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sexta-feira, 16 de abril de 2010

História da televisão digital

História da televisão digital
A história da televisão digital inicia-se nos anos 1970, quando a direção da rede pública de TV do Japão Nippon Hoso Kyokai (NHK) juntamente com um consórcio de cem estações comerciais, dão carta branca aos cientistas do NHK Science & Technical Research Laboratories para desenvolver uma TV de alta definição (que seria chamada de HDTV).

[editar] Inovações técnicas e tecnológicas da TV Digital
[editar] Qualidade técnica de imagem e som
Resolução de imagem - Os primeiros estudos sobre a melhoria da resolução da imagem foram realizados na universidade de Massachusetts, onde os aparelhos receptores de TV tinham apenas 30 linhas de vídeo. Ao longo das décadas de 1930 e 1940, os novos aparelhos já apresentavam 240 linhas de vídeo. Atualmente, um monitor analógico de boa qualidade apresenta entre 480 e 525 linhas. Na televisão digital de alta definição, chega-se a 1080 linhas com o padrão HDTV.
Novo formato da imagem - A tela dos monitores digitais passará do formato 4:3, típico da TV analógica, para o formato 16:9, mais próximo do formato panorâmico.
Qualidade do som - A televisão iniciou com som mono (um canal de áudio), evoluiu para o estéreo (dois canais, esquerdo e direito). Com a TV digital, passará para seis canais (padrão utilizado por sofisticados equipamentos de som e home theaters).
Sintonia do Sinal sem fantasmas - A TV digital possibilitará a sintonia do sinal sem a presença de fantasmas e com qualidade de áudio e vídeo ausentes de ruídos e interferências.
[editar] Interatividade
Interatividade Local - O conteúdo é transmitido unilateralmente para o receptor, de uma só vez. A partir daí, o usuário pode interagir livremente com os dados que ficam armazenados no seu receptor. Um novo fluxo de dados ocorre apenas quando é solicitada uma atualização ou uma nova área do serviço é acessada.
Interatividade com Canal de Retorno Não-Dedicado - A interatividade é estabelecida a partir da troca de informações por uma rede à parte do sistema de televisão, como uma linha telefônica. O recebimento das informações ocorre via ar, mas o retorno à central de transmissão se dá pelo telefone.
Interatividade com Canal de Retorno Dedicado - Com a expansão das redes de banda larga, pode ser desenvolvido um meio específico para operar como canal de retorno. Para isso, o usuário da TV digital necessitaria não apenas de antenas receptoras, mas também de antenas transmissoras, e os sistemas, a capacidade de transportar os sinais até a central de transmissão.
[editar] Acessibilidade
Facilidades para Gravação de Programas - A introdução de sinais codificados de início e fim de programas facilitará o acionamento automático de videocassetes ou gravadores digitais dos usuários.
Gravadores Digitais Incluídos nos Receptores ou Conversores - Alguns modelos de aparelhos receptores ou mesmo os conversores poderão incorporar gravadores digitais de alto desempenho (semelhantes aos discos rígidos utilizados nos computadores) que poderão armazenar muitas horas de gravação e permitir que o usuário escolha a hora de assistir o programa que desejar.
Múltiplas Emissões de Programas - A transmissão de um mesmo programa em horários descontínuos (um filme, por exemplo, iniciando de 15 em 15 minutos) em diversos canais permitirá que o usuário tenha diversas oportunidades para assistir ao programa desejado a um horário escolhido.



[editar] Recepção
Otimização da Cobertura - A tecnologia digital possibilita flexibilidade para ajustar os parâmetros de transmissão de acordo com as características geográficas locais. Em áreas acidentadas ou com muitos obstáculos (grandes cidades com muitos edifícios, por exemplo) pode ser utilizado o recurso da transmissão hierárquica. Com este recurso, um programa pode ser transmitido (com sinal menos robusto) de modo a ser recebido em locais mais favoráveis, através de antenas externas, por exemplo, enquanto outro programa ou o mesmo programa do mesmo canal é transmitido (com sinal mais robusto) com uma menor resolução de imagem para recepção em todos os pontos da área de prestação do serviço. Isto permite que terminais portáteis ou móveis (instalados em veículos) possam receber sem problemas as transmissões.
[editar] TV Digital via satélite no Brasil
Com uma antena parabólica e um receptor de satélite que receba sinal digital em banda C e apontando a antena para o satélite Brasilsat B3 os canais disponíveis são: RedeTV!, MTV, Rede Super, TV Gazeta, SBT, Band, Rede 21, MixTV, TV Cultura, TV Mundial, CineBrasil, SescTV, TV educativa, TV Sul Bahia, TV MIX Limeira, Record, Rede Familia, CNT, TV Shop Tour, TV Ra-Tim-Bum, Rede Globo, entre outros canais. A qualidade da imagem é digital (igual da TV a cabo), porém algumas emissoras ( Globo, SBT, Record, MTV, Band e RedeTV! ) já exibem alguns programas em HD ( alta definição ).

[editar] Operadoras de TV por Internet
Terra TV
TV IG
TV UOL
Megamax
[editar] Meios de transmissão

Uma antena que recebe sinais de TV digital por satélite. Na Europa e no Brasil, a SKY TV já transmite em HDTVAssim como a televisão analógica convencional, o sinal digital viaja por diferentes meios - que deverão continuar coexistindo após a adoção do padrão digital.[1]

Terrestre - Transmitido por ondas de radiofrequência, os sinais digitais são transmitidos no ar e necessitam de antenas e receptores apropriados para a sua recepção. Este é provavelmente o meio mais aguardado da televisão digital já que seu custo econômico é o mais baixo, não há necessidade de pagar assinaturas bastando às grandes emissoras de televisão no país e suas retransmissoras efectuarem as devidas adaptações, exigindo também da parte dos consumidores, a aquisição de novos receptores. No Brasil, algumas companhias de televisão por assinatura já transmitem a sua programação usando um sistema semelhante denominado MMDS. Em Portugal, a televisão digital terrestre foi inaugurada em 29 de abril de 2009, adotando, como no resto da Europa, o sistema DVB-T (Digital Video Broadcasting - Terrestrial).
Satélite - Já em uso no Brasil desde 1996 através das TVs por assinatura de banda Ku (SKY, Tecsat e DirecTV) este sistema permite a captação do sinal digital pelos utilizadores residentes em regiões remotas. Desde 1997 existe um satélite público da Embratel transmitindo sinais digitais a antenas parabólicas específicas, denominado de banda C digital sem custos financeiros para a recepção.
Atualmente, existem vários satélites com transmissões digitais abertas, chamados de sistemas Free to air (FTA), em formato DVB encontradas em satélites como a série BrasilSat (PAS B1, PAS B2, PAS B3 e PAS B4), Nahuel, Amazonas, Hispasat, entre outros, com programação variada, desde canais abertos (Rede Minas, TV Record, RedeTV!), emissoras regionais, rádios e canais estrangeiros.

Cabo - Utiliza redes de cabo convencionais CATV para transmitir os sinais digitais que chegam à casa do assinante via operadoras de televisão por assinatura. Implantado em 2004 em grandes cidades brasileiras como São Paulo e Rio de Janeiro este meio de transmissão para televisão digital é atualmente o mais difundido em todo o mundo.
Normalmente as operadoras de televisão a cabo recebem quase todos os canais através de satélite. Após a recepção, filtragem e amplificação poderão existir dois processos para a transmissão no cabo, sendo um deles a codificação analógica dos canais (canais premium, pay-per-view, conteúdo explícito para adultos, etc) criando-se um empacotamento, modulação e depois a transmissão no cabo.

Alguns canais, dependendo do interesse da operadora podem ser transmitidos diretamente no cabo sem a codificação analógica, como é o caso da recepção dos canais locais da cidade em que a operadora de TV a cabo se situa, os chamados canais Off Air, porém passam pelo processo de recepção, filtragem amplificação, modulação e transmissão.

Em resumo, para os canais recebidos via satélite, eles são convertidos de sinais digitais (DVB-S), para sinais analógicos e depois transmitidos no cabo.

[editar] Tipos de televisor
Televisor Analógico - Possui um sintonizador interno que permite receber as transmissões analógicas, mas não recebe transmissões digitais, necessitando, para isso, de um conversor digital (Set-Top-Box).
Televisor Digital - Possui um sintonizador interno que permite receber as transmissões digitais sem necessidade de um conversor digital. Também pode receber transmissões analógicas.
Televisor HD Ready - Possui sintonizador analógico, mas é capaz de reproduzir imagens com definição de 720 ou 1080 linhas horizontais. Com um conversor digital ISDB-Tb, poderá exibir imagens de alta definição transmitidas pelas emissoras de TV Digital no Brasil.
Televisor HDTV - (High Definition TV ou TV de alta definição) Capaz de reproduzir imagens com definição de 720 ou 1080 linhas horizontais. Os modelos cuja definição nativa é de 1080 linhas, se possuírem a função progressive scan, podendo exibir imagens com 1080 linhas de definição horizontal progressiva (1080p), são conhecidos como Full HD. Quando utilizados em fontes de sinal 1080i (ex: transmissões em HD) ou 1080p (ex: DVD de alta definição, HD-DVD ou Blu-Ray Disc), podem exibir a melhor definição disponível em alta definição.
Televisor ISDB-Tb Integrado - (conversor digital integrado) Independente de sua tecnologia (CRT, Plasma, LCD ou Projeção), é aquele que possui o conversor digital integrado. Isso significa que pode receber sinais de TV Digital no padrão ISDB-Tb (padrão de TV Digital adotado no Brasil), diretamente da antena, sem necessidade de outro equipamento para converter o sinal (conversor).
Televisor SDTV - (Standard Definition TV) Possui definição nativa de 480 linhas horizontais. A maior parte dos televisores presentes no mercado pode reproduzir sinais com 480 linhas entrelaçadas (480i). Com a transmissão digital, a qualidade de imagem destes televisores será a mesma que eles apresentam quando conectados a um DVD. O conceito SDTV tem relação com a qualidade de imagem e não com o fato do produto ser digital ou analógico. Um produto SDTV pode ter um sintonizador digital.
Transmissão terrestre - Através de ondas de radiofreqüência, os sinais analógicos ou digitais são transmitidos pelo ar a partir das antenas terrestres (diferentemente dos satélites, que ficam no espaço) e necessitam de antenas e receptores apropriados para a sua recepção.
TV a cabo - Sistema que distribui conteúdo audiovisual via cabos. É transmitido por uma operadora, que recebe este conteúdo, nacional ou internacional, e o distribui às casas que pagam mensalmente pelo serviço. Normalmente tem um número significativo de canais disponibilizados.
TV aberta - Sistema que emite livremente conteúdo audiovisual, sem encargos e taxas para o telespectador. Para ter acesso a este conteúdo, basta que a TV esteja conectada à rede elétrica (tomada, gerador ou bateria) e situada dentro da área de cobertura de alguma emissora aberta.
TV analógica – Transmissão (sinal aberto) - É o sinal de TV terrestre transmitido de forma analógica. É comum ocorrer perda de qualidade no processo de transmissão / recepção, ocasionando ruídos e interferências na imagem recebida.
TV de projeção - Funciona como um projetor, porém, a imagem é gerada invertida e projetada na parte de trás da tela do televisor. Assim, vemos a imagem não mais invertida do outro lado. Nos projetores, uma luz muito forte passa por espelhos que a filtram em três cores. Estas se unem e são projetadas para formar a imagem.
TV de tubo - (CRT) CRT é um acrônimo para a expressão inglesa cathode ray tube, que em português significa “tubo de raios catódicos”. Também conhecidos como Cinescópio. Dentro de sua TV existe um tudo onde encontramos duas placas: uma positiva e outra negativa. Quando a tensão entre as placas é muito alta, gera elétrons, e quando esses atingem a placa positiva, a diferença de energia gera um feixe de luz que atravessa o tubo e para na parte de trás do vidro da televisão, formando a imagem.
TV ISDB-Tb Digital – Transmissão (sinal aberto) - Sinal de TV terrestre transmitido de forma digital. O grande benefício deste sistema é que não há perda de qualidade no processo de transmissão. Imagem e áudio permanecem 100% com a qualidade do sinal original, eliminando ruídos e interferências características do sistema analógico.
TV LCD - Um feixe de luz passa por pequenas células que contêm cristal líquido (daí o nome Liquid Crystal Display) controlado por uma corrente elétrica. Assim são geradas as três cores básicas para a formação de imagens: vermelho, verde e azul.
TV Móvel - É a possibilidade de captar os sinais de TV em dispositivos em movimento: ônibus, trens, metrô, carros, barcos, etc.
TV Plasma - No painel de plasma, encontramos pequeninas células que contêm uma mistura de gases. Quando uma corrente elétrica passa por essas células, excita os gases que passam para o estado plasma, gerando luz.
TV Portátil - É a recepção em equipamentos portáteis, que podem ou não estar em movimento. Exemplo: televisores e computadores de mão equipados com receptor de TV ou telefones celulares equipados com chip receptor, nos quais o espectador pode assistir à programação deslocando-se ou não.
TV Via Satélite - Com o avanço da tecnologia foi possível receber o sinal diretamente via satélite nos domicílios. Um satélite recebe a transmissão de outros satélites ou de uma central terrestre, e retransmite para as casas que possuem uma antena específica apontada para ele. É um serviço pago.
[editar] Pay-per-view (PPV)
Ver artigo principal: Pay-per-view
Antigamente, quem quisesse assistir a um canal de filme tinha que ter ciência da programação, ou mesmo um PPV, os clientes tinham que esperar o início do programa almejado para que pudessem comprá-lo. Podem ver também outros pay-per-view como o Big Brother Brasil.

[editar] HDTV
Ver artigo principal: HDTV
Em sua maior resolução de imagem - High Definition Television (HDTV) - Este padrão prioriza a nitidez e qualidade da imagem em detrimento do número máximo de canais a serem transportados em uma mesma freqüência. Atualmente, a resolução HDTV encontra resistência em avançar no mundo, sendo o alto custo da solução um dos principais obstáculos. O HDTV é atualmente utilizado em algumas grandes cidades localizadas em partes dos Estados Unidos, do Japão e de algumas regiões da Europa (para quem dispõe de uma TV com esta tecnologia)..

[editar] Momento tecnológico no Brasil
Ver artigo principal: Televisão digital no Brasil
O Brasil foi o único país emergente onde emissoras e indústrias de equipamentos financiaram parte dos testes de laboratório e de campo para comparar a eficiência técnica dos três padrões tecnológicos existentes em relação à transmissão e recepção dos sinais. Devemos dar destaque a Universidade Presbiteriana Mackenzie, juntamente com equipamentos da NEC, que realizaram diversos testes em laboratório e em campo, para a escolha do padrão de TV digital japonês. E a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP) que em seu laboratório de Sistemas Integrados, chegou a criar um padrão totalmente brasileiro de transmissão. A TV Digital no Brasil chegou às 20h48min do dia 2 de dezembro de 2007, com pronunciamento do Presidente da República. Inicialmente na Grande São Paulo, pelo padrão japonês com algumas adaptações. A RedeTV! foi a primeira rede de televisão a exibir em São Paulo a sua programação em formato digital de televisão. No dia 20 de Abril o sinal de Alta Definição foi liberado pela Rede Globo apenas na região metropolitana do Grande Rio. O sinal de TV digital também já está presente em Campinas,Cuiabá, Goiânia, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza, Curitiba, Vitória, Florianópolis , Salvador, Uberlândia, Teresina, Santos , Brasília, Joinville, Recife , Manaus, Sorocaba, São Luís, Campo Grande e Natal.

[editar] Programas em Alta Definição
Além da transmissão digital, as emissoras optam também para a transmissão em Alta Definição, o HDTV. Veja agora alguns programas atuais 2009 em HDTV no Brasil:

SBT: Hebe, Vende-se Um Véu de Noiva, Esquadrão da Moda, A Praça é Nossa, Smallville, Terminator: The Sarah Connor Chronicles,Domingo Legal, Cine Espetacular (alguns filmes), Tela de Sucessos (alguns filmes), Uma Hora de Sucesso, 8 e Meia no Cinema (alguns filmes), Casos de Família, Super Nanny, Supernatural.
Globo: Viver a vida, Tela Quente, Toma Lá Dá Cá, Futebol (principais jogos), A Grande Família, Força Tarefa, Som e Fúria, Temperatura Máxima, Sessão da Tarde (alguns filmes) Supercine (alguns filmes), Domingão do Faustão (quando transmitido dos estúdios do Rio de Janeiro), Fantástico (alguns quadros), Domingo Maior, Profissão Repórter, Globo Repórter (alguns programas), entre outros.
Record: A Lei e o Crime, O Aprendiz, Poder Paralelo entre outros.
Band: Primeiro Jornal, Dia Dia, Brasil Urgente, Jornal da Band, Uma Escolinha Muito Louca, CQC, Jornal da Noite, Márcia, Futebol, Top Cine, Cine Clube, Toda Sexta, No Coração do Brasil, Band Esporte Clube, entre outros.
RedeTV!: Toda a sua programação é produzida em HDTV. Produções independentes (como seriados e desenhos) são transmitidos em SDTV.
MTV Brasil: 15 minutos, Top 10 MTV, Scrap MTV, VMB. Desde de 2009 foi feita a primeira exibição em HDTV
Rede Vida: JCTV, Missa do Santuário da Vida.

Sistemas de compressão - Ricardo Pizzotti



Para transmissão e o armazenamento de imagens, áudio e vídeo a compressão de dados é fundamental uma vez que eles necessitam de grande quantidade de dados para representar/armazenar e grande largura de banda para serem transmitidos.
O processo de compressão reduz a quantidade de dados armazenados eliminando bits iguais de sinais digitais, isto é, excluindo a porção repetida da imagem ou os bits menos significativos para a audição. A compressão possibilita o aumento do armazenamento e a diminuição da largura da banda de transmissão.
As técnicas de compressão de dados basicamente utilizam dois fatores: a redundância de dados a as propriedades da percepção humana.
- Redundância de dados: Geralmente amostras subseqüentes de sons e imagens de vídeo não são totalmente diferentes. Os valores visinhos em geral são relacionados. A remoção dessa redundância elimina a replicação de dados, não alterando seu significado.
-Propriedades da percepção humana: Como os sentidos humanos não são perfeitos, a versão comprimida não necessita ser exatamente igual à informação original, pois as diferenças não serão percebidas.
Existem várias técnicas de compressão que podem ser classificadas de diversas maneiras. Quanto ao resultado podemos dividi-las em compressão com perda e sem perda.
- Compressão com perda (lossy compression): técnicas utilizadas para compressão de áudio, imagens e vídeos em que algum dado é perdido durante a compressão da imagem. Essas técnicas são baseadas normalmente em estatísticas de dados e propriedades da percepção humana. Ex: fractal, JPEG, MPEG, etc.
- Compressão sem perda (lossless compression): método pelo qual a informação, após sua compressão, pode ser exatamente reconstruída. Nenhum dado é perdido durante o processo de compressão. Este método é denominado compressão com preservação da informação, pois preserva as informações que permitirão a reconstrução exata da imagem. Ex: codificação de Lempel-Ziv-Welch, algoritmo de Huffman e codificação aritmética.
A compressão de vídeo.
Para que o sinal de vídeo analógico possa ser manipulado por computador ele precisa ser primeiramente digitalizado. Como imagens precisam de muitos bytes para ser armazenadas, torna-se necessário comprimi-las.
A compressão digital reduz os dados de um quadro, eliminando dados duplicados e redundantes ou que o olho não consegue ver, ou salvando-os em forma reduzida. Quando a imagem é exibida, o processo de compressão é invertido.
A compressão se dá de duas formas:
A "compressão reversível" comprime pouco um arquivo - em geral para um terço do tamanho original. É utilizada quando a preservação de pequenos detalhes é necessária.
A "compressão Lossy" tem maior taxa de compressão, eliminando pixeis idênticos. Ela afeta mais a qualidade da imagem.
A compressão permite armazenar quantias grandes de imagens em disco rígido. Os tipos mais comuns de compressão são JPEG, Motion JPEG, MPEG, Fractals, DVI e Wavelets.
O processo de compressão é feito através de placas de digitalização ou por software.

A compressão de áudio.
Á semelhança do que acontece com o vídeo, também o áudio necessita de codificação para que só a informação relevante ao ouvido humano seja transmitida.
No método analógico, as vibrações do som são captadas mecanicamente e transformadas em sinais elétricos. No sistema digital, conversores analógicos para digital convertem as vibrações reais em números ou pacotes de dados que matematicamente representam estas vibrações. Estes conversores fazem amostragens do valor do sinal analógico ao longo do tempo sendo codificados em forma de números podendo então ser armazenados.Como um sinal analógico possui valores de amplitude que variam com o tempo, para codificá-lo é necessário medí-lo a intervalos regulares. A isto se dá o nome de amostragem.
Uma taxa de amostragem suficiente para capturar a faixa de voz humana é 8kHz e para capturar a faixa do ouvido humano é 40 kHz Na prática, as taxas de amostragem variam de 8 a 48 kHz.
Os valores amostrados representando a amplitude do sinal ao tempo da amostragem precisam ser quantizados em um número discreto de níveis. O número de níveis depende de quantos bits são usados para armazenar o valor amostrado. Para áudio digital, a precisão normalmente varia de 8 bits por amostra (256 níveis) a 16 bits por amostra (65536 níveis).
Para dados de áudio a forma mais básica de compressar/reduzir envolve a redução do número de bits e padrões de amostras de áudio.
Diferente de fotografia ou vídeo, os sinais de áudio são difíceis de compressar, existindo pouca relação entre amostras vizinhas ou quadros consecutivos. Os níveis de compressão práticos são, entretanto limitados para muito menos de 10:1 enquanto que a compressão de vídeo de 25:1 pode ser legivelmente produzida.
Para reconstruir o áudio, um conversor D/A (digital para analógico), busca na memória os códigos numéricos e recria o sinal original, ponto por ponto. Para que o sinal seja reconstruído corretamente, é preciso que o conversor D/A recoloque as amostragens ao longo do tempo com a mesma velocidade que foi usada pelo conversor A/D.
Principais formatos de áudio.
AIFF - O formato desenvolvido pela Apple e também usado pela Silicon Graphics.
Amiga IFF - Padrão de som da Amiga. Arquivos IFF são freqüentemente dados a extensão IFF. Contém apenas sons de 8 bits.
Creative - Formato da Sound Blaster. Tem a extensão VOC. WHAM pode negociar apenas com arquivos VOC não compressados.
RIFF Waveform Format - Formato de som Wave da Microsoft Windows. É usado para o sistema de som Windows.
Sun-Next - Padrão de arquivos de som para estações Sun e NeXT tradicionalmente tem a mesma extensão AU. Estes arquivos podem conter 8 ou 16 bits lineares ou amostras.

Os formatos de compressão de vídeo 001


Os formatos de compressão de vídeo
Tutoriais

Carlos E. Morimoto


Tudo começou quando alguém percebeu que ao exibir fotos muito rápido, as pessoas tinham a ilusão de movimento. Não demorou muito para inventarem as primeiras máquinas de filmar, que ainda utilizavam película, e eram movidas à manivela. Depois, surgiu a televisão, que tem um funcionamento muito parecido com os monitores. Elas recebem um sinal analógico através da antena ou cabo (os monitores CRT também são analógicos) e com ele varrem a tela, linha a linha, 30 vezes por segundo, criando as imagens.
Os filmes em película tem uma resolução muito boa, tanto que até hoje são usados nos cinemas, mas em compensação são caríssimos. Não é algo que você teria condições de assistir em casa por exemplo. A televisão por sua vez é bem acessível, o aparelho é barato e os sinais podem ser transmitidos para o país inteiro e muitas vezes serem capitados até mesmo pelos nossos vizinhos do mercosul, mas por outro lado, tem uma qualidade de imagem muito ruim se comparado com os filmes em película e existe o problema de interferência do sinal. Logo depois surgiram as firas VHS, que armazenam vídeo com uma qualidade ainda inferior à da TV, mas em compensação, podem ser gravadas, regravadas, copiadas e distribuídas.

Mas, tudo isto é do tempo em que os computadores mais avançados equipavam salas inteiras, pesavam toneladas e demoravam horas para terminar cálculos complexos. Desde a década de 70, os computadores vem seguindo a lei de Moore e dobrando de desempenho a cada 18 meses. Assistir um DVD, que seria algo impensável usando um 386 é brincadeira de criança para um processador atual. Por outro lado, quando foi o último grande avanço em se tratando de vídeo analógico?

Assim como áudio, imagens, texto, etc. trabalhar com vídeo digitalizado traz grandes vantagens. Não se perde qualidade ao tirar cópias ou editar o original. A qualidade não se degrada com o tempo, ao contrário do vídeo gravado em fitas e é possível arquivar e manipular os arquivos com muito mais facilidade. Não é à toa que o SBT está investindo pesado para digitalizar seu acervo de 100.000 horas de programação.

Depois das vantagens de se trabalhar com vídeo digitalizado, cabe falar um pouco sobre os problemas. Imagine um vídeo com resolução de 720 x 576 e 16 bits de cor. Sem compressão, teríamos 1,35 MB por quadro, com 25 quadros por segundo teríamos incríveis 33,75 MB/s! Mesmo 4 HDs IDE em RAID 0 teriam dificuldades em transmitir um fluxo de dados tão grande. Isso sem contar que duas horas de filme neste formato consumiriam incríveis 243 GB. Novamente, seriam precisos 4 HDs em RAID, agora para armazenar o filme.

O trabalho do processador, por outro lado, seria muito pequeno pois ele teria apenas que enviar o vídeo para a placa de vídeo, não precisaria fazer nenhum trabalho de decodificação.

Compressão de vídeo
Já que em qualquer PC o processador é muito mais rápido do que os HDs, nada mais lógico do que comprimir os vídeos. Assim, diminuímos o tamanho dos arquivos, junto com a necessidade de HDs muito rápidos em troca de uma parte do desempenho do processador. É justamente neste idéia que se baseia o MPEG, o formato usado no DVD e em várias outras aplicações.

O MPEG trabalha aplicando dois tipos de compressão. A primeira é baseada nas cores, o algoritmo procura por agrupamentos de pixels com a mesma cor e os substitui por um único código, algo parecido com o usado no formato JPG. Com esta primeira camada de compressão já é possível compactar os vídeos numa razão de mais ou menos 1/3. Já é um grande ganho, mas ainda não é o suficiente para colocar duas horas de filme em um DVD.

A segunda etapa da compressão é um pouco mais inteligente. A imagem é dividida em pequenos blocos de 16 x 16 pixels cada um, chamados de macro blocks. Ao invés de simplesmente atualizar toda a imagem a cada quadro, são mudados apenas os blocos que foram alterados de forma perceptível entre um quadro e outro.

Veja um exemplo abaixo. Estes são três quadros do Toy Story 2 (©Disney/Pixar), onde o Buzz está falando algo. Note que em três quadros, quase não houve movimentação. Ele apenas mexeu um pouco a boca e a cabeça. O restante do quadro continua idêntico:

©Disney/Pixar
©Disney/Pixar
©Disney/Pixar
Usando vídeo sem compressão, cada quadro seria uma nova imagem. Mas, graças ao MPEG, são capturadas apenas as diferenças entre os quadros. Mesmo em cenas com movimentação rápida é raro serem alterados mais do que 20 ou 30% dos macro blocks a cada quadro da imagem.

Somados, os dois modos de compressão permitem compactar o vídeo de 243 GB que tínhamos originalmente, a ponto dele poder ser armazenado em único DVD. Claro, que o processo resulta em alguma perda, como sempre temos ao salvar uma imagem em JPEG, mesmo escolhendo mante-la com 90 ou 95% da qualidade, por exemplo. Mas, neste caso, o benefício fala mais alto, já que mesmo com a compressão um DVD tem uma imagem incomparavelmente superior ao de uma fita VHS. Se não fosse a compressão, não haveria DVD.

As variações do MPEG
O MPEG divide-se em três formatos, chamados de MPEG 1, MPEG 2 e MPEG 4

O MPEG 1 é o formato mais antigo, lançado em 92, que previa a criação de vídeos com qualidade de fitas VHS. Graças a isto, a resolução está limitada a 352 x 288 e o audio a 48 kHz. Os vídeos em MPEG 1 têm um bit-rate no máximo 3 megabits por segundo, apesar do mais usado ser apenas 1380 kbits, que permite gravar pouco mais de uma hora de vídeo em um CD comum. Este formato ainda é muito usado por muitas placas de captura de vídeo, pois graças à baixa resolução é preciso pouco poder de processamento tanto para comprimir quanto para exibir o vídeo. Infelizmente, a qualidade também não é das melhores.

O MPEG 2 é a evolução deste formato, que permite resoluções mais altas, de até 1920 x 1052, apesar dos 720 x 576 do DVD serem o modo mais utilizado. O áudio também foi melhorado, passou a ser de 96 kHz e com suporte a até 8 canais.

Apesar do algoritmo de compactação no MPEG 1 e 2 ser fundamentalmente o mesmo, o MPEG 2 trouxe algumas melhorias importantes, como por exemplo a capacidade de misturar trechos de qualidades diferentes dentro de um mesmo vídeo. Isso permite que sejam usados menos bits nas cenas com pouco movimento e mais bits nas cenas de ação. Isso mantém o vídeo uniforme e diminui bastante o tamanho do arquivo final.

O problema é que quanto maior a resolução, mais pesado é o trabalho de codificação e decodificação do vídeo. Isso explica por que é necessário um Pentium II 350 para assistir filmes em DVD com qualidade, sem a ajuda de uma placa decodificadora.

MPEG 4
O MPEG 2 possibilita uma qualidade de imagem fantásticas, mas os arquivos ainda são grandes demais para várias aplicações, como por exemplo, transmissão de vídeo pela Internet. Mesmo com uma conexão via ADSL a 256 k, demorariam pelo menos dois dias para baixar um vídeo de duas horas com qualidade de DVD.

Aproveitando esta lacuna, surgiram formatos como o Real Vídeo e o Windows Media, que geram arquivos de baixíssima qualidade, mas que em compensação podem ser assistidos via streaming usando um simples modem de 56k. Mas, uma tela do tamanho de um tijolinho de lego não é algo muito empolgante, o ideal seria algo com uma qualidade próxima à do DVD. Surgiu então o MPEG 4.

Este formato usa um sistema de compressão bem mais inteligente que o do MPEG 2, pois além de trabalhar atualizando apenas as partes da imagem que foram modificadas é capaz de tratar partes da imagem como objetos.

Abaixo está um exemplo de transição de quadros onde este sistema funciona muito bem. Veja que o Buzz move-se para a direita e mexe a cabeça, mas o restante do corpo se mexe muito pouco. No MPEG 2 toda a parte da imagem que se movimenta seria trocada no quadro seguinte. No MPEG 4 são trocadas apenas as partes que se movem. Além do Woody e do fundo, as partes do Buzz que se moveram, mas não sofreram modificação entre os quadros seriam mantidas:

©Disney/Pixar
©Disney/Pixar
Este sistema funcionaria ainda melhor em uma cena com um objeto em movimento, um carro indo de um canto ao outro da imagem por exemplo. Tanto o fundo, quanto a imagem do carro seriam salvos e o algoritmo se encarregaria de simplesmente mover o "objeto carro" como se fosse um vetor de uma imagem do Corel Draw. Veja que para isso funcionar é preciso desprezar mudanças sutis nos objetos. Uma pequena variação de luminosidade por exemplo, seria ignorada. É mais uma pequena perda de qualidade em relação a um vídeo em MPEG 2.

Este ganho em termos de compressão é ampliado pela versatilidade permitida no MPEG 4. É possível por exemplo comprimir o áudio separadamente do vídeo. Com isto, você pode compactar o áudio em MP3 e diminuir consideravelmente o tamanho total do arquivo.

Outro recurso interessante é a possibilidade de escolher qualquer bit-rate. Na prática, isto significa que você pode gerar vídeos do tamanho que quiser. Claro que quanto menor o arquivo, pior a qualidade, mas é possível chegar a extremos, como transformar um filme de duas horas num arquivo de 20 MB (lembra-se do tijolinho de lego? :-)

Em comparação com o DVD, é possível compactar o vídeo numa razão de 1/3 sem ter uma perda muito grande na qualidade. É por isso que muitos filmes em Divx;-) costumam vir em dois CDs, que juntos têm pouco menos de 1/3 da capacidade de um DVD. Também é comum vermos filmes com 600 ou 700 MB, que podem ser armazenados em um único CD (no caso dos de 700 MB seria necessário um CD de 80 minutos), mas neste caso já há uma grande perda de qualidade.

Seria possível ainda compactar um vídeo de duas horas, com qualidade semelhante à de uma fita VHS em um arquivo de 200 ou 300 MB.

Na verdade, o Divx;-) usa o MPEG 4, a diferença é que os codecs e todos os programas que precisa para editar e assistir os vídeos estão disponíveis gratuitamente pela Net.

Você pode baixar o Virtual-Dub, que pode ser usado para editar e compactar os vídeos, juntamente com os Codecs necessários através dos links abaixo:

◦Divx codec: http://www.divxmovies.com/codec/
◦MP3 Codec: http://www.free-codecs.com/download/Lame_Encoder.htm
◦Angel Potion Codec: http://www.divx-digest.com/software/apcodec.html
◦Virtual_Dub: http://www.virtualdub.org/download
O Divx possui dois codecs, chamados de High Motion e Low Motion. No Virtual Dub você pode escolher entre um ou outro clicando em "Video" e em seguida em "Compression..." . Escolha entre Divx Low e Divx High.



Como o nome sugere, o codec Low Motion é mais indicado para filmes com poucas cenas de movimentação, pois ele usa um bit-rate fixo. Isto significa que tanto numa cena com alguém parado falando, quanto em outra com um avião explodindo, será reservada a mesma quantidade de dados por segundo de vídeo. A primeira cena ficará perfeita, enquanto a segunda virará um borrão.

No codec Fast Motion não se estabelece um bit-rate fixo, mas sim um bit-rate máximo. O algoritmo mantém uma relação entre o número de cenas de movimentação rápida e de movimentação lenta, e ajusta o bit-rate de acordo com a cena, para que todas tenham uma qualidade aceitável. Em compensação, é complicado calcular o tamanho final do vídeo, já que o bit-rate muda a cada cena, respeitando apenas o limite máximo.

Uma terceira opção é gerar dois vídeos separados, um compactado usando Low Motion e outro usando Fast motion e em seguida usar o Make Film para junta-los. Neste caso, caso o objetivo final fosse gerar um arquivo de 600 MB, você poderia gerar um arquivo de 400 MB usando o Low motion e outro de 1 GB usando o Fast Motion. Ao abrir o Make Film você estabelece que o arquivo final deverá ter no máximo 600 MB, aponta os dois arquivos e o programa se encarrega de juntar as melhores cenas de cada formato, gerando um arquivo misto, de melhor qualidade. Você pode baixa-lo pelo link abaixo:

http://www.divx-digest.com/software/makefilm.html

Existe apenas um pequeno problema com esta brincadeira toda, que é o tempo que os vídeos demoram para serem compactados. Um vídeo em MPEG 2 de duas horas, com qualidade de DVD, demora cerca de 14 horas para ser compactado em MPEG 4, usando o Virtual Dub, num Pentium III 600. Se você tiver um processador mais rápido, o tempo irá diminuir proporcionalmente, mas mesmo assim ainda será bastante. Caso pretenda usar o Make Film, o tempo necessário triplica, pois você precisará gerar três vídeos no total.

Uma dica para quando for ripar seus DVDs é salvar os filmes com resolução de 320 x 240 ao invés dos 720 x 480 que é a resolução nativa do DVD. Isso permitirá que o filme possa ser assistido sem qualquer falha na movimentação um Celeron 600, enquanto a 720 x 480 você teria falhas nas cenas de movimentação mais rápida mesmo num Athlon de 1.0 GHz. Afinal, estamos falando de uma resolução mais de quatro vezes maior.

Na hora de assistir, basta configurar o player para usar zoom de 2x, ou então assistir em tela cheia. Ao contrário do que pode parecer à primeira vista, você conseguirá filmes em Divx com uma qualidade bastante superior à 320 x 240, principalmente em filmes de movimentação rápida. O raciocínio é simples, ao usar uma resolução mais baixa, sobrarão mais bits para cada pixel e cada quadro. Com isto você terá uma reprodução de cores mais fiel e uma movimentação mais perfeita e não precisará de um PC topo de linha para conseguir assistir aos filmes. Faça um teste e veja a diferença por sí mesmo.

Transmissão via Web
Os vídeos compactados em MPEG 4 são uma boa alternativa para a distribuição de vídeos via Web. Na verdade, muita gente já vem fazendo isso, basta procurar o Edonkey 2000 ou outro programa de compartilhamento de arquivos popular e você encontrará até mesmo os últimos lançamentos, filmes que mal estrearam nos cinemas e já estão na Web.

Mas, além da pirataria de filmes, o formato pode ser usado para distribuir qualquer tipo de vídeo via Web. É uma alternativa ao Real Player, pois não é preciso assistir o video via streaming, sujeitando-se às paradas da transmissão, mas sim baixar o vídeo na qualidade desejada e depois assisti-lo sem percalços.

É possível gerar vídeos menores do que você imagina. Um vídeo de 2 minutos, pode ficar com 2 MB, até mesmo 1 MB com uma qualidade bem superior ao que teria um streaming em real vídeo ou Windows media para modems de 56 k.

Neste caso, você poderia capturar os vídeos em MEG 1 ou MPEG 2 usando uma placa capturadora, ou mesmo fazer alguma coisa usando sua Webcan e em seguida compactá-los usando o Virtual Dub e os codecs que citei acima.

Quem for assistir o vídeo, precisará apenas instalar o Divx Codec e o MP3 codec (caso você tenha escolhido compactar o áudio em MP3) para assisti-los através do Media Player.
3D vira realidade na CES 2010
A simulação de realidade 3D virou realidade na CES 2010. Fabricantes como Samsung, Sony, LG e Panasonic lançaram televisores, blu-ray players e até home theater com a nova tecnologia. Os modelos devem chegar às lojas ainda em 2010. Confira algumas das principais novidades nessa área:
SAMSUNG


TV 3D – a empresa coreana apresentou três televisores LCD e um de plasma. Mas o destaque ficou por conta do futuro lançamento da série de TVs UNC 7000, que permite alta definição, conversão de 2D para 3D, frequência de 240Hz e até acesso pela internet. Segundo eles, vai ser lançada em 2010, só não se sabe a data exata e quanto irá custar.



Blu-Ray 3D Player – com belo design, o Blu-Ray Player BD-C6900 reproduz os vídeos em 3D e traz ainda rede sem fio Wi-fi, que também permite obter conteúdo de serviços de locação de vídeo digital como Netflix e Blockbuster.



SONY


Bravia TVs – dos 38 modelos de TVs LCD da Sony previstos para 2010, nove terão tecnologia 3D. Os tamanhos de tela variam entre 40” e 60” e a maioria dos produtos tem lançamento previsto para a metade desse ano.

Blu-Ray 3D Player – o modelo da Sony, BDP-S770 se destaca pela conexão com internet via Wi-Fi ou pela rede Ethernet (banda larga a cabo). Conta com porta USB e compatibilidade com SACD – um ‘antigo’ formato de áudio com altíssima qualidade. O aparelho está previsto para o metade de 2010, mas não tem preço anunciado.

Home Theater – O modelo BDV-HZ970W é compatível com 3D, traz Blu-Ray Player que reproduz em Full HD e tem conexão com internet via Wi-Fi. Na parte de áudio, o destaque fica por conta da transmissão sem fio de áudio para as caixas traseiras (surround). O sistema tem 1000 Watts de potência RMS.

PANASONIC


Enquanto as outras ainda estavam apresentando conceitos, a Pansonic já tinha anunciado uma camcorder que grava em 3D. E também está garantindo sair primeiro na hora de chegar às lojas.



TV 3D - O TC-PVT25 está previsto para a primavera norte-americana (primeiro trimestre) enquanto os demais estão previstos para o verão americano (meio do ano). O modelo vai incluir os óculos 3D e terá opção de ligações via Skype, além de contar com conexão Wi-Fi opcional

Blu-Ray 3D Player – Os destaques do modelo DMP-BDT350 são, além de rodar Blu-Ray 3D, a conexão com internet, a entrada para SD Card e a porta USB. Pode exibir conteúdo de sites de vídeos como Youtube, Netflix e Amazon VOD. Preço e data de lançamento não definidos.

LG



Infinia LE9500 – O modelo de TV 3D-Ready da LG é um televisor LED ultra-fino (8,5 mm de espessura) com telas de 47” e 55”. Será lançado ainda este ano nos EUA, mas seu preço não foi divulgado.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

BLU-RAY? Saiba tudo sobre esse novo formato de mídia!



Autor: BESTCOMPRAS (896)


Blu-ray é um formato de disco óptico da nova geração de 12 cm de diâmetro (igual ao CD e ao DVD) para vídeo de alta definição e armazenamento de dados de alta densidadApe. Compete para se converter no padrão de discos ópticos sucessor do DVD. Seu rival é o HD-DVD. O disco Blu-Ray faz uso de um laser de cor violeta de 405 nanometros permitindo gravar mais informação num disco do mesmo tamanho (o DVD usa um laser de cor vermelha de 650 nanometros). Blu-ray obteve o seu nome a partir da cor azul do raio laser ("blue ray" em inglês significa "raio azul"). A letra "e" da palavra original "blue" foi eliminada porque, em alguns países, não se pode registar, para um nome comercial, uma palavra comum. Este raio azul mostra uma longitude de onda curta de 405 nm e, conjuntamente com outras técnicas, permite armazenar substancialmente mais dados que um DVD ou um CD. Blu-ray e HD-DVD dividem as mesmas dimensões e o aspecto externo.

A Blu-ray Disc Association (BDA) é responsável pelos padrões e o desenvolvimento do disco Blu-ray

Capacidade de armazenagem e velocidade

Um disco típico Blu-Ray
Os discos BD vem em diferentes formatos de disco.

BD-ROM: Um disco que é só de leitura.
BD-R: Disco gravável.
BD-RW: Disco regravável.
Um disco de camada única (Single Layer em inglês) Blu-Ray pode conter cerca de 25 GB de dados ou cerca de 6 horas de vídeo de alta definição mais áudio, e, no modo de dupla camada (Double Layer), este espaço é duplicado, podendo conter, aproximadamente, 50 GB. Suporta os formatos de compressão MPEG-2, MPEG-4 e VC-1. A velocidade de transferência de dados é de 36 Mbit/s (54 Mbps para BD-ROM), mas protótipos a 2x de velocidade com 72 Mbit por segundo de velocidade de transferência estão em desenvolvimento. O BD-RW (formato regravável) padrão já está disponível, assim como os formatos BD-R (gravável) e o BD-ROM, como parte da versão 2.0 das especificações do Blu-ray. Em 19 de Maio de 2005, TDK anunciou um protótipo de disco Blu-ray de quatro camadas de 100 GB. Outros discos Blu-ray com capacidades de 200 GB (oito camadas) estão também em desenvolvimento.

Recentemente a TDK anunciou ter criado um disco Blu-ray experimental capaz de armazenar até 200 GB de informação em um único lado (seis camadas de 33 GB).[1]

Dimensões Capacidade de uma camada Capacidade com camada dupla Capacidade com camada Quádrupla
12 cm, lado único 25GB (23.3GiB) 50GB (46.6GiB) 100GB (33.3GB/layer) TDK
12 cm, dois lados 50GB (46.6GiB) 100GB (93.2GiB)
8 cm, lado único 7.8GB (7.3GiB) 15.6GB (14.5GiB)
8 cm, dois lados 15.6GB (14.5GiB) 31.2GB (29GiB)



Tecnologia
O tamanho do "ponto" mínimo no qual um laser pode gravar está limitado pela difracção, e depende da longitude da onda de luz do laser e da largura da lente utilizada para gravar. No caso do laser azul-violeta utilizado nos discos Blu-ray, a longitude da onda é menor que nas tecnologias anteriores, aumentando portanto o aproveitamento do espaço físico no Blu-ray (0.85, comparado com 0.6 para DVD). Com ele, e graças a um sistema de lentes duplas e a uma camada protectora mais larga, o raio laser pode direccionar-se de forma muito mais precisa na superfície do disco. Os pontos de informação legíveis no disco são muito menores e, portanto, o mesmo espaço pode conter muito mais informação. Por último, mesmo com as melhorias na tecnologia, os discos Blu-ray incorporam um sistema melhorado de codificação de dados que permite guardar ainda mais informação.

Outra característica importante dos discos Blu-ray é sua resistência aos arranhões e impressões digitais devido à sua morfologia. Os discos têm uma capa de substrato, cujo nome comercial é Durabis, que é composta por uma camada de substrato de 1,1 mm para um lado e 1 mm para o outro para permitir a criação de mais ficheiros de dados e o uso de um só lado. Inicialmente, pensou-se em criá-los como cartuchos, semelhantes a disquetes de computador, mas a TDK descobriu um substrato que permite evitar os arranhões e facilitar a leitura (mesmo que agora eles sejam bem menos comuns) quando sujos de gordura. Esta nova característica será muito apreciada pelos utilizadores, porque dificulta o surgimento de defeitos como nos CD e DVD arranhados sendo, por isso, uma qualidade adicional quando comparado com o formato concorrente, HD-DVD.


Diferenças entre o Blu-ray, o HD DVD e o DVD
Blu-ray HD DVD DVD
Capacidade com lado único 23.3 / 25 / 27 GB (Camada Única)
46.6 / 50 / 54 GB (Camada Dupla) 15 GB (Camada Única)
30 GB (Camada Dupla) 4.7 GB (Camada Única)
8,5GB (Camada Dupla)
Longitude da Onda do Raio Laser 405 nm 400 nm 650 nm
Taxa de Transferência 54,0 Mbps 36,55 Mbps 11,1 Mbps
Formatos Suportados MPEG-2, MPEG-4 AVC, VC-1 MPEG-2, VC-1 (Baseado no WMV), H.264/MPEG-4 AVC
Resistência a arranhões e gordura



Divisão das Regiões
As regiões do Blu-ray são diferentes das regiões do DVD[2]

Código da Região Área
A ou 1 América do Norte, América do Sul, Ásia excepto para China
B ou 2 Europa, Médio Oriente, África e Oceania
C ou 3 China, Rússia e Sul da Ásia.



Curiosidades
A letra "e" foi eliminada do nome de forma intencional para permitir o registo da marca, já que a terminação "blue ray" é usada frequentemente e não pode ser registrada.
O disco Blu-ray baseado em um substracto de papel é menos prejudicial ao meio ambiente e mais seguro na hora de destruí-lo que os discos tradicionais. Esta camada superfícial, a que aderem os materiais normalmente, é feita de policarbonato plástico, que é o que o Blu-ray substitui por papel. O resultado é um disco em que o papel representa 52% de seu peso total, segundo afirma Sony.
O novo console da Sony, PlayStation 3, tem um leitor de Blu-Ray incluido.
No Japão, os jogos custarão cerca de 5.000 ienes, equivalente a 35 euros ou 94 reais.

Camera para produção DIGITAL com bom custo


A Sony HVR-Z5 apresenta melhorias em relação à sua antecessora HVR-Z1 em diversas áreas, inclusive na performance em geral e na variedade de recursos. A tecnologia CinemaTone melhora gama e cor, oferecendo imagens excepcionais que exibem uma bela estética semelhante a filme. O que torna a câmera única é a capacidade de gravar em fita e compact flash simultaneamente ao usar a unidade de gravação de memória compact flash (OPCIONAL) HVR-MRC1K. No coração da camcorder estão 3 sensores ClearVid CMOS Exmor de 1/3", que capturam imagens detalhadas, mesmo sob luminosidade extremamente fraca. Combinada com uma lente grande angular profissional e uma tela LCD de resolução superalta, a câmera é ideal para todas as aplicações profissionais com o equipamento na mão, incluindo casamentos, notícias, produção de filme independente e reality shows.Principais característicasAlta Definição em Fitas MiniDV com HDV O formato HDV usado na HVR-Z5 permite uma gravação de alta definição em fitas MiniDV padrão. Experimente a clareza da "Janela para o mundo" usando a técnica de compressão bastante popular MPEG-2, responsável por várias formas de mídia usadas atualmente, incluindo DVDs e TV de alta definição por satélite. A câmera também pode ser selecionada para o modo normal MiniDV quando necessário. Assista ao Seu CinemaTone A HVR-Z5 possui a tecnologia CinemaToneTM, que vem em duas opções. A CinemaTone GammaTM achata os pretos e mantém os médios e as altas luzes detalhados, e o CinemaTone ColorTM realça a reprodução de cor para tons mais ricos. Combine os dois e a imagem se torna incrivelmente semelhante a filme. As curvas CinemaTone Gamma podem ser acessadas com o acionamento de um botão. Grandiosa Lente G-Series (Série G) A HVR-Z5 usa uma Lente G de vidro de baixa dispersão 29.5-590mm com zoom ótico 20x e 3 filtros ND integrados. A lente vem equipada com um foco manual, íris e zoom, o que a torna a primeira câmera da sua categoria com uma lente totalmente profissional! Bravo! A lente possui um extender digital que aumenta a ampliação em 1.5x, fazendo com que a lente alcance níveis de zoom digitais 30x. Tecnologia ClearVID 3CMOS Os sensores ClearVID da Sony são posicionados em um ângulo de 45°. Como cada pixel é posicionado dessa maneira, o resultado são linhas diagonais muito mais claras. As imagens aparecerão mais nítidas, sem os aparentes "serrilhados" que normalmente afetam os sinais de vídeo. O EIP (Enhanced Image Processing) é responsável pelo processamento de grandes quantidades de informação de cor de pixel, gravando croma 4:2:2 antes da passagem para fita HDV 4:2:0 HDV. Tecnologia Exmor As gravações sob luminosidade fraca às vezes são difíceis para câmeras deste tamanho em virtude dos seus sensores relativamente pequenos. O resultado geralmente é ruído extra ou degradação de imagem, muitas vezes fazendo com que materiais inicialmente utilizáveis fiquem abaixo do padrão aceitável. Incorporando a tecnologia Exmor, a Sony mais uma vez chegou na frente com as câmeras de mão nesta faixa de preço, reduzindo a taxa de lux de 3 para 1.5! Os sensores CMOS Exmor 1/3" ultrassensíveis da HVR-Z5 aproveitam a tecnologia desenvolvida originalmente para a câmera XDCAM EX considerada o seu carro-chefe, a PMW-EX1, oferecendo uma incrível relação sinal-ruído. Capacidade de 24pNo modo 24p, imagens do CMOS podem ser convertidas para pulldown de 2:3 e gravadas em fita no formato HDV 60i padrão. A fita, então, pode ser reproduzida ou editada utilizando um sistema HDV comum. A edição 24p real pode ser alcançada carregando imagens convertidas para 2:3 pulldown através de uma interface i.LINK FireWire para um sistema de edição não-linear compatível. As imagens resultantes têm o movimento visual de um filme! A câmera pode gravar no padrão 60i para um movimento mais rico e também em 30p, excelente para fotos.

terça-feira, 13 de abril de 2010

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