúdo 3D. A Intel, durante a CES mostrou um protótipo de TV 3D que não requer utilização de óculos. Segundo o artigo do Engadget existem 8 sweetspots (locais pré-determinados) onde a experiência 3D funciona conforme esperado e o melhor é que não precisa utilizar óculos algum. Pra quem já usa óculos de grau é um espetáculo. A resolução está abaixo dos 720p e a Intel não é a única a mostrar protótipos de televisores 3D.

fonte : http://www.bernabauer.com/tv-3d-sem-oculos/

Outros comentários sobre TV 3D .
Sobre

Orlando Barrozo é jornalista especializado em tecnologia desde 1982. Foi editor de publicações como VIDEO NEWS e AUDIO NEWS, além de colunista do JORNAL DA TARDE (SP). Fundou as revistas VER VIDEO, SPOT, AUDITÓRIO&CIA, BUSINESS TECH e AUDIO PLUS.

Acabo de chegar do Samsung Forum 2010 , megaevento que a empresa coreana organizou em São Paulo, trazendo inclusive dezenas de jornalistas e revendedores de outros países da América Latina. Bem, nos próximos dias vou contar aos poucos quais são os ambiciosos planos da Samsung para o continente, em particular para o Brasil. Por hoje, o mais interessante – e aposto que todo mundo está ansioso para saber – é que a empresa exibiu sua linha de TVs 3D a ser lançada a partir de abril; não, não é coincidência que essa também tenha sido a data fixada pela LG, que apresentou seus produtos 3D no final do mês passado. As duas coreanas estão numa corrida para sair na frente e liderar esse segmento.

Os leitores talvez já tenham visto anúncios da rede FNAC sobre os TVs 3D da LG. A data marcada para os aparelhos chegarem às lojas é 15 de abril, e quem quiser já pode até fazer sua encomenda. Os preços variam entre R$ 7.000 (modelo LCD-LED de 42″) e R$ 15.000 (55″). A quem estiver muito, muito ansioso mesmo, sugiro controlar seus instintos e esperar para ver o produto numa loja.
Já a Samsung adota uma estratégia diferente: anuncia uma espécie de “pacote”, que inclui TV de 40″, player Blu-ray (ambos compatíveis com sinal 3D), mais um par de óculos (acessório fundamental, no caso) e um filme para iniciar a “3D-teca”. Preço promocional: R$ 8.000. O TV sozinho sairá por R$ 5.949 (corrigindo: R$ 5.999); claro, esses são preços sugeridos e provavelmente serão praticados em apenas algumas lojas, escolhidas a dedo. Esse TV é o chamado “de entrada”, modelo básico da linha de 3D, mas com recursos interessantes, como acesso à internet, 4 entradas HDMI versão 1.3, taxa de renovação de 240Hz, conexão DLNA para funcionar em redes domésticas WiFi e espessura de 26,5mm. Considerem que um TV convencional – digo, um LED-LCD 2D – de 40″ está na faixa de R$ 3.800. Façam as contas.
Bem, o que a Samsung nos mostrou hoje foi muito mais. Só de TVs 3D, serão nove modelos: dois plasmas e sete LCDs de LED, um deles absurdamente fino (0,9cm de espessura), previsto para chegar às lojas em junho. Todos têm receptor de TV Digital embutido e acesso à web, sendo que neste último item a empresa ampliou a oferta de sites parceiros, que você pode visitar diretamente pelo TV, mesmo que não tenha um computador em casa. Além do YouTube e do Terra, já disponíveis nos modelos anteriores, agora entram no menu a ESPN Brasil (com notícias de esporte), o Skype (para fazer videochamadas gratuitas no TV) e até o Twitter, entre outros. E quase todos os TVs 3D da Samsung possuem o conversor que permite adaptar imagens 2D para serem vistas em padrão tridimensional.
Mas, o que achei mais interessante na estratégia da Samsung foi a agilidade em começar já a produção dos TVs 3D em Manaus, o que certamente permitirá operar com preços mais atraentes. Lá, também, serão produzidos os novos players Blu-ray e os sistemas de home theater, igualmente compatíveis com imagens 3D. Foi o próprio presidente do grupo para a América Latina, Daniel Yoo, quem anunciou a ampliação da fábrica para comportar as novas linhas de produção, assim como será ampliada a unidade de Campinas, onde são produzidos celulares e notebooks.
Os coreanos, pelo jeito, adoram o Brasil – e, por tabela, a América Latina, para onde será exportada boa parte desses produtos.

fonte: http://orlandobarrozo.blog.br/?p=5667